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ecletica-119	1	2	química	GPE
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ecletica-119	1	4	30	CARDINAL
ecletica-119	1	5	2012	DATE
ecletica-119	2	1	foram	ORG
ecletica-119	2	2	sendo criadas e	PERSON
ecletica-119	3	1	exemplos clássicos disso são	ORG
ecletica-119	3	2	observações iniciais de joannes m. marci	ORG
ecletica-119	4	1	4	CARDINAL
ecletica-119	4	2	1648	CARDINAL
ecletica-119	4	3	sobre	GPE
ecletica-119	4	4	da luz	PERSON
ecletica-119	4	5	d’água	DATE
ecletica-119	4	6	ótico conhecido como arco-íris e	ORG
ecletica-119	4	7	newton	GPE
ecletica-119	4	8	sobre decomposição e recomposição da luz	ORG
ecletica-119	4	9	sendo tais	ORG
ecletica-119	4	10	robert w. bunsen e gustav r. kirchhoff	PERSON
ecletica-119	4	11	1858	DATE
ecletica-119	4	12	medição	DATE
ecletica-119	4	13	das linhas de emissão de alguns	ORG
ecletica-119	5	1	o nascimento das técnicas de absorção	PERSON
ecletica-119	6	1	atualmente	ORG
ecletica-119	6	2	pelo fornecimento	PERSON
ecletica-119	6	3	de informações vitais para praticamente todas	ORG
ecletica-119	6	4	química	GPE
ecletica-119	6	5	biologia	GPE
ecletica-119	7	1	menor escala	GPE
ecletica-119	7	2	todos	GPE
ecletica-119	7	3	campos de ciência precisam das ferramentas	PERSON
ecletica-119	7	4	da química analítica	PERSON
ecletica-119	7	5	e de uma correta	ORG
ecletica-119	7	6	por essas ferramentas	ORG
ecletica-119	7	7	hoje conhecidas como técnicas instrumentais de análise	ORG
ecletica-119	8	1	na gravimetria e volumetria	ORG
ecletica-119	8	2	hoje conhecidas como técnicas clássicas de análise possuem mais relevância na aplicação de introdução	ORG
ecletica-119	8	3	da química se mistura	PERSON
ecletica-119	9	1	ainda em seus	ORG
ecletica-119	9	2	termo scheidekunst como referência	ORG
ecletica-119	9	3	química	GPE
ecletica-119	9	4	termo esse	ORG
ecletica-119	9	5	significa isolar	PERSON
ecletica-119	9	6	em seus componentes	ORG
ecletica-119	9	7	1	CARDINAL
ecletica-119	10	1	para auxiliar	PERSON
ecletica-119	10	2	químicas foi	PERSON
ecletica-119	10	3	embora sua descoberta	ORG
ecletica-119	11	1	2	CARDINAL
ecletica-119	11	2	confiáveis passaram	PERSON
ecletica-119	11	3	ser utilizadas apenas	ORG
ecletica-119	11	4	quando antoine lavoisier reconheceu	ORG
ecletica-119	11	5	comportamento da matéria	PERSON
ecletica-119	12	1	3	CARDINAL
ecletica-119	13	1	na medição da massa de um ou mais determinados componentes extraídos de uma	PERSON
ecletica-119	13	2	amostra permitiu	ORG
ecletica-119	13	3	crescimento da análise gravimétrica	PERSON
ecletica-119	14	1	não só isso	PERSON
ecletica-119	14	2	percentuais de minerais	ORG
ecletica-119	14	3	teóricas	ORG
ecletica-119	15	1	somatório das massas encontradas possibilitou	PERSON
ecletica-119	15	2	alguns deles denominados como	PERSON
ecletica-119	15	3	entre eles	PERSON
ecletica-119	15	4	óxidos de zircônio	PERSON
ecletica-119	15	5	urânio	GPE
ecletica-119	15	6	titânio	NORP
ecletica-119	16	1	medida	GPE
ecletica-119	16	2	conhecimento	ORG
ecletica-119	16	3	ciência e tecnologia foi se desenvolvendo	PERSON
ecletica-119	16	4	novas técnicas de análise spectrofluorimetric determination of furosemide	ORG
ecletica-119	21	1	da silva neto	PERSON
ecletica-119	21	2	wagner felippe pacheco	PERSON
ecletica-119	21	3	felipe silva semaan	PERSON
ecletica-119	21	4	departamento de química analítica	PERSON
ecletica-119	21	5	instituto de química da universidade federal fluminense	ORG
ecletica-119	21	6	outeiro de são joão batista	ORG
ecletica-119	21	7	s/n	PRODUCT
ecletica-119	21	8	24020-150	CARDINAL
ecletica-119	21	9	brasil	PERSON
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ecletica-119	24	1	química	GPE
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ecletica-119	24	4	2012	DATE
ecletica-119	25	1	soluções injetáveis	PERSON
ecletica-119	25	2	10 mg ml-1	QUANTITY
ecletica-119	25	3	sendo fabricadas e vendidas	ORG
ecletica-119	25	4	por diversas indústrias farmacêuticas	ORG
ecletica-119	26	1	de 40 mg podem ser obtidos gratuitamente através	PERSON
ecletica-119	26	2	sistema único de saúde	ORG
ecletica-119	27	1	para adultos varia entre	ORG
ecletica-119	27	2	20	CARDINAL
ecletica-119	27	3	única pela manhã	PERSON
ecletica-119	27	4	podendo ser aumentada	PERSON
ecletica-119	27	5	600	CARDINAL
ecletica-119	28	1	única de 2	ORG
ecletica-119	28	2	podendo ser ajustada	ORG
ecletica-119	28	3	entre 1 e 2 mg	EVENT
ecletica-119	28	4	tendo-se como dosagem máxima	ORG
ecletica-119	29	1	o medicamento de referência é o lasix®	PERSON
ecletica-119	29	2	de ampla utilização como diurético	ORG
ecletica-119	30	1	o	DATE
ecletica-119	30	2	dos medicamentos genéricos	PERSON
ecletica-119	30	3	farmacêuticas disponíveis	ORG
ecletica-119	30	4	exigindo maior controle da qualidade	ORG
ecletica-119	30	5	medicamento produzido e disponibilizado ao usuário	PERSON
ecletica-119	30	6	quer seja	ORG
ecletica-119	30	7	controle microbiológico	PERSON
ecletica-119	30	8	físico-químico ou de	ORG
ecletica-119	30	9	tornando	GPE
ecletica-119	30	10	necessárias metodologias rápidas e confiáveis	PERSON
ecletica-119	30	11	para aplicação	PERSON
ecletica-119	31	1	por outro lado	ORG
ecletica-119	31	2	observa-se	ORG
ecletica-119	31	3	necessidade de controle rigoroso de	ORG
ecletica-119	31	4	visto ser seu	PERSON
ecletica-119	31	5	de danos à saúde	PERSON
ecletica-119	32	1	reações adversas mais comuns	PERSON
ecletica-119	32	2	associadas ao uso excessivo da furosemida	PERSON
ecletica-119	32	3	depleção excessiva de água e eletrólitos	ORG
ecletica-119	32	4	como dito acima	ORG
ecletica-119	32	5	alcalose metabólica	PERSON
ecletica-119	32	6	podendo ser observados efeitos	ORG
ecletica-119	32	7	severos como náuseas	FAC
ecletica-119	32	8	reações alérgicas	GPE
ecletica-119	32	9	7	CARDINAL
ecletica-119	32	10	8	CARDINAL
ecletica-119	32	11	9	CARDINAL
ecletica-119	33	1	ainda	ORG
ecletica-119	33	2	diurético	ORG
ecletica-119	33	3	o que pode ser superado com	PERSON
ecletica-119	33	4	outros fármacos como	ORG
ecletica-119	33	5	tiazidas	GPE
ecletica-119	34	1	espectroscopia de emissão	PERSON
ecletica-119	35	1	é uma técnica analítica baseada	ORG
ecletica-119	35	2	luz visível	PERSON
ecletica-119	36	1	emitida	DATE
ecletica-119	36	2	por	ORG
ecletica-119	36	3	quando essa parte de um estado excitado	ORG
ecletica-119	36	4	seu	ORG
ecletica-119	36	5	10	CARDINAL
ecletica-119	37	1	existem diversas	PERSON
ecletica-119	37	2	formas de promover	ORG
ecletica-119	37	3	e é justamente essa etapa de excitação que irá	ORG
ecletica-119	38	1	seja por	ORG
ecletica-119	38	2	química	GPE
ecletica-119	38	3	básicos de química analítica	ORG
ecletica-119	38	4	como reações químicas	ORG
ecletica-119	39	1	uma vez que	ORG
ecletica-119	39	2	cada vez menores de concentração	WORK_OF_ART
ecletica-119	39	3	mais curto de análise	ORG
ecletica-119	40	1	dentro desse âmbito	ORG
ecletica-119	40	2	muitas das instituições técnicas de ensino	PERSON
ecletica-119	40	3	têm adaptado seus currículos para incluir tais	ORG
ecletica-119	41	1	devido ao nível de desenvolvimento	PERSON
ecletica-119	41	2	sobre	GPE
ecletica-119	41	3	técnica	GPE
ecletica-119	42	1	por exemplo	ORG
ecletica-119	42	2	métodos espectrofotométricos são	ORG
ecletica-119	42	3	entre	GPE
ecletica-119	43	1	entre eles destacam-se	PERSON
ecletica-119	43	2	espectrometrias de absorção	PERSON
ecletica-119	43	3	e emissão atômicas	ORG
ecletica-119	43	4	espectrometrias de absorção	PERSON
ecletica-119	43	5	luminescência	PERSON
ecletica-119	44	1	denominada	GPE
ecletica-119	44	2	é um pó cristalino	ORG
ecletica-119	44	3	branco e inodoro	PERSON
ecletica-119	44	4	ácidas diluídas	PERSON
ecletica-119	44	5	alcalinas diluídas	PERSON
ecletica-119	45	1	5	CARDINAL
ecletica-119	46	1	da furosemida é apresentada	PERSON
ecletica-119	46	2	1	CARDINAL
ecletica-119	46	3	1	CARDINAL
ecletica-119	46	4	da furosemida	PERSON
ecletica-119	47	1	derivada	PERSON
ecletica-119	47	2	ácido antranílico	PERSON
ecletica-119	47	3	pode gerar depleção excessiva de água e eletrólitos, devendo	ORG
ecletica-119	47	4	portanto	GPE
ecletica-119	47	5	ser utilizada	PERSON
ecletica-119	47	6	supervisão médica	ORG
ecletica-119	47	7	necessidade de ajuste de dosagem de acordo	ORG
ecletica-119	47	8	6	CARDINAL
ecletica-119	47	9	7	CARDINAL
ecletica-119	47	10	8	CARDINAL
ecletica-119	48	1	apresentações comerciais	PERSON
ecletica-119	48	2	fármaco	GPE
ecletica-119	48	3	entre comprimidos	ORG
ecletica-119	48	4	20	CARDINAL
ecletica-119	51	1	37	DATE
ecletica-119	51	2	30	CARDINAL
ecletica-119	51	3	2012	DATE
ecletica-119	53	1	possui vários caminhos possíveis	PERSON
ecletica-119	53	2	para eliminar esse	PERSON
ecletica-119	53	3	de energia absorvido	PERSON
ecletica-119	53	4	desativação	ORG
ecletica-119	53	5	fluorescência ou fosforescência	PERSON
ecletica-119	54	1	esses processos são mais bem	ORG
ecletica-119	54	2	pelo diagrama de perrin-jablonski	PERSON
ecletica-119	54	3	2	CARDINAL
ecletica-119	55	1	são	ORG
ecletica-119	55	2	pela linha grossa	ORG
ecletica-119	55	3	e cada um desses estados	ORG
ecletica-119	55	4	possui vários estados vibracionais	ORG
ecletica-119	55	5	pelas linhas horizontais	ORG
ecletica-119	55	6	mais finas	PERSON
ecletica-119	56	1	transições	ORG
ecletica-119	56	2	são	ORG
ecletica-119	56	3	pelas setas verticais	ORG
ecletica-119	57	1	cada	GPE
ecletica-119	57	2	eletrônica é da ordem de	PERSON
ecletica-119	57	3	10-15	CARDINAL
ecletica-119	57	4	muito curto quando comparado à vibração das	PERSON
ecletica-119	57	5	10-10	CARDINAL
ecletica-119	58	1	essa diferença de	PERSON
ecletica-119	58	2	faz	ORG
ecletica-119	58	3	de absorção de luz	PERSON
ecletica-119	58	4	relativa	ORG
ecletica-119	58	5	núcleos atômicos	PERSON
ecletica-119	59	1	2	CARDINAL
ecletica-119	59	2	diagrama de perrin-jablonski	PERSON
ecletica-119	59	3	diferença energética	ORG
ecletica-119	59	4	entre s0 e s1 é muito alta para ser	ORG
ecletica-119	59	5	pela	PERSON
ecletica-119	59	6	temperatura ambiente	ORG
ecletica-119	59	7	de forma que	ORG
ecletica-119	60	1	mesmo tendo	PERSON
ecletica-119	61	1	ao primeiro nível eletrônico	ORG
ecletica-119	61	2	pode ser calculado pela	PERSON
ecletica-119	61	3	de boltzman que	ORG
ecletica-119	61	4	temperatura ambiente	ORG
ecletica-119	61	5	das moléculas se encontra	PERSON
ecletica-119	61	6	estado vibracional de energia mais baixa	ORG
ecletica-119	61	7	banda de absorção	ORG
ecletica-119	61	8	é o conjunto de cada uma dessas transições	ORG
ecletica-119	61	9	estado mais baixo	ORG
ecletica-119	61	10	tanto	GPE
ecletica-119	61	11	técnica será chamada de	ORG
ecletica-119	62	1	11	CARDINAL
ecletica-119	62	2	12	CARDINAL
ecletica-119	62	3	13	CARDINAL
ecletica-119	63	1	pela passagem de uma corrente elétrica	ORG
ecletica-119	63	2	14	CARDINAL
ecletica-119	64	1	pela	PERSON
ecletica-119	64	2	gerada na superfície de algumas substâncias cristalinas quando essas são atritadas	ORG
ecletica-119	64	3	resultando na emissão de luz	GPE
ecletica-119	64	4	técnica luminescente é chamada de triboluminescência	ORG
ecletica-119	65	1	15	CARDINAL
ecletica-119	65	2	16	CARDINAL
ecletica-119	66	1	outra forma de excitação é	ORG
ecletica-119	66	2	por meio de ondas de choque	ORG
ecletica-119	66	3	sonoluminescência	PERSON
ecletica-119	67	1	17	CARDINAL
ecletica-119	67	2	18	CARDINAL
ecletica-119	67	3	pela incidência de luz ultravioleta	PERSON
ecletica-119	67	4	nesse caso	ORG
ecletica-119	67	5	técnica é chamada de fotoluminescência	ORG
ecletica-119	67	6	19	CARDINAL
ecletica-119	68	1	fluorescência e fosforescência são casos	PERSON
ecletica-119	69	1	ambos os processos se iniciam quando	ORG
ecletica-119	69	2	fóton de energia adequada para promover	ORG
ecletica-119	70	1	normalmente	ORG
ecletica-119	70	2	de energia mais alta	ORG
ecletica-119	71	1	como consequência dessa transição eletrônica	PERSON
ecletica-119	71	2	é dita como estando	PERSON
ecletica-119	72	1	mesmo	ORG
ecletica-119	72	2	seu número de	ORG
ecletica-119	72	3	é mantido	PERSON
ecletica-119	72	4	zero	CARDINAL
ecletica-119	73	1	tanto	GPE
ecletica-119	73	2	1	CARDINAL
ecletica-119	74	1	2s	CARDINAL
ecletica-119	74	2	ambos são chamados de estado singleto	ORG
ecletica-119	75	1	isso	PERSON
ecletica-119	77	1	é	ORG
ecletica-119	77	2	por s0	ORG
ecletica-119	77	3	primeiro estado eletrônico excitado por s1	ORG
ecletica-119	77	4	por aí vai	ORG
ecletica-119	78	1	na fosforescência	PERSON
ecletica-119	78	2	estado eletrônico excitado	ORG
ecletica-119	78	3	de forma que	ORG
ecletica-119	78	4	1	CARDINAL
ecletica-119	78	5	3	CARDINAL
ecletica-119	78	6	sendo por	ORG
ecletica-119	78	7	chamada de estado triplete	ORG
ecletica-119	79	1	eletrônico é	ORG
ecletica-119	79	2	então	ORG
ecletica-119	79	3	pela letra	PERSON
ecletica-119	79	4	é uma	ORG
ecletica-119	79	5	eletrônica proibida de acordo	ORG
ecletica-119	79	6	regras da mecânica	PERSON
ecletica-119	80	1	10	CARDINAL
ecletica-119	80	2	sempre há	PERSON
ecletica-119	80	3	pequena interação entre	ORG
ecletica-119	80	4	de onda de diferentes	PERSON
ecletica-119	81	1	isso leva	PERSON
ecletica-119	81	2	uma pequena	GPE
ecletica-119	81	3	porém não	ORG
ecletica-119	81	4	fração de transição eletrônica	ORG
ecletica-119	81	5	inversão de spin	PERSON
ecletica-119	82	1	na fosforescência	PERSON
ecletica-119	82	2	são	ORG
ecletica-119	82	3	para aumentar essa fração	PERSON
ecletica-119	83	1	33eclética	CARDINAL
ecletica-119	83	2	química	GPE
ecletica-119	83	3	37	DATE
ecletica-119	83	4	30	CARDINAL
ecletica-119	83	5	2012	DATE
ecletica-119	84	1	o	DATE
ecletica-119	84	2	de mesmo quando	PERSON
ecletica-119	84	3	algumas moléculas vários picos de excitação	PERSON
ecletica-119	84	4	que são	ORG
ecletica-119	84	5	na espectrofotometria de absorção	PERSON
ecletica-119	85	1	ser ressaltado é que	ORG
ecletica-119	85	2	mesmo	PERSON
ecletica-119	85	3	sendo menos eficiente	ORG
ecletica-119	85	4	1º	CARDINAL
ecletica-119	85	5	ela ainda	PERSON
ecletica-119	85	6	na maioria das moléculas	PERSON
ecletica-119	86	1	isso	PERSON
ecletica-119	86	2	pela qual	PERSON
ecletica-119	86	3	moléculas apresenta espectros de absorção	ORG
ecletica-119	86	4	mas não apresenta	ORG
ecletica-119	87	1	para pelo menos alguns desses casos	PERSON
ecletica-119	87	2	gasto na conversão interna foi menor	PERSON
ecletica-119	87	3	de modo que quando	PERSON
ecletica-119	87	4	para emitir	PERSON
ecletica-119	87	5	na forma de luz	ORG
ecletica-119	87	6	ela já não	PERSON
ecletica-119	87	7	de energia	PERSON
ecletica-119	87	8	o	DATE
ecletica-119	87	9	qual foi convertido totalmente	PERSON
ecletica-119	87	10	pela colisão com	PERSON
ecletica-119	88	1	quando nenhum dos	ORG
ecletica-119	88	2	processos de desativação não radiativa acontece	ORG
ecletica-119	88	3	de energia sobre	PERSON
ecletica-119	89	1	diretamente sem modificação	PERSON
ecletica-119	89	2	fluorescência	PERSON
ecletica-119	90	1	molécula perdeu parte da energia	PERSON
ecletica-119	90	2	pela	PERSON
ecletica-119	90	3	será menor que	PERSON
ecletica-119	90	4	por tanto	ORG
ecletica-119	90	5	o	DATE
ecletica-119	90	6	de onda será maior	ORG
ecletica-119	91	1	disso é que o espectro de emissão não é	PERSON
ecletica-119	91	2	ao espectro de excitação	ORG
ecletica-119	91	3	de ondas maiores	ORG
ecletica-119	92	1	diferença entre esses picos é chamada de deslocamento de stokes	ORG
ecletica-119	93	1	aparentemente	ORG
ecletica-119	93	2	uma pequena fração da solução sofre um	PERSON
ecletica-119	93	3	comportamento atípico	PERSON
ecletica-119	93	4	absorvem	PERSON
ecletica-119	94	1	explicação para	ORG
ecletica-119	94	2	é relativamente simples	ORG
ecletica-119	95	1	embora tenha	PERSON
ecletica-119	95	2	estado vibracional mais baixo	ORG
ecletica-119	95	3	estado eletrônico	ORG
ecletica-119	95	4	muito pequena	PERSON
ecletica-119	95	5	10 ou mesmo	QUANTITY
ecletica-119	95	6	1%	PERCENT
ecletica-119	95	7	mais altos	ORG
ecletica-119	95	8	de forma que eles podem	ORG
ecletica-119	95	9	absorver para	PERSON
ecletica-119	96	1	1º	CARDINAL
ecletica-119	96	2	1º	CARDINAL
ecletica-119	96	3	e emitirem para um nível vibracional diferente	ORG
ecletica-119	96	4	sendo perdido por relaxação vibracional	ORG
ecletica-119	97	1	essa pequena fração de moléculas possui	PERSON
ecletica-119	98	1	eletrônico quanto vibracional	ORG
ecletica-119	98	2	de energia mais alta	ORG
ecletica-119	99	1	como já foi comentado	PERSON
ecletica-119	99	2	para uma	ORG
ecletica-119	99	3	eletrônica é da ordem de 10-15 s	PERSON
ecletica-119	99	4	ele costuma se manter	PERSON
ecletica-119	99	5	por cerca de 10-8 s antes de emitir luz	ORG
ecletica-119	99	6	fluorescência	PERSON
ecletica-119	100	1	uma das possibilidades é que	ORG
ecletica-119	100	2	frequência mais alta	ORG
ecletica-119	101	1	essa maior frequência vibracional aumenta	ORG
ecletica-119	101	2	de cada uma dessas colisões	ORG
ecletica-119	101	3	disso é que	PERSON
ecletica-119	101	4	pode transferir parte dessa quantidade de energia	ORG
ecletica-119	101	5	aumento	GPE
ecletica-119	101	6	da temperatura da solução	PERSON
ecletica-119	102	1	se dá sem emissão de luz	PERSON
ecletica-119	102	2	portanto	PERSON
ecletica-119	102	3	não radiativo	PERSON
ecletica-119	103	1	dê de um estado vibracional mais alto para o	ORG
ecletica-119	103	2	mas dentro	PERSON
ecletica-119	103	3	mesmo estado eletrônico	ORG
ecletica-119	103	4	o processo é chamado desativação vibracional (	PERSON
ecletica-119	103	5	dê de um estado vibracional mais alto para o	ORG
ecletica-119	103	6	eletrônico mais baixo	ORG
ecletica-119	103	7	o processo é chamado conversão interna	PERSON
ecletica-119	104	1	atenção especial	ORG
ecletica-119	104	2	deve ser dada para uma melhor compreensão das competições que	PERSON
ecletica-119	105	1	de vida	ORG
ecletica-119	105	2	é da ordem de 10-10	ORG
ecletica-119	105	3	10-12	CARDINAL
ecletica-119	105	4	10	CARDINAL
ecletica-119	105	5	10-11	CARDINAL
ecletica-119	105	6	10	CARDINAL
ecletica-119	105	7	s. comparando	PERSON
ecletica-119	105	8	observa-se que esse	ORG
ecletica-119	105	9	é sempre mais rápido que	ORG
ecletica-119	106	1	é que quando	PERSON
ecletica-119	106	2	molécula vai emitir luz	ORG
ecletica-119	106	3	todas	GPE
ecletica-119	106	4	emissões serão	PERSON
ecletica-119	106	5	nível vibracional mais baixo	ORG
ecletica-119	106	6	mesmo nível eletrônico	ORG
ecletica-119	106	7	ainda é que	ORG
ecletica-119	106	8	1º	CARDINAL
ecletica-119	106	9	mesmo	PERSON
ecletica-119	106	10	2º	CARDINAL
ecletica-119	107	1	por que	ORG
ecletica-119	107	2	diferença de energia entre esses níveis	ORG
ecletica-119	107	3	é muito menor que	PERSON
ecletica-119	107	4	diferença de energia entre	ORG
ecletica-119	107	5	1º	CARDINAL
ecletica-119	107	6	para essas	PERSON
ecletica-119	107	7	desativações	PERSON
ecletica-119	107	8	é menor	PERSON
ecletica-119	107	9	portanto	PERSON
ecletica-119	107	10	para desativar	PERSON
ecletica-119	107	11	1º	CARDINAL
ecletica-119	107	12	eletrôni34eclética química	GPE
ecletica-119	107	13	37	DATE
ecletica-119	107	14	30	CARDINAL
ecletica-119	107	15	2012	DATE
ecletica-119	108	1	por comprimido foram	ORG
ecletica-119	108	2	laboratório teuto®	ORG
ecletica-119	108	3	vinte comprimidos	ORG
ecletica-119	108	4	foram triturados e homogeneizados	ORG
ecletica-119	108	5	seguinte intervalo	PERSON
ecletica-119	108	6	da amostra	PERSON
ecletica-119	108	7	curvas de calibração	ORG
ecletica-119	108	8	bem como para interpretação	PERSON
ecletica-119	108	9	resultados	ORG
ecletica-119	109	1	otimização das condições	PERSON
ecletica-119	109	2	medidas foram	ORG
ecletica-119	109	3	realizadas empregando-se um	PERSON
ecletica-119	109	4	da varian	PERSON
ecletica-119	110	1	direta de alíquotas	ORG
ecletica-119	110	2	adequadas	GPE
ecletica-119	110	3	uma solução de furosemida	ORG
ecletica-119	110	4	10	CARDINAL
ecletica-119	110	5	3,3	CARDINAL
ecletica-119	110	6	e empregada visando	ORG
ecletica-119	110	7	otimização da obtenção de sinais	PERSON
ecletica-119	110	8	fendas de 5	PRODUCT
ecletica-119	110	9	tanto para excitação quanto	ORG
ecletica-119	110	10	para emissão	PERSON
ecletica-119	110	11	foram	ORG
ecletica-119	110	12	fixas	GPE
ecletica-119	110	13	resultando	GPE
ecletica-119	110	14	desta forma	PERSON
ecletica-119	110	15	espectros	CARDINAL
ecletica-119	111	1	este foi obtido fixando-se	PERSON
ecletica-119	111	2	271	CARDINAL
ecletica-119	111	3	410	CARDINAL
ecletica-119	111	4	3	CARDINAL
ecletica-119	111	5	3	CARDINAL
ecletica-119	111	6	espectros	CARDINAL
ecletica-119	111	7	10-5	CARDINAL
ecletica-119	111	8	fendas de excitação e emissão	ORG
ecletica-119	111	9	5	CARDINAL
ecletica-119	111	10	nos resultados	ORG
ecletica-119	111	11	iniciais	GPE
ecletica-119	111	12	o	DATE
ecletica-119	111	13	foi ajustado	PERSON
ecletica-119	111	14	de onda de excitação e emissão	ORG
ecletica-119	112	1	271	CARDINAL
ecletica-119	112	2	410	CARDINAL
ecletica-119	112	3	fendas de 5	ORG
ecletica-119	112	4	foram	ORG
ecletica-119	112	5	convencionadas	GPE
ecletica-119	112	6	sendo outra	ORG
ecletica-119	112	7	composto emitir luz é	ORG
ecletica-119	113	1	não será abordado aqui	PERSON
ecletica-119	113	2	apenas deve ser ressaltado que	PERSON
ecletica-119	113	3	para emitir fluorescência vai diminuir,	PERSON
ecletica-119	113	4	o presente trabalho tem	PERSON
ecletica-119	113	5	por meta	ORG
ecletica-119	113	6	porém completas	ORG
ecletica-119	113	7	de baixos custo e toxicidade	PERSON
ecletica-119	113	8	e fácil acesso	PERSON
ecletica-119	113	9	sem geração de resíduos que exijam tratamento	ORG
ecletica-119	114	1	procedimentos experimentais preparo de soluções e amostras todas	PERSON
ecletica-119	114	2	soluções empregadas foram	GPE
ecletica-119	114	3	preparadas pela	PERSON
ecletica-119	114	4	solução de hidróxido de sódio no momento	ORG
ecletica-119	114	5	uso	PERSON
ecletica-119	114	6	não havendo	PERSON
ecletica-119	114	7	portanto	GPE
ecletica-119	114	8	armazenamento	GPE
ecletica-119	114	9	por períodos que possivelmente comprometeriam sua	ORG
ecletica-119	115	1	solução de hidróxido de sódio	ORG
ecletica-119	115	2	preparada visando	PERSON
ecletica-119	115	3	comerciais analisadas	PERSON
ecletica-119	116	1	tendo	PERSON
ecletica-119	116	2	vista	ORG
ecletica-119	116	3	de seu	PERSON
ecletica-119	117	1	20	CARDINAL
ecletica-119	117	2	de sódio p.a. e	ORG
ecletica-119	117	3	acético glacial	PERSON
ecletica-119	117	4	ambos da merk	PERSON
ecletica-119	117	5	3,3	CARDINAL
ecletica-119	117	6	meio	NORP
ecletica-119	117	7	todas	GPE
ecletica-119	117	8	medidas instrumentais	ORG
ecletica-119	117	9	casos de mais elevada acidez	ORG
ecletica-119	117	10	21	CARDINAL
ecletica-119	117	11	22	CARDINAL
ecletica-119	117	12	23	CARDINAL
ecletica-119	117	13	se torna ligeiramente mais	PERSON
ecletica-119	117	14	porém	ORG
ecletica-119	117	15	medidas não	ORG
ecletica-119	117	16	imediatamente após o preparo das soluções	PERSON
ecletica-119	117	17	possibilidades de erros	ORG
ecletica-119	118	1	2,5	CARDINAL
ecletica-119	118	2	10	CARDINAL
ecletica-119	118	3	mol l-1 foi preparada pela dissolução de massa adequada	PERSON
ecletica-119	118	4	0,02 mol l-1	PERSON
ecletica-119	118	5	por até uma	ORG
ecletica-119	118	6	semana quando armazenado ao abrigo da luz	PERSON
ecletica-119	120	1	amostras comerciais genéricas de furosemida	ORG
ecletica-119	120	2	contendo nominalmente	PERSON
ecletica-119	120	3	35eclética	CARDINAL
ecletica-119	121	1	química	GPE
ecletica-119	121	2	37	DATE
ecletica-119	121	3	30	CARDINAL
ecletica-119	121	4	2012	DATE
ecletica-119	122	1	possíveis efeitos de matriz bem como reduzir	PERSON
ecletica-119	122	2	o uso de reagentes	PERSON
ecletica-119	123	1	neste caso	PERSON
ecletica-119	123	2	constantes de 1,0 ml da amostra	PERSON
ecletica-119	123	3	foram	ORG
ecletica-119	123	4	balões volumétricos	PERSON
ecletica-119	123	5	aos quais foram	ORG
ecletica-119	123	6	adicionadas alíquotas	PERSON
ecletica-119	123	7	crescentes da solução-estoque	PERSON
ecletica-119	123	8	de furosemida	PERSON
ecletica-119	123	9	visando obter	ORG
ecletica-119	123	10	entre 2 e 4	ORG
ecletica-119	123	11	tais soluções	ORG
ecletica-119	123	12	empregadas para	PERSON
ecletica-119	123	13	da curva de adição e	PERSON
ecletica-119	123	14	4	CARDINAL
ecletica-119	124	1	condições de excitação e	PERSON
ecletica-119	124	2	foram	NORP
ecletica-119	124	3	inalteradas	GPE
ecletica-119	124	4	embora fendas de 10	ORG
ecletica-119	124	5	tenham sido empregadas neste caso	ORG
ecletica-119	125	1	resultados e discussões além da abordagem da fluorescência como ferramenta analítica	ORG
ecletica-119	125	2	alguns aspectos da técnica de espectrofluorimetria podem ser abordados	PERSON
ecletica-119	125	3	o uso da furosemida	PERSON
ecletica-119	126	1	deles é	ORG
ecletica-119	126	2	regra de kasha	ORG
ecletica-119	126	3	o	DATE
ecletica-119	126	4	de fluorescência é	PERSON
ecletica-119	126	5	de onda de excitação	ORG
ecletica-119	126	6	apenas a sua	ORG
ecletica-119	127	1	isso pode ser observado na	PERSON
ecletica-119	127	2	5	CARDINAL
ecletica-119	127	3	na qual vários	ORG
ecletica-119	127	4	foram	NORP
ecletica-119	127	5	para diferentes	ORG
ecletica-119	127	6	de onda de excitação	ORG
ecletica-119	127	7	valores de máximo correspondem	PERSON
ecletica-119	127	8	cada	GPE
ecletica-119	128	1	5	CARDINAL
ecletica-119	128	2	da regra de kasha	PERSON
ecletica-119	129	1	3	CARDINAL
ecletica-119	129	2	6	CARDINAL
ecletica-119	129	3	pela técnica de espectrofotometria de absorção	PERSON
ecletica-119	129	4	como esperado	PERSON
ecletica-119	129	5	espectros	CARDINAL
ecletica-119	129	6	três	PERSON
ecletica-119	129	7	picos	GPE
ecletica-119	129	8	enquanto	ORG
ecletica-119	129	9	possui apenas um	ORG
ecletica-119	129	10	isso	PERSON
ecletica-119	129	11	é uma	ORG
ecletica-119	129	12	alteradas	GPE
ecletica-119	129	13	da aplicação	PERSON
ecletica-119	129	14	para melhor definição dos sinais e maior sensibilidade	PERSON
ecletica-119	130	1	curvas analítica e adição de padrão	PERSON
ecletica-119	130	2	foram	ORG
ecletica-119	130	3	preparadas a partir de sistemática diluição	ORG
ecletica-119	130	4	3,3	CARDINAL
ecletica-119	130	5	soluções de calibração entre	PERSON
ecletica-119	130	6	3	CARDINAL
ecletica-119	131	1	foram	ORG
ecletica-119	131	2	preparadas da mesma	PERSON
ecletica-119	131	3	sendo imediatamente submetidas à medidas após preparo	ORG
ecletica-119	132	1	massas adequadas	PERSON
ecletica-119	132	2	meio	NORP
ecletica-119	132	3	foram	ORG
ecletica-119	132	4	transferidas para balão volumétrico de 500,00 ml	PERSON
ecletica-119	132	5	dissolvidas e	PERSON
ecletica-119	132	6	25 ml	QUANTITY
ecletica-119	132	7	foi ajustado	ORG
ecletica-119	132	8	água bi-destilada	PERSON
ecletica-119	133	1	3,3	CARDINAL
ecletica-119	134	1	medida	GPE
ecletica-119	134	2	de fluorescência da solução	PERSON
ecletica-119	134	3	resultados foram interpolados à curva analítica obtida	ORG
ecletica-119	135	1	curvas analíticas	PERSON
ecletica-119	135	2	fendas foram	ORG
ecletica-119	135	3	alteradas para 10	ORG
ecletica-119	135	4	tanto para excitação quanto emissão	ORG
ecletica-119	135	5	visando melhorias	ORG
ecletica-119	136	1	4	CARDINAL
ecletica-119	136	2	curva de adição de padrão	PERSON
ecletica-119	136	3	sobre amostra de furosemida teuto®	PERSON
ecletica-119	136	4	de excitação e emissão	ORG
ecletica-119	136	5	271	CARDINAL
ecletica-119	136	6	410	CARDINAL
ecletica-119	136	7	fendas de excitação	PERSON
ecletica-119	136	8	10	CARDINAL
ecletica-119	137	1	uma segunda série de experimentos foi realizada visando avaliar	ORG
ecletica-119	137	2	emprego de procedimentos de adição de padrão	ORG
ecletica-119	137	3	200	CARDINAL
ecletica-119	137	4	400	CARDINAL
ecletica-119	137	5	30 60	DATE
ecletica-119	138	1	de onda	ORG
ecletica-119	138	2	229	CARDINAL
ecletica-119	138	3	271	CARDINAL
ecletica-119	138	4	330	CARDINAL
ecletica-119	138	5	280	CARDINAL
ecletica-119	138	6	237	CARDINAL
ecletica-119	138	7	36eclética	CARDINAL
ecletica-119	138	8	química	GPE
ecletica-119	138	9	37	DATE
ecletica-119	138	10	30	CARDINAL
ecletica-119	138	11	2012	DATE
ecletica-119	139	1	moléculas orgânicas posssivelmente presentes em	PERSON
ecletica-119	139	2	amostras mais	ORG
ecletica-119	140	1	o uso de 271	PERSON
ecletica-119	140	2	de onda de excitação	ORG
ecletica-119	141	1	resultados	GPE
ecletica-119	141	2	foram	ORG
ecletica-119	141	3	tanto por curva de calibração quanto	ORG
ecletica-119	141	4	são	ORG
ecletica-119	141	5	na tabela 1.	ORG
ecletica-119	141	6	estatísticos	GPE
ecletica-119	141	7	95%	PERCENT
ecletica-119	141	8	para concordância entre	ORG
ecletica-119	143	1	entre cada procedimento	ORG
ecletica-119	144	1	1	CARDINAL
ecletica-119	144	2	o uso de fármacos e medicamentos como amostras para aulas experimentais exerce grande apelo que	PERSON
ecletica-119	144	3	de conceitos tanto	ORG
ecletica-119	144	4	quanto práticos	PERSON
ecletica-119	144	5	representa uma poderosa alternativa	ORG
ecletica-119	144	6	tediosas	GPE
ecletica-119	144	7	envolvendo sondas e padrões há muito conhecidos e discutidos e sem muita	ORG
ecletica-119	144	8	na rotina profissional	PERSON
ecletica-119	145	1	foi empregada	ORG
ecletica-119	145	2	orgânica bioativa	PERSON
ecletica-119	145	3	portadora de importantes grupos	ORG
ecletica-119	145	4	portanto	GPE
ecletica-119	145	5	físico-químicas e biológicas	ORG
ecletica-119	145	6	sendo tal	ORG
ecletica-119	145	7	da amostra	PERSON
ecletica-119	145	8	pelo uso de simples solução de hidróxido de sódio	PERSON
ecletica-119	146	1	custo previsto para o experimento é baixo	PERSON
ecletica-119	146	2	tanto	GPE
ecletica-119	146	3	quanto das amostras	PERSON
ecletica-119	147	1	tem duração relativamente curta e permite	PERSON
ecletica-119	147	2	direta e simples	PERSON
ecletica-119	147	3	da qualidade da aprendizagem	ORG
ecletica-119	148	1	conceitos indiretamente relacionados	PERSON
ecletica-119	148	2	como estatística e normas regulatórias para produtos	ORG
ecletica-119	148	3	farmacêuticos	ORG
ecletica-119	148	4	ainda	ORG
ecletica-119	148	5	ser explorados	GPE
ecletica-119	148	6	tornando ainda mais	ORG
ecletica-119	148	7	da aula nos cursos de farmácia e química	ORG
ecletica-119	149	1	por cruzamento intersistemas	ORG
ecletica-119	149	2	1º	CARDINAL
ecletica-119	150	1	como	ORG
ecletica-119	150	2	dois primeiros picos são de maiores	ORG
ecletica-119	150	3	são eles	PERSON
ecletica-119	150	4	para transições	PERSON
ecletica-119	150	5	para níveis	ORG
ecletica-119	150	6	3º	CARDINAL
ecletica-119	150	7	2º	CARDINAL
ecletica-119	150	8	enquanto	ORG
ecletica-119	150	9	3º	CARDINAL
ecletica-119	150	10	pico de excitação é	ORG
ecletica-119	150	11	pela	GPE
ecletica-119	150	12	1º	CARDINAL
ecletica-119	150	13	nível eletrônico excitado	ORG
ecletica-119	150	14	não é coincidência	PERSON
ecletica-119	150	15	portanto	GPE
ecletica-119	150	16	pico de emissão	ORG
ecletica-119	150	17	pelo princípio de franck-condon	PERSON
ecletica-119	150	18	representa que não houve	ORG
ecletica-119	150	19	1º	CARDINAL
ecletica-119	151	1	também se torna interessante explorar	PERSON
ecletica-119	152	1	considerando os valores já descritos de pka´s	PERSON
ecletica-119	152	2	para	PERSON
ecletica-119	152	3	da acidez	PERSON
ecletica-119	152	4	meio	PERSON
ecletica-119	152	5	6	CARDINAL
ecletica-119	152	6	das formas	PERSON
ecletica-119	152	7	sendo	ORG
ecletica-119	152	8	conforme descrito por cruz et al	PERSON
ecletica-119	153	1	24	CARDINAL
ecletica-119	154	1	25	CARDINAL
ecletica-119	155	1	6	CARDINAL
ecletica-119	155	2	da furosemida	PERSON
ecletica-119	155	3	tal hidrólise pode ser relacionada	PERSON
ecletica-119	155	4	sendo bem	PERSON
ecletica-119	155	5	por cruz et al	PERSON
ecletica-119	156	1	24	CARDINAL
ecletica-119	157	1	25	CARDINAL
ecletica-119	157	2	como descrito por beyers et al	PERSON
ecletica-119	158	1	25	CARDINAL
ecletica-119	159	1	3,3	CARDINAL
ecletica-119	159	2	tais condições é possível presumir	ORG
ecletica-119	159	3	grupo carboxilato e	ORG
ecletica-119	159	4	amina secundária ocasionando uma	ORG
ecletica-119	159	5	aumentando sua rigidez e	ORG
ecletica-119	159	6	de fluorescência	PERSON
ecletica-119	159	7	relação ao comprimento	PERSON
ecletica-119	159	8	de onda de exci37eclética química	ORG
ecletica-119	159	9	37	DATE
ecletica-119	159	10	30	CARDINAL
ecletica-119	160	1	c. m. a. brett	PERSON
ecletica-119	160	2	20 (2008	DATE
ecletica-119	160	3	2287	CARDINAL
ecletica-119	161	1	21	CARDINAL
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