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ecletica-613	Acciari, Heloísa Andréa; Guastaldi, Antonio Carlos; Tremiliosi Filho, Germano	Caracterização e estudo da corrosão do amálgama dentário Dispersalloy por meio das técnicas de polarização potenciodinâmica e espectroscopia de impedância	1997	17	.pdf	application/pdf	3982	196	46	necessário.7 A situação complica-se com o crescente número de substâncias químicas presentes nos alimentos e remédios que podem interagir com estes metais na boca.13 Teoricamente, o mercúrio liberado no meio bucal, e responsável pela toxidez, pode ser liberado do amálgama pelo processo de corrosão resultando na limitação da estabilidade microestrutural, pelas variações de composição das possíveis fases nele existentes, que podem ocorrer com o tempo.8 Pelos recentes estudos sobre a liberação de mercúrio de amálgamas dentários sugere-se a possibilidade de formação de uma camada de passivação por um filme de óxidos na superfície do amálgama, interferindo com o processo de dissolução dos componentes metálicos, diminuindo substancialmente os níveis de liberação deste elemento.4,9,10,11,12 Esta hipótese é suportada pelo fato de que a velocidade de liberação do mercúrio é elevada, quando se utiliza atmosfera inerte de argônio como meio, e diminui drasticamente quando ar é introduzido, ou seja, quando a oxidação pode ocorrer.9 Com respeito a estas considerações Soh, et al.16 propuseram-se a examinar o efeito do pH na liberação de mercúrio de dois tipos de amálgamas dentários, em estudo realizado in vitro. Análise metalográfica A preparação superficial das amostras foi feita com o auxílio de lixas de diferentes granulações (400, 600 e 1000), procedendo-se, em seguida, polimento com alumina utilizando-se partículas de 1 e 0,3 mm.	cache/ecletica-613.pdf	txt/ecletica-613.txt
