id	sid	eid	entity	type
ecletica-109	1	1	de ouro	ORG
ecletica-109	1	2	eclética química	PERSON
ecletica-109	1	3	38	DATE
ecletica-109	1	4	128	CARDINAL
ecletica-109	1	5	2013	DATE
ecletica-109	2	1	128	CARDINAL
ecletica-109	2	2	potencial de cianobactérias provenientes de pesque-pagues	ORG
ecletica-109	2	3	para biorremediação de águas	PERSON
ecletica-109	2	4	por arsênio	ORG
ecletica-109	3	1	danielli vazzoller fittipaldi	ORG
ecletica-109	3	2	ludmila von randow de abreu bastos	PERSON
ecletica-109	3	3	rosângela barbosa de deus	PERSON
ecletica-109	3	4	de miranda guarda núcleo da cátedra unesco	PERSON
ecletica-109	3	5	água	GPE
ecletica-109	3	6	nucat	ORG
ecletica-109	3	7	laboratório de qualidade de águas	ORG
ecletica-109	3	8	escola de farmácia universidade	ORG
ecletica-109	3	9	de ouro	ORG
ecletica-109	4	1	rua costa sena	PERSON
ecletica-109	4	2	171	CARDINAL
ecletica-109	4	3	35400-000 ouro	QUANTITY
ecletica-109	4	4	minas gerais	ORG
ecletica-109	4	5	brasil 31-35591630	FAC
ecletica-109	5	1	trazido	CARDINAL
ecletica-109	5	2	para o meio ambiente e consequentemente para	PERSON
ecletica-109	5	3	saúde	NORP
ecletica-109	6	1	pela contaminação da água	PERSON
ecletica-109	6	2	o arsênio	PERSON
ecletica-109	6	3	que recebe atenção especial de autoridades governamentais e de saúde pública	PERSON
ecletica-109	6	4	devido aos seus	ORG
ecletica-109	6	5	concentrações elevadas	PERSON
ecletica-109	6	6	pela	GPE
ecletica-109	6	7	dos organismos vivos	PERSON
ecletica-109	6	8	e principalmente o homem	ORG
ecletica-109	7	1	estudos sobre remediação de áreas contaminadas utilizando microrganismos	ORG
ecletica-109	7	2	sendo realizados	ORG
ecletica-109	7	3	isso esperamse	PERSON
ecletica-109	7	4	custo relativamente baixo e que não	PERSON
ecletica-109	7	5	ainda mais o meio ambiente	ORG
ecletica-109	8	1	cianobactérias	PERSON
ecletica-109	8	2	organismos resistentes ao as	PERSON
ecletica-109	8	3	vem sendo	PERSON
ecletica-109	8	4	em diversos estudos	ORG
ecletica-109	9	1	pela sua baixa biomassa	PERSON
ecletica-109	10	1	este estudo teve como finalidade verificar	PERSON
ecletica-109	10	2	potencial biorremediador de cianobactérias	ORG
ecletica-109	10	3	por meio de avaliação	ORG
ecletica-109	10	4	seu crescimento e da sua capacidade de absorção	ORG
ecletica-109	11	1	padrões de crescimento foram	ORG
ecletica-109	11	2	comparando-se os	ORG
ecletica-109	11	3	0	CARDINAL
ecletica-109	11	4	50,0	CARDINAL
ecletica-109	11	5	150,0	CARDINAL
ecletica-109	12	1	após 10	PERSON
ecletica-109	12	2	dias de exposição	ORG
ecletica-109	12	3	de chl	PERSON
ecletica-109	12	4	o aumento da concentração	PERSON
ecletica-109	13	1	foi feita	ORG
ecletica-109	13	2	da concentração de	ORG
ecletica-109	14	1	conclui-se que	PERSON
ecletica-109	14	2	de arsênio	PERSON
ecletica-109	14	3	usadas podendo ser consideradas com bom potencial de biorremediador para	PERSON
ecletica-109	14	4	o mesmo	PERSON
ecletica-109	14	5	cianobactérias	PERSON
ecletica-109	14	6	arsênio	PERSON
ecletica-109	14	7	água	GPE
ecletica-109	18	1	química	GPE
ecletica-109	18	2	38	DATE
ecletica-109	18	3	128	CARDINAL
ecletica-109	18	4	2013	DATE
ecletica-109	19	1	129	CARDINAL
ecletica-109	21	1	0	CARDINAL
ecletica-109	21	2	50.0	CARDINAL
ecletica-109	21	3	150.0	CARDINAL
ecletica-109	21	4	250.0 mg/l	QUANTITY
ecletica-109	23	1	ten (10) days	DATE
ecletica-109	27	1	introdução metal pesado é o	ORG
ecletica-109	27	2	termo	GPE
ecletica-109	27	3	aplicado para os	PERSON
ecletica-109	27	4	grupos de metais e	ORG
ecletica-109	27	5	o	DATE
ecletica-109	28	1	o	DATE
ecletica-109	28	2	zinco	PERSON
ecletica-109	28	3	que apresentam densidade maior que	ORG
ecletica-109	28	4	6g/cm 3	QUANTITY
ecletica-109	28	5	1	CARDINAL
ecletica-109	29	1	porém	ORG
ecletica-109	29	2	alguns metais como	ORG
ecletica-109	29	3	o arsênio	PERSON
ecletica-109	29	4	que possuem densidade menor	ORG
ecletica-109	29	5	5,73g/cm 3	QUANTITY
ecletica-109	29	6	é incluso neste grupo devido	ORG
ecletica-109	30	1	2	CARDINAL
ecletica-109	31	1	das águas por metais representa um risco em potencial à biota	ORG
ecletica-109	31	2	mesmos são estáveis	PERSON
ecletica-109	31	3	persistentes e de caráter	PERSON
ecletica-109	32	1	3	CARDINAL
ecletica-109	33	1	seu estado de oxidação e da estrutura	ORG
ecletica-109	33	2	química da espécie metálica	PERSON
ecletica-109	34	1	4	CARDINAL
ecletica-109	35	1	de acordo	PERSON
ecletica-109	35	2	borba	PERSON
ecletica-109	36	1	5	CARDINAL
ecletica-109	36	2	o	DATE
ecletica-109	36	3	arsênio apresenta	ORG
ecletica-109	36	4	quatro estados de oxidação	ORG
ecletica-109	36	5	+5	PERSON
ecletica-109	36	6	é diferenciada para	ORG
ecletica-109	36	7	formas	ORG
ecletica-109	36	8	orgânicas e inorgânicas	GPE
ecletica-109	37	1	e entre	ORG
ecletica-109	37	2	espécies inorgânicas	ORG
ecletica-109	37	3	de arsênio	PERSON
ecletica-109	37	4	que é considerada 60 vezes mais tóxica que	ORG
ecletica-109	37	5	santos	PERSON
ecletica-109	37	6	2008	DATE
ecletica-109	38	1	2	CARDINAL
ecletica-109	38	2	descreve que dependendo da dose	PERSON
ecletica-109	38	3	de exposição	ORG
ecletica-109	38	4	o arsênio pode causar várias	PERSON
ecletica-109	38	5	de pele	PERSON
ecletica-109	38	6	pulmão	ORG
ecletica-109	38	7	neurológicas e endocrinológicas e que é possível haver	ORG
ecletica-109	38	8	consumo de arsênio	PERSON
ecletica-109	38	9	o aumento de casos de	PERSON
ecletica-109	39	1	357	CARDINAL
ecletica-109	39	2	17	CARDINAL
ecletica-109	39	3	6	CARDINAL
ecletica-109	39	4	alterada pela	PERSON
ecletica-109	39	5	430/11	ORDINAL
ecletica-109	39	6	estabelece	GPE
ecletica-109	39	7	entre 0,01mg.l -1	EVENT
ecletica-109	39	8	dependendo	ORG
ecletica-109	39	9	seu tipo de uso	PERSON
ecletica-109	40	1	essa resolução também estabelece	ORG
ecletica-109	40	2	limite máximo de 0,5mg.l -1 de	PERSON
ecletica-109	41	1	apesar disso	PERSON
ecletica-109	41	2	existem muitas	PERSON
ecletica-109	41	3	áreas contaminadas	PERSON
ecletica-109	42	1	7	CARDINAL
ecletica-109	43	1	8	CARDINAL
ecletica-109	44	1	muito embora ações antrópicas também contribuam para	PERSON
ecletica-109	44	2	arsênio	PERSON
ecletica-109	45	1	o ser humano pode ser exposto ao arsênio através	PERSON
ecletica-109	45	2	ar,	ORG
ecletica-109	45	3	alimento ou água	ORG
ecletica-109	46	1	entanto	ORG
ecletica-109	46	2	água	GPE
ecletica-109	46	3	altas	GPE
ecletica-109	46	4	de arsênio é	PERSON
ecletica-109	46	5	9	CARDINAL
ecletica-109	47	1	estudos de áreas que apresentam	ORG
ecletica-109	47	2	elevadas de arsênio têm sido documentados desde	ORG
ecletica-109	47	3	quando problemas de saúde foram relacionados	ORG
ecletica-109	47	4	altas	GPE
ecletica-109	47	5	de arsênio	PERSON
ecletica-109	47	6	taiwan	GPE
ecletica-109	47	7	na argentina e	FAC
ecletica-109	48	1	10	CARDINAL
ecletica-109	48	2	devido ao consumo de águas subterrâneas provenientes de aquiferos com	PERSON
ecletica-109	49	1	3	CARDINAL
ecletica-109	50	1	arsênio	PERSON
ecletica-109	50	2	da década de 90	ORG
ecletica-109	51	1	quadrilátero	GPE
ecletica-109	51	2	minas gerais é principalmente afetada	ORG
ecletica-109	51	3	devido	ORG
ecletica-109	51	4	relacionada ao	GPE
ecletica-109	51	5	intemperismo das rochas	PERSON
ecletica-109	51	6	acelerada pela	PERSON
ecletica-109	51	7	controle durante	PERSON
ecletica-109	52	1	o	DATE
ecletica-109	53	1	ouro e o início da exploração de minérios de ferro e manganês na década de 80	ORG
ecletica-109	54	1	além	ORG
ecletica-109	54	2	arsênio	PERSON
ecletica-109	54	3	carrear vários outros metais	ORG
ecletica-109	54	4	tais como cu	ORG
ecletica-109	54	5	que também são	ORG
ecletica-109	54	6	aos seres humanos	ORG
ecletica-109	55	1	vários estudos	ORG
ecletica-109	55	2	eclética química	PERSON
ecletica-109	55	3	38	DATE
ecletica-109	55	4	128	CARDINAL
ecletica-109	55	5	2013	DATE
ecletica-109	56	1	130	CARDINAL
ecletica-109	56	2	por	ORG
ecletica-109	56	3	arsênio da água	PERSON
ecletica-109	57	1	5	CARDINAL
ecletica-109	58	1	11	CARDINAL
ecletica-109	59	1	na região de ouro	PERSON
ecletica-109	59	2	o	DATE
ecletica-109	59	3	aumento da concentração de arsênio	PERSON
ecletica-109	59	4	rio doce	GPE
ecletica-109	59	5	rio das velhas	PERSON
ecletica-109	59	6	são francisco	GPE
ecletica-109	60	1	assim encontra-se arsênio	PERSON
ecletica-109	61	1	de arsênio é	ORG
ecletica-109	62	1	pois neste período	ORG
ecletica-109	62	2	chuva carreia todo	ORG
ecletica-109	62	3	arsênio das galerias	PERSON
ecletica-109	62	4	jogando-o nos rios e lagos	ORG
ecletica-109	62	5	15	CARDINAL
ecletica-109	63	1	pode ser feita através de resina de troca iônica	ORG
ecletica-109	63	2	tratamento eletroquímico e precipitação	ORG
ecletica-109	63	3	muitas vezes esses processos são inadequados	ORG
ecletica-109	63	4	principalmente quando	ORG
ecletica-109	63	5	custo elevado da aplicação desses métodos	PERSON
ecletica-109	63	6	16	CARDINAL
ecletica-109	64	1	uma técnica de remoção que está se consolidando é	ORG
ecletica-109	64	2	biológico	ORG
ecletica-109	64	3	por se tratar de um processo natural	ORG
ecletica-109	64	4	que promove um tratamento	ORG
ecletica-109	64	5	meio	PERSON
ecletica-109	64	6	custo relativamente baixo	PERSON
ecletica-109	64	7	alternativas convencionais de tratamento	PERSON
ecletica-109	65	1	várias vantagens	PERSON
ecletica-109	65	2	por ser uma tecnologia relativamente barata	ORG
ecletica-109	65	3	grandes extensões de área	PERSON
ecletica-109	66	1	tornando	GPE
ecletica-109	66	2	ecológica e	GPE
ecletica-109	66	3	e seus	ORG
ecletica-109	67	1	2	CARDINAL
ecletica-109	68	1	sobre fitorremediação	PERSON
ecletica-109	68	2	são recomendadas	PERSON
ecletica-109	68	3	algumas espécies de plantas	ORG
ecletica-109	68	4	e aquáticas	ORG
ecletica-109	68	5	pelo potencial de tolerância e acumulação de poluentes como	ORG
ecletica-109	68	6	nesta linha	ORG
ecletica-109	68	7	microalgas	PERSON
ecletica-109	68	8	leveduras	GPE
ecletica-109	68	9	dos mesmos	PERSON
ecletica-109	68	10	sendo capazes de remover	ORG
ecletica-109	69	1	cianobactérias devem ser estudadas para serem aplicadas	PERSON
ecletica-109	69	2	são	ORG
ecletica-109	69	3	encontrados	ORG
ecletica-109	69	4	ambientes contaminados por	ORG
ecletica-109	69	5	16	CARDINAL
ecletica-109	70	1	contaminadas torna-se	PERSON
ecletica-109	70	2	e pode ser feita	ORG
ecletica-109	70	3	por meio	ORG
ecletica-109	70	4	desses microorganismos	PERSON
ecletica-109	70	5	que absorvem metais	ORG
ecletica-109	70	6	técnica conhecida como biorremediação	ORG
ecletica-109	71	1	tem custos relativamente baixos	PERSON
ecletica-109	71	2	e vem	ORG
ecletica-109	71	3	sendo muito usada nos últimos	ORG
ecletica-109	72	1	porém	ORG
ecletica-109	72	2	há problemas na armazenagem	PERSON
ecletica-109	72	3	das plantas utilizadas	ORG
ecletica-109	72	4	é seca e estocada	ORG
ecletica-109	72	5	não podendo ser descartada	PERSON
ecletica-109	72	6	estão adsorvidos ou	ORG
ecletica-109	73	1	17	CARDINAL
ecletica-109	74	1	plantas que possuem maior eficiência	ORG
ecletica-109	74	2	sendo mais	ORG
ecletica-109	74	3	aos contaminantes de maior impacto	ORG
ecletica-109	74	4	como os metais	ORG
ecletica-109	74	5	são	ORG
ecletica-109	74	6	superiores de grande porte	ORG
ecletica-109	75	1	fica aderido	PERSON
ecletica-109	75	2	seu	ORG
ecletica-109	75	3	apresentando	GPE
ecletica-109	75	4	portanto	GPE
ecletica-109	75	5	uma maior capacidade de acumulação	ORG
ecletica-109	75	6	sendo chamadas de hiperacumuladoras	ORG
ecletica-109	76	1	mais sensíveis	PERSON
ecletica-109	76	2	que não	ORG
ecletica-109	76	3	grandes concentrações de metais ou qualquer	ORG
ecletica-109	76	4	são chamadas de biorremediadoras sensíveis ou não	PERSON
ecletica-109	76	5	2	CARDINAL
ecletica-109	77	1	cianobactérias	PERSON
ecletica-109	77	2	são microorganismos	ORG
ecletica-109	77	3	aeróbicos fotoautotróficos	PERSON
ecletica-109	77	4	sendo	ORG
ecletica-109	77	5	fotossíntese	NORP
ecletica-109	77	6	de obtenção de energia	ORG
ecletica-109	77	7	são classificadas como procariontes	PERSON
ecletica-109	77	8	portanto	GPE
ecletica-109	77	9	muito semelhantes bioquímica e	PERSON
ecletica-109	78	1	18	CARDINAL
ecletica-109	79	1	o aumento da incidência de floração de microalgas e cianobactérias é resultado da eutrofização dos	PERSON
ecletica-109	79	2	devido ao enriquecimento	PERSON
ecletica-109	79	3	desses	PERSON
ecletica-109	80	1	comunidade	ORG
ecletica-109	80	2	fitoplanctônica que vive na coluna	PRODUCT
ecletica-109	80	3	d’água responde rapidamente ao processo eutrófico	PERSON
ecletica-109	80	4	na diversidade de espécies e predominância de espécies de cianobactérias	ORG
ecletica-109	80	5	19	CARDINAL
ecletica-109	81	1	estas cianobactérias	PERSON
ecletica-109	81	2	após passarem por	PERSON
ecletica-109	81	3	para verificar seu potencial tóxico	PERSON
ecletica-109	81	4	podem ser utilizadas como biorremediadoras	ORG
ecletica-109	81	5	eclética química	PERSON
ecletica-109	81	6	38	DATE
ecletica-109	81	7	128	CARDINAL
ecletica-109	81	8	2013	DATE
ecletica-109	82	1	131	CARDINAL
ecletica-109	82	2	pois sua	ORG
ecletica-109	82	3	é pequena	PERSON
ecletica-109	83	1	o presente trabalho tem	PERSON
ecletica-109	83	2	por objetivo avaliar o potencial de cianobactérias	ORG
ecletica-109	83	3	gênero microcystis	FAC
ecletica-109	83	4	provenientes de lagos de pesque-pagues da região dos inconfidentesmg	ORG
ecletica-109	83	5	na biorremediação de água contaminadas	ORG
ecletica-109	83	6	por arsênio.	ORG
ecletica-109	84	1	de biomassa da cianobactéria microcystis	PERSON
ecletica-109	84	2	o	DATE
ecletica-109	84	3	cultivo de microcystis	ORG
ecletica-109	84	4	isolada de lagos de pesque-pague	ORG
ecletica-109	84	5	meio	PERSON
ecletica-109	84	6	foram	NORP
ecletica-109	84	7	à temperatura de 21,0±2,0	ORG
ecletica-109	84	8	iluminação média de 230μe	ORG
ecletica-109	84	9	fotoperíodo de 16/8 horas de luz/escuro	ORG
ecletica-109	84	10	16	CARDINAL
ecletica-109	84	11	20	CARDINAL
ecletica-109	85	1	crescimento da cianobactéria microcystis	PERSON
ecletica-109	85	2	meio	NORP
ecletica-109	85	3	contendo	GPE
ecletica-109	85	4	por avaliação	ORG
ecletica-109	85	5	teor de clorofila a. culturas de 10	PERSON
ecletica-109	85	6	frascos da cianobactéria microcystis	PERSON
ecletica-109	85	7	foram concentradas por	ORG
ecletica-109	85	8	3	CARDINAL
ecletica-109	85	9	204	CARDINAL
ecletica-109	85	10	3.500	CARDINAL
ecletica-109	85	11	por minuto	ORG
ecletica-109	85	12	5	CARDINAL
ecletica-109	85	13	à temperatura ambiente	ORG
ecletica-109	85	14	25°	QUANTITY
ecletica-109	86	1	água	GPE
ecletica-109	86	2	destilada e agitação	ORG
ecletica-109	86	3	por meio de vórtex	ORG
ecletica-109	86	4	b. braun biotech international	ORG
ecletica-109	87	1	este processo foi repetido	PERSON
ecletica-109	87	2	por mais duas vezes	ORG
ecletica-109	87	3	composto exclusivamente por	PERSON
ecletica-109	88	1	16	CARDINAL
ecletica-109	89	1	17	CARDINAL
ecletica-109	90	1	200ml de meio	ORG
ecletica-109	90	2	8	CARDINAL
ecletica-109	91	1	0	CARDINAL
ecletica-109	91	2	50,0	CARDINAL
ecletica-109	91	3	150,0	CARDINAL
ecletica-109	92	1	para cada	PERSON
ecletica-109	92	2	foram feitas	ORG
ecletica-109	92	3	4	CARDINAL
ecletica-109	92	4	1	CARDINAL
ecletica-109	93	1	1	CARDINAL
ecletica-109	93	2	concentrações de arsênio	PERSON
ecletica-109	93	3	para determinação de clorofila a. após 10	PERSON
ecletica-109	93	4	dias de exposição ao as	ORG
ecletica-109	93	5	culturas contidas	PERSON
ecletica-109	93	6	foram	ORG
ecletica-109	93	7	transferidas para tubos de centrífuga	PRODUCT
ecletica-109	94	1	foram	ORG
ecletica-109	94	2	uma velocidade de 3.500rpm	ORG
ecletica-109	94	3	20	CARDINAL
ecletica-109	94	4	à temperatura ambiente	ORG
ecletica-109	94	5	sendo o sobrenadante descartado e o concentrado de células	ORG
ecletica-109	94	6	1ml de meio	ORG
ecletica-109	94	7	foram	NORP
ecletica-109	94	8	rompidas por movimentos	PERSON
ecletica-109	94	9	bastão de vidro e	ORG
ecletica-109	95	1	tubos foram	ORG
ecletica-109	95	2	papelalumínio	GPE
ecletica-109	95	3	para evitar danos fotoxidativos	PERSON
ecletica-109	96	1	aos tubos foi acrescentado metanol	ORG
ecletica-109	96	2	100%	PERCENT
ecletica-109	96	3	merck	ORG
ecletica-109	96	4	®	ORG
ecletica-109	96	5	mantendo	ORG
ecletica-109	96	6	9:1	CARDINAL
ecletica-109	96	7	9 ml de	QUANTITY
ecletica-109	96	8	de células	PERSON
ecletica-109	97	1	após 15	PERSON
ecletica-109	97	2	minutos no escuro	ORG
ecletica-109	97	3	à temperatura ambiente	ORG
ecletica-109	97	4	tubos foram novamente submetidos	ORG
ecletica-109	98	1	foram	ORG
ecletica-109	98	2	uma velocidade de 3.500rpm	ORG
ecletica-109	98	3	10	CARDINAL
ecletica-109	98	4	à temperatura ambiente	ORG
ecletica-109	98	5	metonólico foi lido	PERSON
ecletica-109	98	6	varian	NORP
ecletica-109	98	7	665,2	CARDINAL
ecletica-109	98	8	sendo o metanol puro	ORG
ecletica-109	98	9	usado como branco	ORG
ecletica-109	99	1	o cálculo da concentração de clorofila	PERSON
ecletica-109	99	2	eclética química	PERSON
ecletica-109	99	3	38	DATE
ecletica-109	99	4	128	CARDINAL
ecletica-109	99	5	2013	DATE
ecletica-109	100	1	132	CARDINAL
ecletica-109	102	1	metanol	GPE
ecletica-109	102	2	12,7	CARDINAL
ecletica-109	103	1	determinação	GPE
ecletica-109	103	2	acúmulo de arsênio pela	PERSON
ecletica-109	103	3	para realizar	PERSON
ecletica-109	103	4	avaliação	GPE
ecletica-109	103	5	acúmulo de	PERSON
ecletica-109	103	6	pela cianobactéria microcystis	PERSON
ecletica-109	103	7	teor de clorofila	PERSON
ecletica-109	103	8	utilizando	ORG
ecletica-109	103	9	mesmas concentrações de arsênio	PERSON
ecletica-109	104	1	10	CARDINAL
ecletica-109	104	2	dias de exposição ao as	ORG
ecletica-109	104	3	culturas contidas nos	PERSON
ecletica-109	104	4	foram concentradas por	ORG
ecletica-109	104	5	uma velocidade de 3.500rpm	ORG
ecletica-109	104	6	10	CARDINAL
ecletica-109	104	7	à temperatura ambiente	ORG
ecletica-109	104	8	25°	QUANTITY
ecletica-109	105	1	água	GPE
ecletica-109	105	2	destilada e agitação	ORG
ecletica-109	105	3	por meio de vórtex	ORG
ecletica-109	106	1	este processo	PERSON
ecletica-109	106	2	por mais duas vezes	ORG
ecletica-109	106	3	composto exclusivamente por cianobactérias	PERSON
ecletica-109	107	1	o pélet foi seco	PERSON
ecletica-109	107	2	estufa	GPE
ecletica-109	107	3	60°	QUANTITY
ecletica-109	107	4	depois foi	PERSON
ecletica-109	107	5	temperatura ambiente e em	ORG
ecletica-109	107	6	3:1	CARDINAL
ecletica-109	107	7	após a mineralização	PERSON
ecletica-109	107	8	foi	ORG
ecletica-109	107	9	laboratório de geoquímica	ORG
ecletica-109	107	10	departamento de geologia da escola de minas da universidade federal	PERSON
ecletica-109	107	11	de ouro	ORG
ecletica-109	107	12	ufop	ORG
ecletica-109	107	13	para realizar	PERSON
ecletica-109	107	14	spectro ciros modelo	PRODUCT
ecletica-109	107	15	ccd	PRODUCT
ecletica-109	107	16	da quantidade de arsênio acumulada	PERSON
ecletica-109	108	1	resultados e discussão	PERSON
ecletica-109	108	2	utilizada foi preparada	PERSON
ecletica-109	108	3	concentração de 50,0 mg	ORG
ecletica-109	108	4	icp	PERSON
ecletica-109	108	5	para determinar sua	PERSON
ecletica-109	108	6	sendo o resultado encontrado	ORG
ecletica-109	108	7	crescimento da cianobactéria microcystis	PERSON
ecletica-109	108	8	meio	NORP
ecletica-109	108	9	contendo	GPE
ecletica-109	108	10	arsênio por determinação	PERSON
ecletica-109	108	11	teor de clorofila	PERSON
ecletica-109	108	12	estão compilados na tabela1	PERSON
ecletica-109	109	1	aumento	GPE
ecletica-109	109	2	teor de clorofila	PERSON
ecletica-109	109	3	1	CARDINAL
ecletica-109	110	1	pelo fato	PERSON
ecletica-109	110	2	de clorofila	PERSON
ecletica-109	110	3	participando ativamente	PERSON
ecletica-109	110	4	das cianobactérias	PERSON
ecletica-109	110	5	e corrobora	PERSON
ecletica-109	110	6	mesmas serem relativamente resistentes	PERSON
ecletica-109	110	7	aos seus	ORG
ecletica-109	110	8	21	CARDINAL
ecletica-109	110	9	22	CARDINAL
ecletica-109	111	1	2007	DATE
ecletica-109	112	1	16	CARDINAL
ecletica-109	112	2	condição de estresse ambiental	ORG
ecletica-109	112	3	e neste caso	ORG
ecletica-109	112	4	por seu efeito	ORG
ecletica-109	112	5	uma vez	ORG
ecletica-109	112	6	pelas cianobactérias	PERSON
ecletica-109	113	1	ainda	ORG
ecletica-109	113	2	relação à condição de estresse	ORG
ecletica-109	113	3	e embora haja poucos relatos sobre o efeito	ORG
ecletica-109	113	4	nos sistemas de pigmentos	PERSON
ecletica-109	113	5	mathis e kleo	PERSON
ecletica-109	113	6	1973	DATE
ecletica-109	114	1	23	CARDINAL
ecletica-109	114	2	o teor de clorofila	PERSON
ecletica-109	114	3	pode ser alterado nessas condições	ORG
ecletica-109	114	4	que leva	CARDINAL
ecletica-109	114	5	cianobactérias	PERSON
ecletica-109	115	1	determinação	GPE
ecletica-109	115	2	acúmulo de arsênio pela	PERSON
ecletica-109	115	3	resultados da leitura	PERSON
ecletica-109	115	4	das concentrações de arsênio presente nas biomassas	PERSON
ecletica-109	115	5	mineralizadas e secas realizada	PERSON
ecletica-109	115	6	icp	PERSON
ecletica-109	115	7	2	CARDINAL
ecletica-109	115	8	sendo média de duas	ORG
ecletica-109	116	1	o teor de arsênio	PERSON
ecletica-109	116	2	2	CARDINAL
ecletica-109	117	1	este efeito também foi observado	ORG
ecletica-109	117	2	por gomes (	ORG
ecletica-109	117	3	2005	DATE
ecletica-109	118	1	24	CARDINAL
ecletica-109	118	2	cianobactéria geitlerinema e	ORG
ecletica-109	118	3	por souza	ORG
ecletica-109	118	4	2007	DATE
ecletica-109	119	1	16	CARDINAL
ecletica-109	119	2	unigranulatum	ORG
ecletica-109	120	1	resultados mostram que	ORG
ecletica-109	120	2	concentrações de arsênio utilizadas apresentando um bom potencial para sua biorremediação	PERSON
ecletica-109	121	1	eclética química	PERSON
ecletica-109	121	2	38	DATE
ecletica-109	121	3	128	CARDINAL
ecletica-109	121	4	2013	DATE
ecletica-109	122	1	133	CARDINAL
ecletica-109	122	2	2	CARDINAL
ecletica-109	122	3	teor de as(mg	PERSON
ecletica-109	122	4	souza	GPE
ecletica-109	122	5	2007	DATE
ecletica-109	123	1	16	CARDINAL
ecletica-109	123	2	por mecanismos de biossorção	ORG
ecletica-109	123	3	processos físicos	ORG
ecletica-109	123	4	químicos e biológicos	PERSON
ecletica-109	123	5	tanto	GPE
ecletica-109	123	6	células vivas quanto	PERSON
ecletica-109	123	7	faz	ORG
ecletica-109	123	8	ressalva que estes mecanismos antecedem	ORG
ecletica-109	123	9	respostas	ORG
ecletica-109	123	10	dos organismos ao estresse	PERSON
ecletica-109	123	11	das células	PERSON
ecletica-109	124	1	cianobactérias absorvem	PERSON
ecletica-109	125	1	essa concentração é conhecida como	ORG
ecletica-109	126	1	podendo levar à sua	ORG
ecletica-109	126	2	que pode ser ou não	ORG
ecletica-109	127	1	16	CARDINAL
ecletica-109	127	2	24	CARDINAL
ecletica-109	128	1	bottino et al	PERSON
ecletica-109	129	1	1978	DATE
ecletica-109	130	1	25	CARDINAL
ecletica-109	130	2	células de phormidium	ORG
ecletica-109	130	3	após estes terem atingindo os seus platôs de absorção	PERSON
ecletica-109	131	1	relação entre	ORG
ecletica-109	131	2	teor de clorofila	PERSON
ecletica-109	131	3	quais foi exposta	PERSON
ecletica-109	131	4	cianobactéria microcystis	ORG
ecletica-109	131	5	está ilustrada na figura 3	ORG
ecletica-109	131	6	3	CARDINAL
ecletica-109	131	7	comparação entre	PERSON
ecletica-109	132	1	o aumento da absorção de	PERSON
ecletica-109	132	2	pela cianobactéria	PERSON
ecletica-109	132	3	3	CARDINAL
ecletica-109	133	1	jacobson e halmann	PERSON
ecletica-109	133	2	1982	DATE
ecletica-109	134	1	26	CARDINAL
ecletica-109	134	2	resistência das cianobactérias pode ser devida à capacidade de formar	PERSON
ecletica-109	135	1	souza	PERSON
ecletica-109	135	2	2007	DATE
ecletica-109	136	1	16	CARDINAL
ecletica-109	136	2	sobre	GPE
ecletica-109	136	3	células	ORG
ecletica-109	136	4	por prevenir	ORG
ecletica-109	136	5	já estando nas células	PERSON
ecletica-109	136	6	o arsênio causa poucos danos	PERSON
ecletica-109	136	7	quando o fosfato está presente	PERSON
ecletica-109	136	8	provavelmente devido à competição que	PERSON
ecletica-109	136	9	rotas metabólicas	FAC
ecletica-109	136	10	síntese	NORP
ecletica-109	137	1	além	ORG
ecletica-109	137	2	crescimento e da absorção	PERSON
ecletica-109	137	3	2005	DATE
ecletica-109	138	1	24	CARDINAL
ecletica-109	138	2	2007	DATE
ecletica-109	139	1	16	CARDINAL
ecletica-109	139	2	utilizada é	PERSON
ecletica-109	139	3	estudos de biorremediação de arsênio por cianobactérias	ORG
ecletica-109	139	4	expondo que não existe na literatura uma padronização	ORG
ecletica-109	139	5	da biomassa	PERSON
ecletica-109	139	6	fim de obter uma resposta adequada à concentração	ORG
ecletica-109	140	1	faz	ORG
ecletica-109	140	2	devido ao valor da biomassa produzida ser diretamente proporcional à quantidade de	PERSON
ecletica-109	140	3	de ligação disponíveis	ORG
ecletica-109	140	4	processos de absorção	ORG
ecletica-109	140	5	pelas cianofíceas	ORG
ecletica-109	141	1	24	CARDINAL
ecletica-109	142	1	diante desta falta de uniformidade	PERSON
ecletica-109	142	2	2005	DATE
ecletica-109	143	1	24	CARDINAL
ecletica-109	143	2	eclética química	PERSON
ecletica-109	143	3	38	DATE
ecletica-109	143	4	128	CARDINAL
ecletica-109	143	5	2013	DATE
ecletica-109	144	1	134	CARDINAL
ecletica-109	144	2	utilizado nos	PERSON
ecletica-109	144	3	1,0	CARDINAL
ecletica-109	144	4	g de biomassa seca	PERSON
ecletica-109	144	5	1	CARDINAL
ecletica-109	144	6	665	CARDINAL
ecletica-109	144	7	teor de clorofila	PERSON
ecletica-109	144	8	13,512	CARDINAL
ecletica-109	144	9	12,900	CARDINAL
ecletica-109	144	10	ambientes contaminados	ORG
ecletica-109	144	11	por	ORG
ecletica-109	145	1	o teor de clorofila	PERSON
ecletica-109	145	2	foi maior onde	ORG
ecletica-109	146	1	meio de cultivo	PERSON
ecletica-109	147	1	elas também foram capazes de absorver	ORG
ecletica-109	147	2	o arsênio	PERSON
ecletica-109	147	3	meio	PERSON
ecletica-109	147	4	potencial de biorremediação para	ORG
ecletica-109	147	5	altas	GPE
ecletica-109	148	1	autores agradecem à fapemig e ao lgqa/degeo	ORG
ecletica-109	148	2	1	CARDINAL
ecletica-109	148	3	b.j.	GPE
ecletica-109	150	1	johnwilwy e sons inc:	ORG
ecletica-109	150	2	new york	GPE
ecletica-109	151	1	1993	DATE
ecletica-109	151	2	553	CARDINAL
ecletica-109	152	1	2	CARDINAL
ecletica-109	152	2	e. c. santos	PERSON
ecletica-109	153	1	macrófitas	ORG
ecletica-109	153	2	aquáticas	GPE
ecletica-109	153	3	tratamento de águas	ORG
ecletica-109	153	4	por arsênio	ORG
ecletica-109	154	1	dissertação	PERSON
ecletica-109	154	2	de ouro	ORG
ecletica-109	154	3	2008	DATE
ecletica-109	154	4	84p	DATE
ecletica-109	155	1	3	CARDINAL
ecletica-109	155	2	m.r. milani	PERSON
ecletica-109	156	1	niencheski	PERSON
ecletica-109	156	2	m.l. paiva	PERSON
ecletica-109	156	3	química nova	GPE
ecletica-109	157	1	35(7	CARDINAL
ecletica-109	157	2	2012	DATE
ecletica-109	157	3	1401	DATE
ecletica-109	158	1	4]d	CARDINAL
ecletica-109	158	2	q. hung	PERSON
ecletica-109	158	3	o. nekrassova	ORG
ecletica-109	158	4	compton	PERSON
ecletica-109	158	5	talanta	GPE
ecletica-109	159	1	64	DATE
ecletica-109	159	2	2004	DATE
ecletica-109	159	3	269	CARDINAL
ecletica-109	160	1	5	CARDINAL
ecletica-109	160	2	borba	GPE
ecletica-109	160	3	arsênio em ambiente	PERSON
ecletica-109	160	4	processos geoquímicos	ORG
ecletica-109	161	1	tese	NORP
ecletica-109	162	1	instituto de	PERSON
ecletica-109	162	2	estadual de campinas	ORG
ecletica-109	163	1	2002	DATE
ecletica-109	163	2	111p	ORG
ecletica-109	164	1	6	CARDINAL
ecletica-109	165	1	conama.	ORG
ecletica-109	166	1	meio ambiente	PERSON
ecletica-109	166	2	357/05	CARDINAL
ecletica-109	166	3	acesso	ORG
ecletica-109	166	4	10/12/12	DATE
ecletica-109	166	5	2005	DATE
ecletica-109	167	1	j. o. grimalt	PERSON
ecletica-109	167	2	m. ferrer	PERSON
ecletica-109	167	3	e. macpherso	PERSON
ecletica-109	167	4	242	CARDINAL
ecletica-109	167	5	1999	DATE
ecletica-109	167	6	3	CARDINAL
ecletica-109	168	1	8	CARDINAL
ecletica-109	168	2	e. deschamps	PERSON
ecletica-109	168	3	s. t. ciminelli	PERSON
ecletica-109	168	4	f. t. lange	PERSON
ecletica-109	168	5	j. matschullat	PERSON
ecletica-109	168	6	h. eschmidt	ORG
ecletica-109	169	1	2 (2002	DATE
ecletica-109	169	2	216	CARDINAL
ecletica-109	170	1	9	CARDINAL
ecletica-109	170	2	indian	NORP
ecletica-109	170	3	j. med.	PERSON
ecletica-109	172	1	2008	DATE
ecletica-109	172	2	436	CARDINAL
ecletica-109	173	1	eclética química	PERSON
ecletica-109	173	2	38	DATE
ecletica-109	173	3	128	CARDINAL
ecletica-109	173	4	2013	DATE
ecletica-109	173	5	135	CARDINAL
ecletica-109	174	1	10	CARDINAL
ecletica-109	174	2	smedley	ORG
ecletica-109	174	3	d. g. kinninburgh	PERSON
ecletica-109	175	1	17 (2002	DATE
ecletica-109	175	2	517	CARDINAL
ecletica-109	176	1	11	CARDINAL
ecletica-109	176	2	diagnóstico da situação ambiental da cabeceira da bacia	PERSON
ecletica-109	176	3	rio doce	GPE
ecletica-109	177	1	das contaminações por metais pesados	ORG
ecletica-109	178	1	dissertação	GPE
ecletica-109	178	2	departamento de geologia	PERSON
ecletica-109	178	3	de ouro	ORG
ecletica-109	178	4	ouro preto	ORG
ecletica-109	178	5	1997	DATE
ecletica-109	179	1	12	CARDINAL
ecletica-109	179	2	gonçalves	GPE
ecletica-109	179	3	m. a. pereira	PERSON
ecletica-109	179	4	j. c. lena	PERSON
ecletica-109	179	5	j. f. paiva	PERSON
ecletica-109	180	1	2005	DATE
ecletica-109	181	1	13	CARDINAL
ecletica-109	181	2	h. pimentel	PERSON
ecletica-109	181	3	j. c. lena	PERSON
ecletica-109	181	4	h. a. jrnalini	PERSON
ecletica-109	181	5	43	DATE
ecletica-109	181	6	2003	DATE
ecletica-109	181	7	725	CARDINAL
ecletica-109	182	1	14	CARDINAL
ecletica-109	182	2	geoquímica e impacto ambiental	PERSON
ecletica-109	182	3	arsênio	PERSON
ecletica-109	182	4	ribeira	PERSON
ecletica-109	183	1	dissertação	PERSON
ecletica-109	183	2	instituto de geociências	PERSON
ecletica-109	183	3	estadual de campinas	ORG
ecletica-109	184	1	1997	DATE
ecletica-109	184	2	100p	CARDINAL
ecletica-109	185	1	15	CARDINAL
ecletica-109	185	2	r. p. borba	PERSON
ecletica-109	185	3	b.r.	GPE
ecletica-109	185	4	figueiredo	GPE
ecletica-109	185	5	j. a. cavalcant	PERSON
ecletica-109	185	6	revista escola de minas	ORG
ecletica-109	186	1	57(1	DATE
ecletica-109	186	2	2004	DATE
ecletica-109	186	3	45	CARDINAL
ecletica-109	187	1	16	CARDINAL
ecletica-109	187	2	potencial de cianobactérias para	ORG
ecletica-109	187	3	de águas e solos contaminados	ORG
ecletica-109	187	4	por arsênio	ORG
ecletica-109	188	1	dissertação	PERSON
ecletica-109	188	2	de pós-graduação	PERSON
ecletica-109	188	3	de viçosa	PERSON
ecletica-109	189	1	2007	DATE
ecletica-109	190	1	17	CARDINAL
ecletica-109	190	2	l. v. r. a. b. pandolpho	PERSON
ecletica-109	190	3	identificação de cianobactérias e estudo da toxicidade	ORG
ecletica-109	190	4	de cianotoxinas nos pesque-pagues da região dos inconfidentes mg	ORG
ecletica-109	191	1	dissertação	GPE
ecletica-109	191	2	de ouro	ORG
ecletica-109	192	1	2009	DATE
ecletica-109	192	2	57p	DATE
ecletica-109	193	1	18	CARDINAL
ecletica-109	193	2	w.w. carmichael	GPE
ecletica-109	193	3	american	NORP
ecletica-109	194	1	1994	DATE
ecletica-109	194	2	78	CARDINAL
ecletica-109	195	1	19	CARDINAL
ecletica-109	195	2	w. r. evans	PERSON
ecletica-109	195	3	w. w. carmichael	PERSON
ecletica-109	195	4	m. namikoshi	PERSON
ecletica-109	195	5	6	CARDINAL
ecletica-109	195	6	1994	DATE
ecletica-109	195	7	261	CARDINAL
ecletica-109	196	1	20	CARDINAL
ecletica-109	196	2	cetesb	PERSON
ecletica-109	196	3	teste para avaliação de	ORG
ecletica-109	196	4	aguda de cianobactérias método de ensaio	PERSON
ecletica-109	197	1	são paulo	PERSON
ecletica-109	197	2	1993	DATE
ecletica-109	198	1	21	CARDINAL
ecletica-109	198	2	s. matsuto	PERSON
ecletica-109	198	3	h. kasuga	PERSON
ecletica-109	198	4	okumoto	GPE
ecletica-109	198	5	a. takahashi	PERSON
ecletica-109	199	1	1984	DATE
ecletica-109	199	2	377	CARDINAL
ecletica-109	200	1	22	CARDINAL
ecletica-109	200	2	t. thiel	ORG
ecletica-109	200	3	1988	DATE
ecletica-109	200	4	1143	CARDINAL
ecletica-109	201	1	23	CARDINAL
ecletica-109	201	2	p. mathis	PERSON
ecletica-109	201	3	j. kleo	PERSON
ecletica-109	202	1	18 (1973	DATE
ecletica-109	202	2	343	CARDINAL
ecletica-109	203	1	24	CARDINAL
ecletica-109	203	2	c. q. gomes	PERSON
ecletica-109	203	3	caracterização de geitlerinema	ORG
ecletica-109	203	4	chlorophyta	PERSON
ecletica-109	203	5	cultivadas em presença de arsênio	PERSON
ecletica-109	204	1	dissertação	PERSON
ecletica-109	204	2	de pós-graduação	PERSON
ecletica-109	204	3	de viçosa	PERSON
ecletica-109	204	4	2005	DATE
ecletica-109	204	5	68p	CARDINAL
ecletica-109	205	1	25	CARDINAL
ecletica-109	205	2	n. r. bottino	PERSON
ecletica-109	205	3	r. d. newman	PERSON
ecletica-109	205	4	e. r. cox	PERSON
ecletica-109	205	5	r.	NORP
ecletica-109	205	6	m. hobn	PERSON
ecletica-109	205	7	r. a. zingaro	PERSON
ecletica-109	205	8	k.j.	GPE
ecletica-109	205	9	irgolic, journal	ORG
ecletica-109	206	1	33 (1978	DATE
ecletica-109	206	2	153	CARDINAL
ecletica-109	207	1	26	CARDINAL
ecletica-109	207	2	l. jacobson	PERSON
ecletica-109	207	3	m. halmann	PERSON
ecletica-109	208	1	4(3	CARDINAL
ecletica-109	208	2	1982	DATE
ecletica-109	208	3	481	CARDINAL
