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ecletica-140	1	2	quím.	PERSON
ecletica-140	1	3	são paulo	PERSON
ecletica-140	1	4	36 ,2011 85	DATE
ecletica-140	1	5	gerenciamento de resíduos	ORG
ecletica-140	1	6	laboratório de limnologia da	PERSON
ecletica-140	1	7	claudio cardoso marinho *	PERSON
ecletica-140	1	8	reinaldo luiz bozelli e	PERSON
ecletica-140	1	9	francisco de assis esteves laboratório de limnologia	ORG
ecletica-140	1	10	departamento de ecologia	PERSON
ecletica-140	1	11	instituto de biologia	ORG
ecletica-140	1	12	rio de janeiro av	GPE
ecletica-140	1	13	rodolpho paulo rocco	PERSON
ecletica-140	1	14	da saúde	PERSON
ecletica-140	1	15	rj	PERSON
ecletica-140	2	1	ana claudia braga gonçalves	PERSON
ecletica-140	2	2	vanessa de almeida rocha e	PERSON
ecletica-140	2	3	wesley higino da silva instituto federal de educação	PERSON
ecletica-140	2	4	ciência e tecnologia	PERSON
ecletica-140	2	5	rio de janeiro	GPE
ecletica-140	2	6	rua lúcio tavares	PERSON
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ecletica-140	3	2	rj julio carlos afonso departamento de química analítica	PERSON
ecletica-140	3	3	instituto de química da universidade federal do	ORG
ecletica-140	3	4	rio de janeiro av	GPE
ecletica-140	4	1	athos da silveira ramos	PERSON
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ecletica-140	5	1	21941-909	CARDINAL
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ecletica-140	5	3	2, 2011 ecl	DATE
ecletica-140	5	4	quím.	PERSON
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ecletica-140	5	6	36 ,2011 86	DATE
ecletica-140	5	7	chemical waste management	ORG
ecletica-140	83	1	federal university of rio de janeiro	ORG
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ecletica-140	88	2	introdução	ORG
ecletica-140	88	3	de laboratório	PERSON
ecletica-140	88	4	por atividades de pesquisa e	ORG
ecletica-140	88	5	centros de pesquisa passaram	ORG
ecletica-140	88	6	ser uma	ORG
ecletica-140	88	7	da década de 1990	ORG
ecletica-140	89	1	essa questão não se restringe apenas à adoção de práticas que visem à minimização e ao tratamento	ORG
ecletica-140	89	2	resíduos produzidos	PERSON
ecletica-140	89	3	1,2	CARDINAL
ecletica-140	89	4	já que não basta	PERSON
ecletica-140	89	5	dispor de rotas de tratamento de resíduos se	ORG
ecletica-140	89	6	pessoas não são parte ativa e integrante da gestão	ORG
ecletica-140	89	7	dos mesmos	PERSON
ecletica-140	89	8	das discussões relativas	ORG
ecletica-140	89	9	problemas e	ORG
ecletica-140	89	10	das atividades humanas tornou-se	ORG
ecletica-140	89	11	gestão	GPE
ecletica-140	89	12	instituições de ensino e pesquisa	PERSON
ecletica-140	89	13	locais por excelência de formação de novos recursos humanos	ORG
ecletica-140	89	14	3	CARDINAL
ecletica-140	90	1	característica dessas instituições é que	PERSON
ecletica-140	90	2	elas não eram	ORG
ecletica-140	90	3	consideradas unidades poluidoras	ORG
ecletica-140	91	1	culturalmente sempre se	PERSON
ecletica-140	91	2	buscou apenas focar	ORG
ecletica-140	92	1	por isso	PERSON
ecletica-140	92	2	durante décadas	PERSON
ecletica-140	92	3	instituições geraram quantidades	ORG
ecletica-140	92	4	por empregarem grandes quantidades de reagentes	ORG
ecletica-140	92	5	e que ecl	ORG
ecletica-140	92	6	quím.	PERSON
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ecletica-140	93	2	36 ,2011	DATE
ecletica-140	93	3	87	CARDINAL
ecletica-140	93	4	eram descartados sem critério algum	ORG
ecletica-140	94	1	4	CARDINAL
ecletica-140	95	1	bem	PERSON
ecletica-140	95	2	modelo que vigorou por muito	PERSON
ecletica-140	95	3	desenvolvimento	ORG
ecletica-140	95	4	qualquer noção de sustentabilidade ambiental	ORG
ecletica-140	95	5	5,6	CARDINAL
ecletica-140	96	1	literatura mostra diversos trabalhos envolvendo	ORG
ecletica-140	96	2	de laboratório	PERSON
ecletica-140	96	3	quais se	ORG
ecletica-140	96	4	dois tipos	ORG
ecletica-140	97	1	de rotas de gestão	ORG
ecletica-140	97	2	focando	ORG
ecletica-140	97	3	o	DATE
ecletica-140	97	4	tratamento de correntes residuais para um descarte final adequado e	ORG
ecletica-140	98	1	2,3,7-13	DATE
ecletica-140	98	2	impacto desses programas de gestão sobre	ORG
ecletica-140	98	3	pessoas envolvidas nos mesmos	ORG
ecletica-140	98	4	na percepção e assimilação de uma nova cultura	ORG
ecletica-140	98	5	meio ambiente e	PERSON
ecletica-140	98	6	gestão	GPE
ecletica-140	98	7	por	ORG
ecletica-140	98	8	eles mesmos	PERSON
ecletica-140	99	1	3,7,9,10,14-16	CARDINAL
ecletica-140	100	1	grande parte dessas experiências se ambienta em	ORG
ecletica-140	100	2	de ensino e pesquisa	PERSON
ecletica-140	100	3	química	GPE
ecletica-140	101	1	parecem existir poucos relatos	PERSON
ecletica-140	101	2	como farmácia	PERSON
ecletica-140	101	3	biologia e nutrição	PERSON
ecletica-140	101	4	17	CARDINAL
ecletica-140	102	1	nestes laboratórios	PERSON
ecletica-140	102	2	também existe toda uma variedade de análises químicas	ORG
ecletica-140	103	1	da mesma forma	PERSON
ecletica-140	103	2	pessoas que trabalham nesses locais precisam conscientizar-se e ser formadas para gerir de forma efetiva	ORG
ecletica-140	104	1	desses programas de gestão é uma	PERSON
ecletica-140	104	2	oportunidade de aprendizagem	ORG
ecletica-140	104	3	para alunos	PERSON
ecletica-140	104	4	professores e técnicos	PERSON
ecletica-140	105	1	humano deve ser valorizado	PERSON
ecletica-140	105	2	na medida	ORG
ecletica-140	105	3	que todos	ORG
ecletica-140	105	4	usuários são parte integrante	ORG
ecletica-140	105	5	programa e corresponsáveis pelos resultados	ORG
ecletica-140	105	6	1	CARDINAL
ecletica-140	106	1	o	DATE
ecletica-140	106	2	tratamento de um resíduo aquoso de laboratório	ORG
ecletica-140	106	3	aplicação	ORG
ecletica-140	106	4	básicos de equilíbrio químico	ORG
ecletica-140	106	5	18	CARDINAL
ecletica-140	106	6	neutralização ácido-base	PERSON
ecletica-140	106	7	agente precipitante de metais pesados e/ou de ânions presentes no resíduo	ORG
ecletica-140	106	8	riscos de solubilização dos	ORG
ecletica-140	106	9	aplicação de reações de oxirredução para oxidar	ORG
ecletica-140	107	1	deve ser límpido e	PERSON
ecletica-140	107	2	7	CARDINAL
ecletica-140	109	1	o laboratório de limnologia da universidade	PERSON
ecletica-140	109	2	rio de janeiro	GPE
ecletica-140	109	3	1989	DATE
ecletica-140	109	4	e de mestrado	ORG
ecletica-140	109	5	de programas de estágio	PERSON
ecletica-140	109	6	para alunos de iniciação científica	PERSON
ecletica-140	109	7	e de projetos junto	ORG
ecletica-140	109	8	agências de fomento e à iniciativa privada	ORG
ecletica-140	110	1	além disso	PERSON
ecletica-140	110	2	outra atividade	ORG
ecletica-140	110	3	de resíduos é	ORG
ecletica-140	110	4	aulas práticas de graduação para os	PERSON
ecletica-140	110	5	cursos de bacharelado em ecl	ORG
ecletica-140	110	6	quím.	PERSON
ecletica-140	111	1	são paulo	PERSON
ecletica-140	111	2	36 ,2011 88	DATE
ecletica-140	111	3	instituto de biologia da ufrj	ORG
ecletica-140	112	1	programa de pós graduação	ORG
ecletica-140	112	2	da mesma	ORG
ecletica-140	113	1	o	DATE
ecletica-140	113	2	tratamento	GPE
ecletica-140	113	3	resíduos gerados	PERSON
ecletica-140	113	4	universo de trabalho	ORG
ecletica-140	114	1	11.20	CARDINAL
ecletica-140	115	1	laboratório de limnologia	PERSON
ecletica-140	115	2	características	GPE
ecletica-140	115	3	das amostras podem variar bastante	ORG
ecletica-140	116	1	variáveis como ph	PERSON
ecletica-140	116	2	da matéria orgânica	ORG
ecletica-140	116	3	mo	GPE
ecletica-140	116	4	21	CARDINAL
ecletica-140	117	1	além da análise de água	PERSON
ecletica-140	117	2	laboratório realiza também análises de sedimento e de plantas aquáticas	ORG
ecletica-140	117	3	aumentando ainda mais	ORG
ecletica-140	117	4	diversidade de análises realizadas	ORG
ecletica-140	118	1	passa por uma tomada de consciência	ORG
ecletica-140	118	2	acerca da necessidade de adotar novos	ORG
ecletica-140	118	3	não só	PERSON
ecletica-140	118	4	mas principalmente a	ORG
ecletica-140	118	5	uma nova	GPE
ecletica-140	118	6	que se preocupe não apenas	ORG
ecletica-140	118	7	das análises	PERSON
ecletica-140	118	8	gestão	GPE
ecletica-140	119	1	essa visão passa pela identificação	ORG
ecletica-140	119	2	tratamento	GPE
ecletica-140	119	3	dos mesmos	PERSON
ecletica-140	119	4	de forma	PERSON
ecletica-140	119	5	meio ambiente	PERSON
ecletica-140	119	6	o	DATE
ecletica-140	119	7	objetivo de servir como uma experiência-modelo para laboratórios	ORG
ecletica-140	119	8	este trabalho descreve	PERSON
ecletica-140	119	9	laboratório de limnologia da ufrj	PERSON
ecletica-140	120	1	dos diversos procedimentos geradores de resíduos	PERSON
ecletica-140	120	2	identificação	ORG
ecletica-140	120	3	das diversas correntes residuais	ORG
ecletica-140	121	1	de tratamento de cada corrente com vistas	ORG
ecletica-140	121	2	características perigosas	ORG
ecletica-140	121	3	metais pesados	ORG
ecletica-140	121	4	reagentes orgânicos de elevada	ORG
ecletica-140	122	1	coprocessamento	GPE
ecletica-140	123	1	ao longo de todo esse	PERSON
ecletica-140	123	2	pessoas envolvidas receberam treinamento	ORG
ecletica-140	124	1	este trabalho também	PERSON
ecletica-140	124	2	receptividade dessas pessoas frente à implementação	ORG
ecletica-140	124	3	programa de gestão	ORG
ecletica-140	125	1	2	CARDINAL
ecletica-140	126	1	quím.	PERSON
ecletica-140	127	1	são paulo	PERSON
ecletica-140	127	2	36 ,2011	DATE
ecletica-140	127	3	89 2.1	CARDINAL
ecletica-140	127	4	origem das correntes residuais	ORG
ecletica-140	127	5	laboratório todo processo de implementação de um sistema de gestão de resíduos exige como prérequisito	PERSON
ecletica-140	128	1	laboratoriais que geram	ORG
ecletica-140	128	2	diversas correntes residuais	ORG
ecletica-140	129	1	isso	PERSON
ecletica-140	129	2	de capital importância porque	ORG
ecletica-140	129	3	identificação dessas correntes	ORG
ecletica-140	129	4	alguns problemas que podem ocorrer na	ORG
ecletica-140	130	1	entre componentes incompatíveis oriundos de correntes	ORG
ecletica-140	130	2	misturadas	PRODUCT
ecletica-140	130	3	bem como permite muitas	PERSON
ecletica-140	130	4	mistura de determinadas correntes de modo	ORG
ecletica-140	130	5	tóxicas	GPE
ecletica-140	130	6	por exemplo	ORG
ecletica-140	130	7	mistura de uma corrente ácida	ORG
ecletica-140	130	8	uma alcalina evita	ORG
ecletica-140	130	9	o uso de reagentes	PERSON
ecletica-140	130	10	para neutralização	PERSON
ecletica-140	130	11	direta de metais pesados	ORG
ecletica-140	131	1	de regra	PERSON
ecletica-140	131	2	são classificados como perigosos (classe	ORG
ecletica-140	131	3	norma nbr 10004	ORG
ecletica-140	131	4	22	CARDINAL
ecletica-140	131	5	quase sempre	PERSON
ecletica-140	131	6	pelo menos uma das seguintes características: reatividade	ORG
ecletica-140	131	7	corrosividade e toxicidade	PERSON
ecletica-140	132	1	norma nbr 12235	ORG
ecletica-140	132	2	armazenamento de resíduos perigosos	ORG
ecletica-140	132	3	serem seguidas para evitar situações de incompatibilidade química	ORG
ecletica-140	133	1	23	CARDINAL
ecletica-140	134	1	o manejo de resíduos é um exemplo de atividade insalubre, de acordo	ORG
ecletica-140	134	2	nr15	ORG
ecletica-140	135	1	24	CARDINAL
ecletica-140	135	2	para tal o emprego de equipamentos de proteção	PERSON
ecletica-140	135	3	adequados	PERSON
ecletica-140	136	1	uma vez explicado ao pessoal	ORG
ecletica-140	136	2	laboratório	PERSON
ecletica-140	136	3	regras básicas	PERSON
ecletica-140	136	4	foi feito	PERSON
ecletica-140	136	5	o processo de identificação	PERSON
ecletica-140	137	1	esses últimos correspondem à análise de águas	ORG
ecletica-140	137	2	plantas aquáticas de vários ecossistemas aquáticos brasileiros	ORG
ecletica-140	137	3	como lagoas costeiras	ORG
ecletica-140	137	4	rios e lagos amazônicos	PERSON
ecletica-140	138	1	análises químicas	PERSON
ecletica-140	138	2	amostras de água são:	ORG
ecletica-140	138	3	fósforo dissolvido e ortofosfato	PERSON
ecletica-140	138	4	da reação de formação	PERSON
ecletica-140	138	5	ácido fosfomolíbdico	PERSON
ecletica-140	139	1	25	CARDINAL
ecletica-140	139	2	nitrogênio amoniacal pelo método de kejdahl	PERSON
ecletica-140	140	1	26	CARDINAL
ecletica-140	140	2	realizada através de extração	ORG
ecletica-140	140	3	90%	PERCENT
ecletica-140	140	4	80	CARDINAL
ecletica-140	141	1	25	CARDINAL
ecletica-140	141	2	oxigênio dissolvido na água	PERSON
ecletica-140	141	3	de winkler	ORG
ecletica-140	142	1	25	CARDINAL
ecletica-140	142	2	fixação de amostras	PERSON
ecletica-140	142	3	zncl2	PERSON
ecletica-140	142	4	o objetivo de inibir qualquer atividade biológica	PERSON
ecletica-140	143	1	27	CARDINAL
ecletica-140	144	1	de digestão obtida através de mistura de	ORG
ecletica-140	144	2	300	CARDINAL
ecletica-140	144	3	da formação de complexo azul de fosfomolíbdico	ORG
ecletica-140	144	4	28	CARDINAL
ecletica-140	144	5	nitrogênio amoniacal	PERSON
ecletica-140	144	6	kejdahl	PERSON
ecletica-140	144	7	da digestão	PERSON
ecletica-140	144	8	350	CARDINAL
ecletica-140	144	9	sulfúrico	NORP
ecletica-140	144	10	presença de catalisador à base de cu e se	ORG
ecletica-140	145	1	29	CARDINAL
ecletica-140	146	1	quím.	PERSON
ecletica-140	146	2	são paulo	PERSON
ecletica-140	146	3	36 ,2011 90	DATE
ecletica-140	146	4	exata das correntes residuais não pode ser totalmente conhecida	FAC
ecletica-140	146	5	das amostras ambientais	ORG
ecletica-140	146	6	que são analisadas	ORG
ecletica-140	146	7	por cada metodologia	ORG
ecletica-140	147	1	contudo	PERSON
ecletica-140	147	2	1	CARDINAL
ecletica-140	147	3	principais características de cada corrente identificada	ORG
ecletica-140	147	4	enquanto que	ORG
ecletica-140	147	5	2	CARDINAL
ecletica-140	147	6	cada	GPE
ecletica-140	148	1	todas	GPE
ecletica-140	148	2	informações se baseiam nas quantidades dos	ORG
ecletica-140	148	3	adicionadas para cada	ORG
ecletica-140	148	4	acima descrito	PERSON
ecletica-140	149	1	1	CARDINAL
ecletica-140	149	2	descritivo de como cada corrente residual	ORG
ecletica-140	150	1	figura 2 mostra uma	ORG
ecletica-140	150	2	atitude muito importante na fase inicial de um programa de gestão	PERSON
ecletica-140	150	3	identificação	ORG
ecletica-140	150	4	das diversas correntes residuais	PERSON
ecletica-140	150	5	informações básicas necessárias ao seu processamento	PERSON
ecletica-140	150	6	1	CARDINAL
ecletica-140	150	7	dados de caracterização	PERSON
ecletica-140	150	8	físico-química	ORG
ecletica-140	150	9	resíduos iniciais elemento ou	ORG
ecletica-140	150	10	composto de interesse descrição ph volume tratado	PERSON
ecletica-140	150	11	mo e	GPE
ecletica-140	151	1	2 15000	CARDINAL
ecletica-140	151	2	etanol solução	PERSON
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ecletica-140	152	2	indiferente cu e se solução	PERSON
ecletica-140	152	3	+ precipitado escuro	DATE
ecletica-140	152	4	8	CARDINAL
ecletica-140	154	1	2 5000	CARDINAL
ecletica-140	154	2	quím.	PERSON
ecletica-140	154	3	são paulo	PERSON
ecletica-140	154	4	36 ,2011	DATE
ecletica-140	154	5	91	CARDINAL
ecletica-140	154	6	2	CARDINAL
ecletica-140	154	7	lista de espécies químicas presentes nas correntes	ORG
ecletica-140	155	1	identificadas elemento ou	ORG
ecletica-140	155	2	composto de interesse	PERSON
ecletica-140	155	3	outros compostos	GPE
ecletica-140	155	4	mo e sb	GPE
ecletica-140	155	5	2	CARDINAL
ecletica-140	155	6	íon tartarato e mo* hg na	ORG
ecletica-140	156	1	k +	GPE
ecletica-140	156	2	2	CARDINAL
ecletica-140	156	3	mo	GPE
ecletica-140	156	4	etanol h+ clmo e pigmentos zn	ORG
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ecletica-140	157	1	2	CARDINAL
ecletica-140	157	2	mo mn	GPE
ecletica-140	159	1	k + so4 2	ORG
ecletica-140	159	2	2	CARDINAL
ecletica-140	159	3	matéria orgânica ecl	ORG
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ecletica-140	160	6	exemplificado para o caso da determinação de fosfato	PERSON
ecletica-140	160	7	objetivo de identificar	ORG
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ecletica-140	160	12	direto autoclave ler	ORG
ecletica-140	161	1	3 ml	QUANTITY
ecletica-140	161	2	3 ml	QUANTITY
ecletica-140	161	3	quím.	PERSON
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ecletica-140	161	10	seleção das rotas de tratamento de cada corrente residual identificada análise de clorofila	ORG
ecletica-140	162	1	o	DATE
ecletica-140	162	2	tratamento	GPE
ecletica-140	162	3	consiste na destilação	PERSON
ecletica-140	162	4	etanol	ORG
ecletica-140	163	1	não	ORG
ecletica-140	163	2	12,5	CARDINAL
ecletica-140	163	3	7-8	DATE
ecletica-140	163	4	o	DATE
ecletica-140	164	1	foi retirado através de um sifão	ORG
ecletica-140	167	1	análise de fósforo	PERSON
ecletica-140	168	1	método escolhido	PERSON
ecletica-140	168	2	por precipitação os	ORG
ecletica-140	168	3	metais pesados	ORG
ecletica-140	168	4	mesmo	PERSON
ecletica-140	169	1	para cada	PERSON
ecletica-140	169	2	1	CARDINAL
ecletica-140	169	3	30 ml de naoh	QUANTITY
ecletica-140	169	4	50%	PERCENT
ecletica-140	169	5	12,5	CARDINAL
ecletica-140	169	6	para que	PERSON
ecletica-140	169	7	na forma de sais	ORG
ecletica-140	170	1	2	CARDINAL
ecletica-140	170	2	moo4 2	ORG
ecletica-140	171	1	fósforo	PERSON
ecletica-140	172	1	caso haja coloração azul	ORG
ecletica-140	172	2	azul de molibdênio	ORG
ecletica-140	172	3	deve-se adicionar	ORG
ecletica-140	172	4	pouco de h2o2	ORG
ecletica-140	172	5	3%	PERCENT
ecletica-140	172	6	fim de oxidar todo	ORG
ecletica-140	173	1	branco	ORG
ecletica-140	173	2	produzido ocorreu	PERSON
ecletica-140	173	3	24	CARDINAL
ecletica-140	173	4	h. o sobrenadante foi tratado	PERSON
ecletica-140	173	5	solução de	ORG
ecletica-140	173	6	0,5	CARDINAL
ecletica-140	173	7	mol.l-1 para laboratório de	PERSON
ecletica-140	173	8	amostra/branco	ORG
ecletica-140	173	9	misto	GPE
ecletica-140	173	10	metais pesados	ORG
ecletica-140	173	11	observações	PERSON
ecletica-140	174	1	quím.	PERSON
ecletica-140	174	2	são paulo	PERSON
ecletica-140	174	3	36 ,2011	DATE
ecletica-140	174	4	94	CARDINAL
ecletica-140	174	5	de ba	PERSON
ecletica-140	175	1	foram	ORG
ecletica-140	176	1	são	ORG
ecletica-140	177	1	1	CARDINAL
ecletica-140	177	2	2	CARDINAL
ecletica-140	177	3	2	CARDINAL
ecletica-140	177	4	2	CARDINAL
ecletica-140	177	5	+ 2 cl	QUANTITY
ecletica-140	177	6	3	CARDINAL
ecletica-140	177	7	2	CARDINAL
ecletica-140	177	8	3 + 3	CARDINAL
ecletica-140	177	9	4	CARDINAL
ecletica-140	177	10	2 + bacl2	CARDINAL
ecletica-140	177	11	5	CARDINAL
ecletica-140	178	1	tem características que o diferenciam dos demais por conta da presença	ORG
ecletica-140	179	1	da solução ácida	PRODUCT
ecletica-140	179	2	12,5	CARDINAL
ecletica-140	179	3	8	CARDINAL
ecletica-140	179	4	o	DATE
ecletica-140	179	5	mercúrio como hg(oh)2	ORG
ecletica-140	179	6	que foi	PERSON
ecletica-140	180	1	para	ORG
ecletica-140	182	1	este resíduo foi tratado	PERSON
ecletica-140	182	2	solução de	ORG
ecletica-140	182	3	12,5	CARDINAL
ecletica-140	182	4	10	CARDINAL
ecletica-140	183	1	o selênio	PERSON
ecletica-140	183	2	presente como	PERSON
ecletica-140	183	3	selenito	GPE
ecletica-140	183	4	seo3 2	ORG
ecletica-140	184	1	30	CARDINAL
ecletica-140	185	1	solução alcalina de selênio	ORG
ecletica-140	185	2	8	CARDINAL
ecletica-140	185	3	2 + 16	QUANTITY
ecletica-140	186	1	6	CARDINAL
ecletica-140	186	2	o	DATE
ecletica-140	186	3	selênio vermelho é uma	ORG
ecletica-140	186	4	tendo uma estrutura	ORG
ecletica-140	187	1	30	CARDINAL
ecletica-140	188	1	selênio é	PERSON
ecletica-140	188	2	crosta	GPE
ecletica-140	188	3	e seus	ORG
ecletica-140	188	4	têm alto valo agregado	ORG
ecletica-140	188	5	daí	ORG
ecletica-140	188	6	decisão de recuperá-lo	ORG
ecletica-140	189	1	h2so4 2 mol.l	ORG
ecletica-140	189	2	entre 6 e 8	DATE
ecletica-140	190	1	oxigênio dissolvido na água	PERSON
ecletica-140	191	1	duas	GPE
ecletica-140	192	1	quím.	PERSON
ecletica-140	192	2	são paulo	PERSON
ecletica-140	192	3	36 ,2011	DATE
ecletica-140	192	4	95 1	QUANTITY
ecletica-140	193	1	12,5	CARDINAL
ecletica-140	194	1	3%	PERCENT
ecletica-140	194	2	devido à oxidação de mn(ii	ORG
ecletica-140	195	1	7	CARDINAL
ecletica-140	195	2	o2 → mno(oh)2↓	ORG
ecletica-140	195	3	contendo manganês	ORG
ecletica-140	197	1	2a	CARDINAL
ecletica-140	197	2	iodeto	GPE
ecletica-140	198	1	pode ser oxidado	PERSON
ecletica-140	198	2	pelo	PERSON
ecletica-140	199	1	mesmo não sendo o caso	ORG
ecletica-140	199	2	ar oxida este íon lentamente	ORG
ecletica-140	199	3	especialmente na presença de luz	ORG
ecletica-140	200	1	o	DATE
ecletica-140	200	2	é na forma	PERSON
ecletica-140	201	1	então	ORG
ecletica-140	201	2	sólido	ORG
ecletica-140	201	3	aos poucos	ORG
ecletica-140	201	4	até	ORG
ecletica-140	201	5	da cor	ORG
ecletica-140	201	6	castanha característica	PERSON
ecletica-140	201	7	2+ 2	QUANTITY
ecletica-140	201	8	2	CARDINAL
ecletica-140	201	9	9	CARDINAL
ecletica-140	201	10	h2so4 2 mol.l	ORG
ecletica-140	202	1	de zinco	PERSON
ecletica-140	203	1	foi tratado	PERSON
ecletica-140	203	2	12,5	CARDINAL
ecletica-140	203	3	precipitando o	PERSON
ecletica-140	203	4	na forma de hidróxido	ORG
ecletica-140	204	1	se necessário	PERSON
ecletica-140	204	2	2	CARDINAL
ecletica-140	204	3	-1	ORG
ecletica-140	204	4	para mantê-lo	PERSON
ecletica-140	204	5	zncl2	PERSON
ecletica-140	205	1	10	CARDINAL
ecletica-140	205	2	quím.	PERSON
ecletica-140	205	3	são paulo	PERSON
ecletica-140	205	4	36 ,2011	DATE
ecletica-140	205	5	96	CARDINAL
ecletica-140	205	6	deve-se evitar	ORG
ecletica-140	205	7	de naoh para que	ORG
ecletica-140	205	8	ainda que localmente	ORG
ecletica-140	205	9	fique acima de 13	ORG
ecletica-140	205	10	zn(oh)2 como complexo	ORG
ecletica-140	205	11	30	CARDINAL
ecletica-140	206	1	2.3	CARDINAL
ecletica-140	206	2	análise de dos	ORG
ecletica-140	206	3	finais	GPE
ecletica-140	206	4	357/05	CARDINAL
ecletica-140	206	5	meio ambiente	PERSON
ecletica-140	207	1	31	CARDINAL
ecletica-140	207	2	foram	ORG
ecletica-140	207	3	quanto	ORG
ecletica-140	207	4	quatro requisitos que devem ser	ORG
ecletica-140	207	5	possa ser descartado na pia	PERSON
ecletica-140	207	6	placa de toque	ORG
ecletica-140	210	1	diluído numa outra	ORG
ecletica-140	210	2	entre 5 e 9	DATE
ecletica-140	210	3	ausência de sólidos	PERSON
ecletica-140	210	4	de turbidez ou deposição de sólidos	PERSON
ecletica-140	210	5	1	CARDINAL
ecletica-140	210	6	ausência de cor	ORG
ecletica-140	211	1	foram	ORG
ecletica-140	211	2	por fluorescência de raios-x	ORG
ecletica-140	211	3	axsd5005	PERSON
ecletica-140	211	4	para deecção qualitativa	PERSON
ecletica-140	212	1	cada	GPE
ecletica-140	212	2	uma das correntes residuais tratadas (	ORG
ecletica-140	213	1	em caso de detecção	ORG
ecletica-140	213	2	cada	GPE
ecletica-140	213	3	por meio de uma curva de calibração	ORG
ecletica-140	214	1	3	CARDINAL
ecletica-140	214	2	resultados e discussão 3.1	PERSON
ecletica-140	214	3	físico-química	ORG
ecletica-140	214	4	finais	GPE
ecletica-140	214	5	todos	GPE
ecletica-140	215	1	finais oriundos	ORG
ecletica-140	216	1	estão	ORG
ecletica-140	216	2	na tabela 3.	ORG
ecletica-140	216	3	que foram isolados antes de se chegar à etapa final de processamento	ORG
ecletica-140	217	1	dentro das condições experimentais deste trabalho	PERSON
ecletica-140	217	2	todos	GPE
ecletica-140	217	3	atendiam às	PERSON
ecletica-140	217	4	quatro condições	PERSON
ecletica-140	217	5	básicas necessárias para descartar um efluente tratado na pia	PERSON
ecletica-140	217	6	para que isso seja possível	PERSON
ecletica-140	218	1	é importante ter	PERSON
ecletica-140	219	1	isolar	NORP
ecletica-140	220	1	o mais das vezes isso	PERSON
ecletica-140	220	2	faz	ORG
ecletica-140	220	3	precipitação de sais ou hidróxidos de produtos de	ORG
ecletica-140	220	4	muito baixos	PERSON
ecletica-140	220	5	quím.	PERSON
ecletica-140	221	1	são paulo	PERSON
ecletica-140	221	2	36 ,2011 97	DATE
ecletica-140	221	3	também para precipitar os metais pesados solúveis eventualmente presentes	ORG
ecletica-140	221	4	meio	NORP
ecletica-140	221	5	evitando que parte	ORG
ecletica-140	221	6	possa passar pelo meio	PERSON
ecletica-140	222	1	características e	GPE
ecletica-140	222	2	método de separação	ORG
ecletica-140	223	1	deve ser eliminada de modo	PERSON
ecletica-140	224	1	para resíduos	PERSON
ecletica-140	224	2	são	ORG
ecletica-140	224	3	pois não geram resíduos de processo	ORG
ecletica-140	225	1	sulfito de sódio (na2so3	PERSON
ecletica-140	225	2	metabissulfito de sódio	PERSON
ecletica-140	225	3	ácido fórmico	PERSON
ecletica-140	225	4	são agentes	ORG
ecletica-140	225	5	que não geram resíduos	ORG
ecletica-140	225	6	finais de processo	ORG
ecletica-140	226	1	o conhecimento da composição de cada	PERSON
ecletica-140	226	2	das correntes residuais é de	ORG
ecletica-140	226	3	importância para o gerenciamento dos resíduos	PERSON
ecletica-140	226	4	definindo	GPE
ecletica-140	226	5	e de tratamento	ORG
ecletica-140	226	6	dos mesmos	PERSON
ecletica-140	227	1	além	ORG
ecletica-140	227	2	das espécies químicas oriundas de cada	PERSON
ecletica-140	227	3	outros compostos	ORG
ecletica-140	227	4	são	ORG
ecletica-140	227	5	o processo de tratamento	PERSON
ecletica-140	228	1	tratamento	GPE
ecletica-140	228	2	da análise de fosfato	ORG
ecletica-140	228	3	por exemplo	ORG
ecletica-140	228	4	são adicionadas compostos para neutralização	PERSON
ecletica-140	228	5	precipitação das espécies	PERSON
ecletica-140	228	6	bacl2	PERSON
ecletica-140	229	1	deve-se tomar cuidado para que	PERSON
ecletica-140	229	2	espécies	GPE
ecletica-140	229	3	químicas reconhecidamente poluidoras sejam descartadas	ORG
ecletica-140	229	4	das etapas do	ORG
ecletica-140	230	1	para tratamento de resíduos	ORG
ecletica-140	230	2	ele é oriundo de uma outra	PERSON
ecletica-140	231	1	que é	ORG
ecletica-140	231	2	o	DATE
ecletica-140	232	1	etanol	PERSON
ecletica-140	233	1	resultado enquadra	PERSON
ecletica-140	233	2	para descarte segundo	PERSON
ecletica-140	233	3	357/05	CARDINAL
ecletica-140	233	4	31	CARDINAL
ecletica-140	234	1	quím.	PERSON
ecletica-140	234	2	são paulo	PERSON
ecletica-140	234	3	36 ,2011 98	DATE
ecletica-140	234	4	3	CARDINAL
ecletica-140	234	5	caracterização dos produtos	ORG
ecletica-140	234	6	finais após	PERSON
ecletica-140	234	7	composto de interesse aspecto	ORG
ecletica-140	234	8	tratado aspecto	ORG
ecletica-140	234	9	produto contendo o elemento ou composto de interesse mo solução	ORG
ecletica-140	234	10	não foi isolado	PERSON
ecletica-140	234	11	o	DATE
ecletica-140	234	12	bamoo4	ORG
ecletica-140	234	13	não foi isolado	PERSON
ecletica-140	234	14	o produto	PERSON
ecletica-140	235	1	hg(oh)2	GPE
ecletica-140	235	2	etanol solução verde liquido	ORG
ecletica-140	235	3	zn(oh)2) cu não houve preciptiado azul	ORG
ecletica-140	235	4	mn não houve preciptiado	ORG
ecletica-140	235	5	não foi isolado	PERSON
ecletica-140	235	6	o produto	PERSON
ecletica-140	235	7	3.2	CARDINAL
ecletica-140	235	8	aspectos mais importantes	ORG
ecletica-140	235	9	é o efeito de diluição durante	ORG
ecletica-140	235	10	várias	PERSON
ecletica-140	235	11	tratamento	GPE
ecletica-140	236	1	15-20%	PERCENT
ecletica-140	236	2	nosso caso	PERSON
ecletica-140	237	1	por isso	PERSON
ecletica-140	237	2	sempre que possível	PERSON
ecletica-140	237	3	devese utilizar	GPE
ecletica-140	237	4	mais concentradas do agente de tratamento	ORG
ecletica-140	238	1	por exemplo	ORG
ecletica-140	238	2	exigindo apenas uma	ORG
ecletica-140	238	3	para homogeneização e controlar	ORG
ecletica-140	238	4	da formação de espuma	ORG
ecletica-140	239	1	para soluções alcalinas	PERSON
ecletica-140	239	2	apesar da manipulação ser mais ecl	PERSON
ecletica-140	239	3	quím.	PERSON
ecletica-140	239	4	são paulo	PERSON
ecletica-140	239	5	36 ,2011	DATE
ecletica-140	239	6	99 delicada	QUANTITY
ecletica-140	240	1	deve-se seguir	ORG
ecletica-140	240	2	regra	PERSON
ecletica-140	240	3	solução mais concentrada	ORG
ecletica-140	240	4	adicionada paulatinamente e	PERSON
ecletica-140	240	5	à solução mais diluída	ORG
ecletica-140	241	1	de etanol	PERSON
ecletica-140	241	2	solvente levou à redução	PERSON
ecletica-140	242	1	quando da recuperação de solventes ou da evaporção de soluções para cristalização de algum soluto dissolvido	PERSON
ecletica-140	243	1	2,3,6-9	CARDINAL
ecletica-140	243	2	3.3	CARDINAL
ecletica-140	243	3	sólidos e líquidos isolados	ORG
ecletica-140	243	4	etanol	ORG
ecletica-140	243	5	foi rotulado como solvente de lavagem e limpeza	PERSON
ecletica-140	244	1	de hidróxido de zinco	PERSON
ecletica-140	244	2	foram	ORG
ecletica-140	244	3	na síntese de cloretos desses metais	ORG
ecletica-140	244	4	da quantidade adequada de hcl para dissolução	ORG
ecletica-140	244	5	foram	ORG
ecletica-140	244	6	encaminhados	ORG
ecletica-140	244	7	de ensino de química analítica qualitativa e química geral	ORG
ecletica-140	245	1	selênio foi	PERSON
ecletica-140	245	2	grupos de pesquisa que sintetizaram	ORG
ecletica-140	245	3	o seo2	DATE
ecletica-140	246	1	contendo mo	ORG
ecletica-140	246	2	e mn	ORG
ecletica-140	246	3	tanto ser enviados à incineração	ORG
ecletica-140	246	4	cinzas são	PERSON
ecletica-140	247	1	32	CARDINAL
ecletica-140	247	2	264/99	DATE
ecletica-140	248	1	33	CARDINAL
ecletica-140	249	1	contendo mercúrio somente pode ser enviado diretamente	ORG
ecletica-140	249	2	industrial para resíduos classe	ORG
ecletica-140	249	3	ainda ser encapsulado	ORG
ecletica-140	249	4	antes dessa destinação	ORG
ecletica-140	249	5	32	CARDINAL
ecletica-140	250	1	o laboratório de limnologia da ufrj	PERSON
ecletica-140	250	2	recomendações da comissão de biossegurança	PERSON
ecletica-140	250	3	centro de ciências da saúde	PERSON
ecletica-140	250	4	que realiza duas vezes ao ano uma coleta dos resíduos químicos	ORG
ecletica-140	250	5	dos laboratórios deste centro	PERSON
ecletica-140	250	6	de acordo	PERSON
ecletica-140	250	7	halogenados e	PERSON
ecletica-140	251	1	3.4 o	DATE
ecletica-140	251	2	quím.	PERSON
ecletica-140	252	1	são paulo	PERSON
ecletica-140	252	2	36 ,2011	DATE
ecletica-140	252	3	100	CARDINAL
ecletica-140	252	4	progressiva implementação	ORG
ecletica-140	252	5	programa de gerenciamento de resíduos	ORG
ecletica-140	252	6	que abandonaram	ORG
ecletica-140	252	7	procedimento de descarte	ORG
ecletica-140	252	8	lixo comum	ORG
ecletica-140	252	9	cultura	ORG
ecletica-140	252	10	quando eles eram alunos de disciplinas experimentais de cursos de nível	ORG
ecletica-140	252	11	mesmo	PERSON
ecletica-140	253	1	internas	GPE
ecletica-140	253	2	das fontes geradoras	PERSON
ecletica-140	253	3	de cada corrente	ORG
ecletica-140	253	4	de roteiros de tratamento testados	ORG
ecletica-140	253	5	foram	NORP
ecletica-140	254	1	esta atividade	ORG
ecletica-140	255	1	resultados iniciais	ORG
ecletica-140	255	2	programa de gestão sempre foram	ORG
ecletica-140	255	3	colocados de forma clara para todos	PERSON
ecletica-140	255	4	o	DATE
ecletica-140	255	5	identificando casos de	PERSON
ecletica-140	255	6	sucedidas e outros	PERSON
ecletica-140	255	7	que ainda são	ORG
ecletica-140	256	1	na área da saúde	PERSON
ecletica-140	256	2	gestão	GPE
ecletica-140	256	3	é parte integrante de um universo mais amplo	ORG
ecletica-140	256	4	que é	ORG
ecletica-140	256	5	gestão	GPE
ecletica-140	256	6	de saúde	ORG
ecletica-140	257	1	de acordo	PERSON
ecletica-140	257	2	rdc	ORG
ecletica-140	257	3	da agência nacional de vigilância sanitária	ORG
ecletica-140	258	1	34	CARDINAL
ecletica-140	258	2	358/05	CARDINAL
ecletica-140	259	1	35	CARDINAL
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ecletica-140	259	3	por cinco tipos de resíduos	ORG
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