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ecletica-125	1	2	química	GPE
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ecletica-125	2	1	esq	ORG
ecletica-125	3	1	1	CARDINAL
ecletica-125	4	1	observadas durante	PERSON
ecletica-125	4	2	oxidação	ORG
ecletica-125	4	3	dos sais de cobalto bivalente	PERSON
ecletica-125	4	4	para este caso	PERSON
ecletica-125	4	5	dependência da imágem	PERSON
ecletica-125	4	6	delas da concentração	PERSON
ecletica-125	5	1	valores da corrente e da freqüência das	PERSON
ecletica-125	5	2	já que	PERSON
ecletica-125	5	3	quando	GPE
ecletica-125	6	1	foi repetido	PERSON
ecletica-125	8	1	potencias mais altos	ORG
ecletica-125	8	2	quantidade das oscilações se introdução cobalto é	PERSON
ecletica-125	8	3	dos metais mais usados	ORG
ecletica-125	9	1	têm muitas aplicações	ORG
ecletica-125	10	1	o uso dos filmes	PERSON
ecletica-125	10	2	de corrosão é uma	ORG
ecletica-125	11	1	têm	ORG
ecletica-125	11	2	cor intensamente preta	ORG
ecletica-125	13	1	1	CARDINAL
ecletica-125	13	2	2	CARDINAL
ecletica-125	15	1	composto	PERSON
ecletica-125	16	1	3	CARDINAL
ecletica-125	16	2	de amônio	PERSON
ecletica-125	17	1	periodo das	PERSON
ecletica-125	17	2	como se pode mostrar na esquema	PERSON
ecletica-125	18	1	comportamento eletroquímico	PERSON
ecletica-125	18	2	da eletrotransformação potenciostática dos sais de cobalto	ORG
ecletica-125	18	3	para os oxi-hidroxicompostos de cobalto	PERSON
ecletica-125	18	4	na presença dos íons de fluoro	PERSON
ecletica-125	18	5	sobre plátina	PERSON
ecletica-125	18	6	que age como oscilador	ORG
ecletica-125	18	7	foi descrito matematicamente	PERSON
ecletica-125	19	1	modelo matemático correspondente foi analizado através	PERSON
ecletica-125	19	2	da teoria da estabilidade	PERSON
ecletica-125	20	1	neste sistema	PERSON
ecletica-125	20	2	por causa da interação entre	ORG
ecletica-125	21	1	para o caso da eletrosíntese	PERSON
ecletica-125	21	2	ausência	GPE
ecletica-125	21	3	pelo comportamento	PERSON
ecletica-125	23	1	cobalto	PERSON
ecletica-125	23	2	polímeros condutores	PERSON
ecletica-125	24	1	síntese	NORP
ecletica-125	24	2	síntese	NORP
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ecletica-125	24	4	rua kotsyubyns´koho	PERSON
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ecletica-125	26	1	73eclética química	PERSON
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ecletica-125	27	1	matemática da síntese eletroquímica	PERSON
ecletica-125	27	2	que contêm	PERSON
ecletica-125	28	1	para descrever	PERSON
ecletica-125	28	2	eletroquímico deste sistema	ORG
ecletica-125	28	3	nós introduzimos três variáveis c	PERSON
ecletica-125	28	4	na camada	ORG
ecletica-125	28	5	recobrimento da superfície	PERSON
ecletica-125	28	6	oxi-hidroxicomposto de cobalto	ORG
ecletica-125	28	7	na camada	ORG
ecletica-125	29	1	para simplificar o modelo matemático deste processo suponhamos que o liquido	PERSON
ecletica-125	29	2	de suporte está en excesso	PERSON
ecletica-125	29	3	pois podemos	PERSON
ecletica-125	29	4	da migração	PERSON
ecletica-125	30	1	na camada da difusão é	ORG
ecletica-125	30	2	expessura da camada constante e igual	ORG
ecletica-125	31	1	cátions de cobalto entram na camada	ORG
ecletica-125	31	2	da difusão e desaparecem	PERSON
ecletica-125	32	1	de balanço então	ORG
ecletica-125	32	2	1	CARDINAL
ecletica-125	32	3	sendo	ORG
ecletica-125	33	1	ela pode-se	PERSON
ecletica-125	33	2	2	CARDINAL
ecletica-125	33	3	sendo kox	PERSON
ecletica-125	33	4	o	DATE
ecletica-125	33	5	entre	GPE
ecletica-125	33	6	temperatura absoluta	ORG
ecletica-125	33	7	potencial na camada	ORG
ecletica-125	33	8	já que	PERSON
ecletica-125	33	9	esq	ORG
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ecletica-125	34	1	esq	ORG
ecletica-125	35	1	2	CARDINAL
ecletica-125	35	2	observadas durante	PERSON
ecletica-125	35	3	oxidação	ORG
ecletica-125	35	4	dos sais de cobalto bivalente	PERSON
ecletica-125	36	1	dependência da imágem delas	PERSON
ecletica-125	37	1	ocorreu quando	PERSON
ecletica-125	37	2	foi mantido maior	PERSON
ecletica-125	37	3	1100	CARDINAL
ecletica-125	37	4	foi estável	PERSON
ecletica-125	37	5	equações de tafel	PERSON
ecletica-125	38	1	2	CARDINAL
ecletica-125	38	2	já que	PERSON
ecletica-125	39	1	para aprofundar	PERSON
ecletica-125	39	2	o nosso	PERSON
ecletica-125	40	1	neste sistema	PERSON
ecletica-125	40	2	nós temos que descrever	PERSON
ecletica-125	40	3	comportamento eletroquímico neste sistema matematicamente e analizar	ORG
ecletica-125	40	4	o	DATE
ecletica-125	40	5	modelo matemático dele usando	PERSON
ecletica-125	40	6	teoria da instabilidade linear e	PERSON
ecletica-125	41	1	isso dar-nos-á	PERSON
ecletica-125	41	2	mais certeza	PERSON
ecletica-125	41	3	mecanismo da aparecida delas	PERSON
ecletica-125	42	1	o	DATE
ecletica-125	42	2	modelo matemático deste processo será descrito na seção primeira deste artigo	PERSON
ecletica-125	43	1	segunda deste artigo contém	ORG
ecletica-125	43	2	descrição matemática da síntese eletroquímica	ORG
ecletica-125	43	3	polímeros condutores	PERSON
ecletica-125	43	4	outros compostos oxidos	GPE
ecletica-125	43	5	já se usam	PERSON
ecletica-125	44	1	3	CARDINAL
ecletica-125	44	2	não contêm	PERSON
ecletica-125	44	3	caso contrário	PERSON
ecletica-125	44	4	o rendimento	PERSON
ecletica-125	44	5	compósito será	PERSON
ecletica-125	44	6	diminuído tanto	PERSON
ecletica-125	44	7	por causa da dissolução	PERSON
ecletica-125	44	8	quanto por causa da morfologia não	PERSON
ecletica-125	45	1	4	CARDINAL
ecletica-125	46	1	compósito cp	PERSON
ecletica-125	46	2	óticos e também como o revestimento de corrosão	ORG
ecletica-125	48	1	química	GPE
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ecletica-125	48	3	72 -78, 2012	DATE
ecletica-125	49	1	resultados e discussão	PERSON
ecletica-125	49	2	para investigar	PERSON
ecletica-125	49	3	comportamento deste sistema	PERSON
ecletica-125	49	4	nós precisamos de analizar	PERSON
ecletica-125	49	5	de equações	PERSON
ecletica-125	49	6	1	CARDINAL
ecletica-125	49	7	3	CARDINAL
ecletica-125	49	8	5	CARDINAL
ecletica-125	49	9	da teoria da estabilidade linear	PERSON
ecletica-125	50	1	elementos da matriz funcional de jacobi para este sistema podem-se descrever como	PERSON
ecletica-125	50	2	8)	CARDINAL
ecletica-125	50	3	para determinar	PERSON
ecletica-125	50	4	condições	GPE
ecletica-125	50	5	estado estacionário estável	ORG
ecletica-125	50	6	vamos usar	ORG
ecletica-125	50	7	o critério de rauss e gurwitz	PERSON
ecletica-125	51	1	sistema de equações	PERSON
ecletica-125	51	2	13	CARDINAL
ecletica-125	51	3	pode ser descrita como	ORG
ecletica-125	51	4	9	CARDINAL
ecletica-125	51	5	sendo que	ORG
ecletica-125	51	6	o critério de rauss e gurwitz requer que para um	PERSON
ecletica-125	51	7	estado estacionário	ORG
ecletica-125	51	8	dos membros da diagonal principal da matriz de gurwitz dobra relativamente ao potencial da carga zero	PERSON
ecletica-125	53	1	filme se está formando	PERSON
ecletica-125	54	1	filme desaparece da superfície dissolvendo	PERSON
ecletica-125	55	1	descrever como	PERSON
ecletica-125	55	2	2	CARDINAL
ecletica-125	55	3	1 fvv	QUANTITY
ecletica-125	55	4	3	CARDINAL
ecletica-125	55	5	sendo gmax	ORG
ecletica-125	55	6	composto na superfície	PERSON
ecletica-125	55	7	calculada como	PERSON
ecletica-125	55	8	2θ−θ	CARDINAL
ecletica-125	55	9	4	CARDINAL
ecletica-125	55	10	sendo	ORG
ecletica-125	55	11	entre	GPE
ecletica-125	57	1	chegam para	PERSON
ecletica-125	57	2	da difusão e desaparecem	PERSON
ecletica-125	57	3	reagindo	NORP
ecletica-125	57	4	de balanço deles então será descrita como	ORG
ecletica-125	57	5	5	CARDINAL
ecletica-125	57	6	sendo δ	ORG
ecletica-125	57	7	φ	ORG
ecletica-125	58	1	eletrodo pode-se	PERSON
ecletica-125	58	2	k1(φ0-φ1)θ	ORG
ecletica-125	58	3	6	CARDINAL
ecletica-125	58	4	sendo k0 e k1	PERSON
ecletica-125	58	5	capacidades das partes da camada	PERSON
ecletica-125	58	6	que correspondem à parte livre e ocupada da superfície	ORG
ecletica-125	58	7	potencial relativamente ao potencial da carga zero	ORG
ecletica-125	58	8	que corresponde à parte ocupada da superfície	ORG
ecletica-125	59	1	então	ORG
ecletica-125	59	2	o salto	PERSON
ecletica-125	59	3	potencial depende	ORG
ecletica-125	59	4	grau	PERSON
ecletica-125	59	5	cobrimento da superfície e	PERSON
ecletica-125	59	6	da função que	ORG
ecletica-125	59	7	essa dependência pode ser descrito como	PERSON
ecletica-125	59	8	7	CARDINAL
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ecletica-125	59	10	++−=	CARDINAL
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ecletica-125	62	3	 γ γ	PERSON
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ecletica-125	66	1	de tafel após aplicar ao anodo o potencial maior	PERSON
ecletica-125	66	2	1100	CARDINAL
ecletica-125	66	3	segundo este modelo	PERSON
ecletica-125	66	4	explicação é assim	ORG
ecletica-125	67	1	quando ao	PERSON
ecletica-125	67	2	foi aplicado	ORG
ecletica-125	67	3	o	DATE
ecletica-125	67	4	potencial na camada dobrada começou	ORG
ecletica-125	67	5	11	CARDINAL
ecletica-125	68	1	quando	GPE
ecletica-125	68	2	foram	NORP
ecletica-125	68	3	sistema agia como oscilador	ORG
ecletica-125	69	1	salto	PERSON
ecletica-125	69	2	potencial depende mais da concentração dos íons de fluoro	ORG
ecletica-125	69	3	diffusão dos íons de cobalto	PERSON
ecletica-125	70	1	à camada	ORG
ecletica-125	71	1	também pode-se	PERSON
ecletica-125	71	2	entre	GPE
ecletica-125	71	3	estado estacionário também será estável	ORG
ecletica-125	73	1	condições da bifurcação de hopf	PERSON
ecletica-125	74	1	para saber	PERSON
ecletica-125	74	2	condições	GPE
ecletica-125	74	3	da ocorrência dela	PERSON
ecletica-125	74	4	é preciso de resolver	PERSON
ecletica-125	75	1	12	CARDINAL
ecletica-125	75	2	0	CARDINAL
ecletica-125	75	3	para que ela se	PERSON
ecletica-125	75	4	é preciso	PERSON
ecletica-125	75	5	mas não é bastante	ORG
ecletica-125	75	6	da matriz de jacobi	ORG
ecletica-125	75	7	parcelas positivas	PERSON
ecletica-125	76	1	o	DATE
ecletica-125	76	2	membro a22 contém	ORG
ecletica-125	76	3	elementos positivos fxvox 21 αα + que definem	ORG
ecletica-125	76	4	na interação atrativa entre	ORG
ecletica-125	77	1	primeiro elemento	ORG
ecletica-125	78	1	quanto mais	PERSON
ecletica-125	78	2	tanto	GPE
ecletica-125	78	3	o	DATE
ecletica-125	78	4	já que x>0	PERSON
ecletica-125	79	1	dependência da freqüência	PERSON
ecletica-125	79	2	das oscilações	PERSON
ecletica-125	79	3	observadas da concentração	PERSON
ecletica-125	80	1	cuja condição pode ser descrita como det j	ORG
ecletica-125	80	2	0	CARDINAL
ecletica-125	80	3	para este sistema é também possível	PERSON
ecletica-125	81	1	14	CARDINAL
ecletica-125	81	2	entre	GPE
ecletica-125	81	3	quais ele	ORG
ecletica-125	83	1	destrói após mudança das condições	PERSON
ecletica-125	84	1	sejam positivos	ORG
ecletica-125	85	1	podemos formar	PERSON
ecletica-125	85	2	estado estacionário estável como γ>0	ORG
ecletica-125	85	3	vamos achar	PERSON
ecletica-125	85	4	condições	GPE
ecletica-125	85	5	estado estacionário	ORG
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ecletica-125	91	1	da imobilização	PERSON
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ecletica-125	93	2	na matriz polimérica como dopante	ORG
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ecletica-125	96	1	então	ORG
ecletica-125	96	2	balanço pode ser descrita como	ORG
ecletica-125	96	3	15	CARDINAL
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ecletica-125	96	5	de adsorção e desorção	ORG
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ecletica-125	98	2	nela e sai dela desorvendo	PERSON
ecletica-125	99	1	ele também se gasta polimerizando-se	PERSON
ecletica-125	100	1	monômero na superfície	GPE
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ecletica-125	101	1	como na seção	PERSON
ecletica-125	101	2	1	CARDINAL
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ecletica-125	119	3	primeira causa das oscilações neste sistema pode ser	PERSON
ecletica-125	119	4	interação atrativa entre	ORG
ecletica-125	120	1	isso depende	PERSON
ecletica-125	120	2	constantes α1 e α2	PRODUCT
ecletica-125	121	1	neste caso	PERSON
ecletica-125	121	2	serão causadas pelo câmbio cíclico da resistência da superfície	PERSON
ecletica-125	122	1	segunda causa das oscilações	PERSON
ecletica-125	122	2	neste sistema	PERSON
ecletica-125	122	3	segunda causa das oscilações neste sistema são	ORG
ecletica-125	122	4	da capacidade da camada dupla	ORG
ecletica-125	122	5	pela	PERSON
ecletica-125	122	6	catôdica dos	PERSON
ecletica-125	123	1	isso depende	PERSON
ecletica-125	123	2	isso vai ocorrer se	PERSON
ecletica-125	124	1	da sela e nó	ORG
ecletica-125	124	2	possível neste	ORG
ecletica-125	124	3	sistema sendo	PERSON
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ecletica-125	124	6	sais de cobalto não é	ORG
ecletica-125	124	7	causa das	PERSON
ecletica-125	125	1	elas sobrevêm por causa	ORG
ecletica-125	126	1	conclusões	PERSON
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ecletica-125	126	4	o sistema da oxidação dos sais de cobalto	PERSON
ecletica-125	126	5	na ausência de ánion	PERSON
ecletica-125	126	6	foi descrita	ORG
ecletica-125	127	1	modelo correspondente foi analizado através	PERSON
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ecletica-125	127	3	análise de bifurcações	ORG
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ecletica-125	128	3	cátion de cobalto não é	ORG
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ecletica-125	129	1	por elas é o fator da eletropolimerização	ORG
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