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ecletica-100	9	1	oryza sativa l. introdução o descarte ambiental de resíduos industriais tem sido fator de preocupação	ORG
ecletica-100	9	2	o mundo	PERSON
ecletica-100	9	3	pois pode causar danos muitas vezes irreversíveis	ORG
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ecletica-100	13	1	o uso agronômico deles como fonte de nutrientes às plantas e como condicionadores dos solos	PERSON
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ecletica-100	15	1	o uso dos resíduos dessas indústrias	PERSON
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ecletica-100	16	1	brasileira está tomando consciência	PERSON
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ecletica-100	19	6	esses materiais e possibilitando sua	ORG
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ecletica-100	20	4	mais apropriadas para cada solo	ORG
ecletica-100	20	5	forma de aplicação adequada	ORG
ecletica-100	20	6	auxiliando desse modo na elaboração de normas	ORG
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ecletica-100	22	3	desses aspectos	PERSON
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ecletica-100	22	5	gestão sustentável destes resíduos	ORG
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ecletica-100	24	2	maioria destes resíduos apresenta	ORG
ecletica-100	24	3	além de micronutrientes	ORG
ecletica-100	24	4	altos teores de cádmio	ORG
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ecletica-100	27	2	naturalmente nos solos e alguns deles	ORG
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ecletica-100	27	4	desempenham importante papel na nutrição de plantas e animais	PERSON
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ecletica-100	31	1	sentido de minimizar o impacto desses resíduos	PERSON
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ecletica-100	31	4	lei 9605/98	PERSON
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ecletica-100	31	6	este trabalho estudar	PERSON
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ecletica-100	54	1	primeiro corte das plantas e após o término	PERSON
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ecletica-100	61	3	perfilhamento e colheita	ORG
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ecletica-100	63	7	o teor de p foi determinado utilizando um espectrofotômetro de	PERSON
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ecletica-100	65	1	pelo método micro-kjedahl	ORG
ecletica-100	65	2	procedimento da association of analytical communities	ORG
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ecletica-100	66	5	dos nutrientes e dos elementos não	PERSON
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ecletica-100	68	6	para macronutrientes	PERSON
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ecletica-100	71	1	embora não exista uma	ORG
ecletica-100	72	1	tem	ORG
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ecletica-100	72	4	normativa n	ORG
ecletica-100	72	5	27	CARDINAL
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ecletica-100	72	7	que contêm os limites máximos de metais pesados	PERSON
ecletica-100	72	8	fertilizantes minerais	ORG
ecletica-100	72	9	16	CARDINAL
ecletica-100	73	1	teor de macro e micronutrientes	ORG
ecletica-100	73	2	e metais pesados encontrados	ORG
ecletica-100	73	3	nos resíduos estão	ORG
ecletica-100	73	4	na tabela 2. de acordo	ORG
ecletica-100	73	5	dados obtidos	PERSON
ecletica-100	73	6	observa-se	ORG
ecletica-100	74	1	estão abaixo	ORG
ecletica-100	74	2	dos permitidos na instrução normativa	PERSON
ecletica-100	74	3	16	CARDINAL
ecletica-100	75	1	de zn estão dentro dos	ORG
ecletica-100	75	2	assim ser utilizado como fonte de micronutrientes para plantas	PERSON
ecletica-100	75	3	já	PERSON
ecletica-100	75	4	e s	ORG
ecletica-100	75	5	foram considerados baixos nesse	ORG
ecletica-100	76	1	primeiro corte	PERSON
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ecletica-100	76	6	1º	CARDINAL
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ecletica-100	76	8	perfilhamento	ORG
ecletica-100	76	9	e também ao	ORG
ecletica-100	76	10	2º corte	QUANTITY
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ecletica-100	77	2	intervalo de 5,6	ORG
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ecletica-100	78	7	favorecidas	GPE
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ecletica-100	79	1	17	CARDINAL
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ecletica-100	80	4	encontradas no solo após	ORG
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ecletica-100	82	1	de acordo com	PERSON
ecletica-100	82	2	1980	DATE
ecletica-100	82	3	da ordem de	ORG
ecletica-100	82	4	50%	PERCENT
ecletica-100	82	5	de nitrogênio	PERSON
ecletica-100	82	6	fósforo	PERSON
ecletica-100	82	7	são transloucadas	PERSON
ecletica-100	82	8	18	CARDINAL
ecletica-100	83	1	já	PERSON
ecletica-100	83	2	de k estavam mais altos	ORG
ecletica-100	83	3	se deve provavelmente	PERSON
ecletica-100	83	4	aplicação contínua desse	ORG
ecletica-100	83	5	ciclo da cultura	PERSON
ecletica-100	84	1	para o	PERSON
ecletica-100	84	2	desses nutrientes	PERSON
ecletica-100	84	3	das plantas de arroz	ORG
ecletica-100	85	1	cu	GPE
ecletica-100	85	2	mn e	ORG
ecletica-100	85	3	tiveram seus	ORG
ecletica-100	86	1	já	PERSON
ecletica-100	86	2	de fe não	ORG
ecletica-100	86	3	muito provavelmente	PERSON
ecletica-100	86	4	relação aos	PERSON
ecletica-100	86	5	pequena elevação	PERSON
ecletica-100	86	6	relação ao início	ORG
ecletica-100	87	1	teve seus	PERSON
ecletica-100	88	1	já o cr se manteve	PERSON
ecletica-100	88	2	muito provavelmente	PERSON
ecletica-100	88	3	da presença	PERSON
ecletica-100	88	4	mesmo	PERSON
ecletica-100	89	1	deve ser ressaltado que até	PERSON
ecletica-100	89	2	8	CARDINAL
ecletica-100	89	3	estiveram próximos aos dos tratamentos	ORG
ecletica-100	89	4	mais elevadas é que esses	ORG
ecletica-100	89	5	16	CARDINAL
ecletica-100	89	6	32	CARDINAL
ecletica-100	90	1	para área agrícola	PERSON
ecletica-100	90	2	2005	DATE
ecletica-100	90	3	pelo método	PERSON
ecletica-100	90	4	3051	CARDINAL
ecletica-100	90	5	3 mg kg	QUANTITY
ecletica-100	90	6	180 mg kg 1	QUANTITY
ecletica-100	90	7	450 mg kg	QUANTITY
ecletica-100	90	8	70 mg kg	QUANTITY
ecletica-100	91	1	desses	PERSON
ecletica-100	92	1	se deve aos eclética química	PERSON
ecletica-100	92	2	38	DATE
ecletica-100	92	3	61-75	CARDINAL
ecletica-100	92	4	2013	DATE
ecletica-100	93	1	65	CARDINAL
ecletica-100	93	2	altos	ORG
ecletica-100	93	3	19	CARDINAL
ecletica-100	94	1	deve ser ressaltado que	PERSON
ecletica-100	94	2	abaixo	ORG
ecletica-100	94	3	para área agrícola	PERSON
ecletica-100	95	1	segundo cfsemg	PERSON
ecletica-100	95	2	1999	DATE
ecletica-100	95	3	são considerados	ORG
ecletica-100	95	4	altos de cu	ORG
ecletica-100	95	5	fe	GPE
ecletica-100	95	6	mn e zn no solo extraídos	ORG
ecletica-100	95	7	por mehlich -1	ORG
ecletica-100	95	8	acima de 1,8,	ORG
ecletica-100	95	9	45	DATE
ecletica-100	95	10	12	CARDINAL
ecletica-100	96	1	20	CARDINAL
ecletica-100	97	1	de cu estavam acima dessa faixa	ORG
ecletica-100	97	2	de fe	ORG
ecletica-100	97	3	na dose mais alta	ORG
ecletica-100	97	4	32	CARDINAL
ecletica-100	97	5	o mn nas aplicações de 4	PERSON
ecletica-100	97	6	32	CARDINAL
ecletica-100	97	7	-1 também estiveram acima da faixa considerada alta para	ORG
ecletica-100	99	1	da faixa proposta	ORG
ecletica-100	100	1	para o b	PERSON
ecletica-100	100	2	o	DATE
ecletica-100	100	3	tratamento de 32	ORG
ecletica-100	100	4	t ha -1	ORG
ecletica-100	100	5	teor esteve acima	ORG
ecletica-100	100	6	muito provavelmente pelo fato das plantas não terem crescido	PERSON
ecletica-100	100	7	adicionada	GPE
ecletica-100	101	1	rendimentos das plantas de arroz	PERSON
ecletica-100	101	2	altura das plantas	PERSON
ecletica-100	101	3	e produção de matéria seca da parte aérea da fase diagnóstica	ORG
ecletica-100	101	4	podem ser observados na figura 1	PERSON
ecletica-100	101	5	alteração na altura das plantas após	PERSON
ecletica-100	101	6	fase diagnóstica	ORG
ecletica-100	102	1	primeiro corte para os tratamentos	PERSON
ecletica-100	102	2	t3	ORG
ecletica-100	102	3	t4	GPE
ecletica-100	102	4	sendo muito próximos ao t8 (controle	ORG
ecletica-100	103	1	t5 e t6	ORG
ecletica-100	103	2	mais elevadas de resíduo de eletrodo	ORG
ecletica-100	103	3	afetaram de maneira severa o	ORG
ecletica-100	103	4	das plantas de arroz	ORG
ecletica-100	103	5	devido à presença de elevados	ORG
ecletica-100	103	6	figura 1a	ORG
ecletica-100	104	1	quanto à produção de matéria seca da parte aérea	ORG
ecletica-100	104	2	por	ORG
ecletica-100	104	3	perfilhamento	ORG
ecletica-100	104	4	foi afetada negativamente	PERSON
ecletica-100	105	1	o	DATE
ecletica-100	105	2	t1 não	ORG
ecletica-100	105	3	sendo muito próxima	ORG
ecletica-100	105	4	encontrada	ORG
ecletica-100	106	1	t5 e t6 não	ORG
ecletica-100	106	2	pelo fato das plantas estarem muito pequenas	PERSON
ecletica-100	106	3	t5 e nem terem germinado	PERSON
ecletica-100	107	1	t6	ORG
ecletica-100	108	1	1	CARDINAL
ecletica-100	109	1	altura das plantas de arroz submetidas	PERSON
ecletica-100	109	2	diferentes	ORG
ecletica-100	109	3	fase diagnóstica	ORG
ecletica-100	110	1	primeiro corte e	PERSON
ecletica-100	110	2	por plantas de arroz submetidas	ORG
ecletica-100	110	3	diferentes	ORG
ecletica-100	110	4	fase diagnostica	ORG
ecletica-100	110	5	primeiro corte	PERSON
ecletica-100	111	1	para o número de perfilhos	PERSON
ecletica-100	111	2	perfilhamento	ORG
ecletica-100	111	3	figura	ORG
ecletica-100	111	4	2a	CARDINAL
ecletica-100	112	1	nota-se que	ORG
ecletica-100	112	2	o número de perfilhos produzidos pelo t1	PERSON
ecletica-100	112	3	foi praticamente igual ao	PERSON
ecletica-100	112	4	t8 (tratamento	ORG
ecletica-100	112	5	adubação convencional	PERSON
ecletica-100	113	1	t3 também produziram	ORG
ecletica-100	113	2	porém inferiores ao t1 e t8	ORG
ecletica-100	114	1	é importante ressaltar que de maneira geral	PERSON
ecletica-100	114	2	houve produção de grãos	ORG
ecletica-100	114	3	eclética química	PERSON
ecletica-100	114	4	38	DATE
ecletica-100	114	5	61-75	CARDINAL
ecletica-100	115	1	66	CARDINAL
ecletica-100	115	2	porém inferiores ao tratamento controle.	ORG
ecletica-100	116	1	de matéria seca e de grãos	ORG
ecletica-100	116	2	figura	ORG
ecletica-100	116	3	2a	CARDINAL
ecletica-100	117	1	2	CARDINAL
ecletica-100	117	2	acumulada de nutrientes e elementos não	ORG
ecletica-100	117	3	perfilhamento e colheita detectaram-se efeitos significativos das	ORG
ecletica-100	117	4	bem como dos	PERSON
ecletica-100	117	5	sobre	GPE
ecletica-100	117	6	seca da parte aérea	PERSON
ecletica-100	117	7	por	ORG
ecletica-100	117	8	primeiro	PERSON
ecletica-100	117	9	perfilhamento	ORG
ecletica-100	117	10	e segundo	GPE
ecletica-100	117	11	cortes das plantas de arroz	PERSON
ecletica-100	118	1	pelas plantas de arroz	ORG
ecletica-100	118	2	muito variável e depende da quantidade de matéria seca produzida e seu teor	PERSON
ecletica-100	118	3	por sua vez	ORG
ecletica-100	118	4	varia segundo	PERSON
ecletica-100	118	5	disponibilidade de nutrientes no solo	ORG
ecletica-100	119	1	segundo malavolta et al	ORG
ecletica-100	119	2	1997	DATE
ecletica-100	119	3	para diagnose foliar para	PERSON
ecletica-100	119	4	arroz está situada na época	ORG
ecletica-100	119	5	meio	PERSON
ecletica-100	119	6	perfilhamento	ORG
ecletica-100	119	7	21	CARDINAL
ecletica-100	120	1	que tenham completado seu desenvolvimento	ORG
ecletica-100	120	2	mas que ainda não	PERSON
ecletica-100	120	3	senescência	GPE
ecletica-100	120	4	situadas pouco abaixo	PERSON
ecletica-100	120	5	ponto terminal de crescimento	ORG
ecletica-100	120	6	nutricional da planta	ORG
ecletica-100	121	1	faixas de	ORG
ecletica-100	121	2	consideradas adequadas	PERSON
ecletica-100	122	1	meio	PERSON
ecletica-100	122	2	perfilhamento	GPE
ecletica-100	122	3	são	ORG
ecletica-100	122	4	2,5-4,0	CARDINAL
ecletica-100	123	1	25	CARDINAL
ecletica-100	123	2	7,5-10	CARDINAL
ecletica-100	123	3	5	CARDINAL
ecletica-100	123	4	1,5-2	CARDINAL
ecletica-100	123	5	mg kg -1	PERSON
ecletica-100	123	6	40-70	CARDINAL
ecletica-100	123	7	10-20	CARDINAL
ecletica-100	123	8	fe	ORG
ecletica-100	123	9	200-300	CARDINAL
ecletica-100	123	10	mn	ORG
ecletica-100	123	11	100-150	CARDINAL
ecletica-100	123	12	zn	DATE
ecletica-100	123	13	25-35	CARDINAL
ecletica-100	124	1	22	CARDINAL
ecletica-100	125	1	kabata-pendias & pendias (	ORG
ecletica-100	125	2	2001	DATE
ecletica-100	125	3	faixas aproximadas de concentração de elementos-traço	PERSON
ecletica-100	125	4	espécie	ORG
ecletica-100	125	5	para tecido de folhas maduras	PERSON
ecletica-100	126	1	10	CARDINAL
ecletica-100	127	1	concentrações aproximadas de elementos-traço que vão da faixa deficiente	PERSON
ecletica-100	129	1	culturas agronômicas	PERSON
ecletica-100	130	1	para esta última faixa são citados os valores	PERSON
ecletica-100	130	2	mg kg -1	PERSON
ecletica-100	130	3	100	CARDINAL
ecletica-100	130	4	0,050,5	CARDINAL
ecletica-100	130	5	2	CARDINAL
ecletica-100	130	6	5	CARDINAL
ecletica-100	130	7	300	CARDINAL
ecletica-100	130	8	1	CARDINAL
ecletica-100	130	9	0,5	CARDINAL
ecletica-100	130	10	cr, cu	ORG
ecletica-100	130	11	mn	GPE
ecletica-100	131	1	por	ORG
ecletica-100	131	2	perfilhamento próximos ao tratamento completo	ORG
ecletica-100	131	3	3	CARDINAL
ecletica-100	132	1	é importante destacar que	PERSON
ecletica-100	132	2	nitrogênio aumenta o número de perfilhos	PERSON
ecletica-100	132	3	aumentando	ORG
ecletica-100	132	4	dessa forma	PERSON
ecletica-100	132	5	o número de panículas	PERSON
ecletica-100	132	6	o teor de proteínas dos grãos	PERSON
ecletica-100	132	7	o	DATE
ecletica-100	132	8	dos grãos	PERSON
ecletica-100	133	1	porém sabe-se que	PERSON
ecletica-100	133	2	nitrogênio estimula o	PERSON
ecletica-100	133	3	crescimento das plantas	PERSON
ecletica-100	133	4	mas nem sempre	PERSON
ecletica-100	133	5	21	CARDINAL
ecletica-100	134	1	neste experimento	PERSON
ecletica-100	134	2	de todos	ORG
ecletica-100	134	3	eclética química	PERSON
ecletica-100	134	4	38	DATE
ecletica-100	134	5	61-75	CARDINAL
ecletica-100	135	1	67	CARDINAL
ecletica-100	135	2	nutrientes de forma adequada (	ORG
ecletica-100	136	1	acarretado menor absorção de nitrogênio	PERSON
ecletica-100	137	1	é válido	PERSON
ecletica-100	137	2	na medida	ORG
ecletica-100	137	3	mesmo e pode ser melhor visualizado na tabela	PERSON
ecletica-100	137	4	3	CARDINAL
ecletica-100	137	5	acúmulo de n foi maior	PERSON
ecletica-100	137	6	t1 e	ORG
ecletica-100	138	1	1	CARDINAL
ecletica-100	138	2	2	CARDINAL
ecletica-100	139	1	pouco	PERSON
ecletica-100	139	2	5	CARDINAL
ecletica-100	139	3	pelo fato da análise ter sido	PERSON
ecletica-100	140	1	devido à maior translocação desse	ORG
ecletica-100	140	2	das folhas para os grãos	ORG
ecletica-100	140	3	18	CARDINAL
ecletica-100	141	1	já o	PERSON
ecletica-100	141	2	acumulado foi maior na colheita	PERSON
ecletica-100	141	3	perfilhamento	ORG
ecletica-100	142	1	isso ocorreu	PERSON
ecletica-100	142	2	de matéria seca de parte aérea e panículas	ORG
ecletica-100	142	3	4	CARDINAL
ecletica-100	143	1	n foi também para os	ORG
ecletica-100	143	2	pouco	PERSON
ecletica-100	143	3	4	CARDINAL
ecletica-100	144	1	de acordo com	PERSON
ecletica-100	144	2	1980	DATE
ecletica-100	144	3	da ordem de	ORG
ecletica-100	144	4	50%	PERCENT
ecletica-100	144	5	nitrogênio	PERSON
ecletica-100	144	6	fósforo	PERSON
ecletica-100	144	7	estão presentes nos grãos de arroz	ORG
ecletica-100	144	8	que provoca uma maior exportação	ORG
ecletica-100	144	9	desses nutrientes	PERSON
ecletica-100	145	1	plantas de arroz	ORG
ecletica-100	145	2	da parte analisada esteve abaixo	ORG
ecletica-100	146	1	notase que no solo (tabela 3	ORG
ecletica-100	147	1	ser devido à presença dos elementos contaminantes	PERSON
ecletica-100	147	2	por sítios de absorção	ORG
ecletica-100	148	1	estes resultados estão de acordo	PERSON
ecletica-100	148	2	que são verificados	ORG
ecletica-100	148	3	nas panículas	PERSON
ecletica-100	148	4	já que	PERSON
ecletica-100	148	5	o	DATE
ecletica-100	148	6	ficar mais na parte vegetativa	ORG
ecletica-100	148	7	das plantas	GPE
ecletica-100	148	8	4	CARDINAL
ecletica-100	149	1	18	CARDINAL
ecletica-100	150	1	já	PERSON
ecletica-100	150	2	e s estiveram próximos aos	ORG
ecletica-100	151	1	1995	DATE
ecletica-100	151	2	tendo pouca	PERSON
ecletica-100	151	3	influência	GPE
ecletica-100	152	1	20	CARDINAL
ecletica-100	153	1	cu, fe	ORG
ecletica-100	153	2	mn e zn também se encontraram dentro da faixa tida como adequada para	ORG
ecletica-100	153	3	questão	GPE
ecletica-100	154	1	ressalta-se que para	ORG
ecletica-100	155	1	mn	GPE
ecletica-100	155	2	teores estiveram mais altos nos	ORG
ecletica-100	156	1	foram verificados	ORG
ecletica-100	156	2	de cu	ORG
ecletica-100	156	3	fe e mn mais altos na parte aérea e mais baixos	ORG
ecletica-100	156	4	4	CARDINAL
ecletica-100	157	1	levando	GPE
ecletica-100	157	2	faixas de concentrações	ORG
ecletica-100	157	3	por kabata-pendias & pendias (	ORG
ecletica-100	157	4	2001	DATE
ecletica-100	157	5	concentrações de cr	PERSON
ecletica-100	157	6	da faixa considerada como excessiva	PERSON
ecletica-100	158	1	10	CARDINAL
ecletica-100	159	1	no tratamento controle (t7) onde	ORG
ecletica-100	159	2	nada foi adicionado ao	PERSON
ecletica-100	160	1	isso pode explicado pelo efeito de concentração dos elementos	PERSON
ecletica-100	160	2	não houve crescimento da planta	PERSON
ecletica-100	161	1	mas	PERSON
ecletica-100	161	2	quando se verifica	PERSON
ecletica-100	161	3	4	CARDINAL
ecletica-100	161	4	por matéria seca produzida verifica-se que no caso	ORG
ecletica-100	161	5	foi acumulado	PERSON
ecletica-100	161	6	pois não foi produzida praticamente nenhuma matéria seca	ORG
ecletica-100	162	1	já o t8	PERSON
ecletica-100	162	2	foi mais alto	ORG
ecletica-100	162	3	seca produzida	PERSON
ecletica-100	162	4	que foi	PERSON
ecletica-100	162	5	mais elevada e assim	ORG
ecletica-100	162	6	justificando altos acúmulos nesse tratamento	ORG
ecletica-100	163	1	daí	ORG
ecletica-100	163	2	importância de verificar não somente	ORG
ecletica-100	164	1	fatores tal como	ORG
ecletica-100	165	1	eclética química	PERSON
ecletica-100	165	2	38	DATE
ecletica-100	165	3	61-75	CARDINAL
ecletica-100	165	4	2013	DATE
ecletica-100	166	1	68	CARDINAL
ecletica-100	166	2	1	CARDINAL
ecletica-100	166	3	químicas e físicas	PERSON
ecletica-100	166	4	2	CARDINAL
ecletica-100	166	5	caracterização química dos	PERSON
ecletica-100	166	6	pelo método método 3051	PERSON
ecletica-100	166	7	1998	DATE
ecletica-100	167	1	parâmetro unidade	ORG
ecletica-100	167	2	9,5	CARDINAL
ecletica-100	167	3	de água cra %	ORG
ecletica-100	167	4	197	CARDINAL
ecletica-100	167	5	condutividade elétrica ds m -1	PERSON
ecletica-100	167	6	9,89 umidade	DATE
ecletica-100	167	7	g kg -1 traço	PERSON
ecletica-100	168	1	g kg -1 traço cálcio	PERSON
ecletica-100	170	1	0,5	CARDINAL
ecletica-100	170	2	g kg -1	PERSON
ecletica-100	170	3	6 magnésio	QUANTITY
ecletica-100	172	1	19	CARDINAL
ecletica-100	176	1	15 ferro	QUANTITY
ecletica-100	176	2	mg kg -1	PERSON
ecletica-100	176	3	1875 zinco	TIME
ecletica-100	178	1	16	CARDINAL
ecletica-100	178	2	mg kg -1 278	PERSON
ecletica-100	179	1	kg -1	ORG
ecletica-100	181	1	13038	CARDINAL
ecletica-100	181	2	1:2,5	CARDINAL
ecletica-100	181	3	5,1	CARDINAL
ecletica-100	181	4	m.o.	GPE
ecletica-100	182	1	dag kg -1	ORG
ecletica-100	183	1	4	CARDINAL
ecletica-100	183	2	1,4	CARDINAL
ecletica-100	183	3	1	CARDINAL
ecletica-100	183	4	0,4	CARDINAL
ecletica-100	183	5	g kg -1	PERSON
ecletica-100	183	6	5	CARDINAL
ecletica-100	183	7	1	CARDINAL
ecletica-100	183	8	0,03	CARDINAL
ecletica-100	183	9	5	CARDINAL
ecletica-100	183	10	30	CARDINAL
ecletica-100	183	11	2	CARDINAL
ecletica-100	183	12	1,2	CARDINAL
ecletica-100	183	13	g kg -1	PERSON
ecletica-100	183	14	5	CARDINAL
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