id	sid	eid	entity	type
ecletica-69	1	1	1	CARDINAL
ecletica-69	1	2	eclética química	PERSON
ecletica-69	1	3	www.iq.unesp.br/ecletica issn 1678-4618	PERSON
ecletica-69	2	1	40	CARDINAL
ecletica-69	3	1	2015	DATE
ecletica-69	3	2	eclética química	PERSON
ecletica-69	3	3	40	CARDINAL
ecletica-69	3	4	166	CARDINAL
ecletica-69	3	5	2015	DATE
ecletica-69	4	1	166	CARDINAL
ecletica-69	4	2	ensino das vias bioquímicas	PERSON
ecletica-69	4	3	mariana	PERSON
ecletica-69	4	4	1	CARDINAL
ecletica-69	4	5	pedro gomes peixoto 2	PERSON
ecletica-69	4	6	1	CARDINAL
ecletica-69	79	1	o ensino de biologia e química nas escolas vem sendo muito	PERSON
ecletica-69	80	1	o uso de aulas	PERSON
ecletica-69	80	2	demonstrativas para	PERSON
ecletica-69	81	1	aulas expositivas	ORG
ecletica-69	81	2	sido pouco	PERSON
ecletica-69	81	3	dificultando uma melhor compreensão pelos alunos sobre	ORG
ecletica-69	81	4	sala de aula	ORG
ecletica-69	82	1	o presente trabalho apresenta	PERSON
ecletica-69	82	2	teoria e prática	PERSON
ecletica-69	82	3	visando facilitar	ORG
ecletica-69	82	4	compreensão	ORG
ecletica-69	82	5	conhecimento pelos alunos	ORG
ecletica-69	83	1	é uma metodologia que pode vir	ORG
ecletica-69	84	1	metodologia de ensino	PERSON
ecletica-69	84	2	processos bioquímicos	ORG
ecletica-69	164	1	1	CARDINAL
ecletica-69	164	2	química	GPE
ecletica-69	164	3	licenciatura universidade de uberaba	ORG
ecletica-69	164	4	de licenciatura	PERSON
ecletica-69	164	5	química	GPE
ecletica-69	164	6	brasil	GPE
ecletica-69	165	1	2	CARDINAL
ecletica-69	165	2	estado de minas gerais	ORG
ecletica-69	167	1	de licenciatura	PERSON
ecletica-69	167	2	química	GPE
ecletica-69	167	3	avenida nenê sabino,	ORG
ecletica-69	167	4	1801	DATE
ecletica-69	167	5	38055-500	CARDINAL
ecletica-69	167	6	mg	ORG
ecletica-69	167	7	brasil file:///c:/users/catia/desktop	ORG
ecletica-69	167	8	química	GPE
ecletica-69	167	9	40	CARDINAL
ecletica-69	167	10	166	CARDINAL
ecletica-69	167	11	2015	DATE
ecletica-69	168	1	167	CARDINAL
ecletica-69	168	2	167	CARDINAL
ecletica-69	168	3	introdução	ORG
ecletica-69	168	4	ensino de bioquímica	PERSON
ecletica-69	168	5	ensino	WORK_OF_ART
ecletica-69	168	6	vem sendo	PERSON
ecletica-69	168	7	pela falta de estrutura que	ORG
ecletica-69	168	8	escolas apresentam	PERSON
ecletica-69	168	9	permitindo somente	ORG
ecletica-69	168	10	de aulas expositivas	ORG
ecletica-69	168	11	levando	GPE
ecletica-69	168	12	pelos alunos	PERSON
ecletica-69	169	1	conteúdos de bioquímica são complexos e necessitam de complementos para que	ORG
ecletica-69	169	2	está sendo	PERSON
ecletica-69	169	3	e não interpretem somente como algo abstrato que eles aprendem	ORG
ecletica-69	169	4	mas não absorvem	ORG
ecletica-69	170	1	práticas de laboratório que possam	ORG
ecletica-69	170	2	aula são de grande valia para o aprendizado	ORG
ecletica-69	171	1	1	CARDINAL
ecletica-69	172	1	da literatura mostram que	ORG
ecletica-69	172	2	quando se associa teoria	PERSON
ecletica-69	172	3	que quando se apresenta somente	ORG
ecletica-69	173	1	2	CARDINAL
ecletica-69	173	2	alunos podem	ORG
ecletica-69	173	3	comprovar e relacionar	ORG
ecletica-69	173	4	biológico-químicos que lhes foram	ORG
ecletica-69	173	5	3,4	CARDINAL
ecletica-69	174	1	tem como função informar aos alunos sobre um determinado conteúdo.	ORG
ecletica-69	175	1	pedagógica transmitem	PERSON
ecletica-69	175	2	apresentado no	ORG
ecletica-69	175	3	enquanto	ORG
ecletica-69	175	4	alunos atuam como	ORG
ecletica-69	175	5	de conteúdo	ORG
ecletica-69	176	1	aulas expositivas são de suma importância para que	ORG
ecletica-69	176	2	o	DATE
ecletica-69	177	1	2	CARDINAL
ecletica-69	178	1	para assimilação da teoria com	PERSON
ecletica-69	178	2	o	DATE
ecletica-69	178	3	desenvolvimento de habilidades e	PERSON
ecletica-69	179	1	5	CARDINAL
ecletica-69	179	2	crítica e	PERSON
ecletica-69	179	3	pensamento científico não fazem parte da prática pedagógica	ORG
ecletica-69	179	4	de química	ORG
ecletica-69	179	5	sendo estes	ORG
ecletica-69	179	6	de informações	PERSON
ecletica-69	179	7	de compreensão pouco	PERSON
ecletica-69	179	8	sendo inadequados	ORG
ecletica-69	179	9	aos estudantes	ORG
ecletica-69	179	10	3	CARDINAL
ecletica-69	180	1	objetivo deste trabalho é	ORG
ecletica-69	180	2	uma metodologia capaz de apresentar	ORG
ecletica-69	180	3	vias bioquímicas da fermentação alcoólica	PERSON
ecletica-69	180	4	experimento de destilação fracionada como um modelo	ORG
ecletica-69	181	1	para isso	PERSON
ecletica-69	181	2	será abordada	PERSON
ecletica-69	181	3	laboratório visando à correlação	ORG
ecletica-69	181	4	práticas apresentadas	PERSON
ecletica-69	182	1	conteúdo sobre	ORG
ecletica-69	182	2	será ministrada aos alunos uma aula	PERSON
ecletica-69	183	1	nessa aula	PERSON
ecletica-69	183	2	será	ORG
ecletica-69	183	3	assunto metabolismo bioenergético utilizando como modelo biológico o fungo leveduriforme	ORG
ecletica-69	183	4	como fermento	PERSON
ecletica-69	183	5	biológico	ORG
ecletica-69	184	1	na aula expositiva dialogada sobre metabolismo	ORG
ecletica-69	184	2	bioenergético	NORP
ecletica-69	184	3	modelos biológicos	PERSON
ecletica-69	184	4	abordando	PERSON
ecletica-69	184	5	rotas bioquímicas	PERSON
ecletica-69	184	6	diversas condições e conversão	ORG
ecletica-69	184	7	etanol	ORG
ecletica-69	185	1	logo após	PERSON
ecletica-69	185	2	da teoria	PERSON
ecletica-69	185	3	alunos serão levados	PERSON
ecletica-69	185	4	ao laboratório	PERSON
ecletica-69	185	5	tampa	GPE
ecletica-69	185	6	10	CARDINAL
ecletica-69	185	7	gramas de fermento	ORG
ecletica-69	185	8	biológico [sacchacaromyces cerevisiae	ORG
ecletica-69	185	9	500 ml	QUANTITY
ecletica-69	185	10	bruto de cana-de-açúcar	ORG
ecletica-69	185	11	posteriormente	GPE
ecletica-69	185	12	incubar	GPE
ecletica-69	185	13	à temperatura ambiente	ORG
ecletica-69	186	1	2	CARDINAL
ecletica-69	187	1	após este período de incubação	PERSON
ecletica-69	188	1	solução será transferida	ORG
ecletica-69	188	2	para um balão de fundo chato acoplado	PERSON
ecletica-69	189	1	1	CARDINAL
ecletica-69	190	1	eclética química	PERSON
ecletica-69	190	2	40	CARDINAL
ecletica-69	190	3	166	CARDINAL
ecletica-69	190	4	2015	DATE
ecletica-69	191	1	168 168	CARDINAL
ecletica-69	191	2	1	CARDINAL
ecletica-69	191	3	sistema de destilação	PERSON
ecletica-69	191	4	reações ocorrem	PERSON
ecletica-69	191	5	será realizada uma revisão sobre os	ORG
ecletica-69	191	6	o	DATE
ecletica-69	192	1	será esclarecido aos alunos	PERSON
ecletica-69	192	2	biológico	ORG
ecletica-69	192	3	enfatizando	ORG
ecletica-69	192	4	fungo s. cerevisiae	PERSON
ecletica-69	192	5	expondo que este fungo	ORG
ecletica-69	193	1	o	DATE
ecletica-69	193	2	de etanol	PERSON
ecletica-69	193	3	8	CARDINAL
ecletica-69	194	1	resultados e discussão o produto esperado após	PERSON
ecletica-69	194	2	o término da destilação é o	PERSON
ecletica-69	194	3	cheiro característico	PERSON
ecletica-69	195	1	álcool será detectado utilizando um densímetro para dosagem de álcool	ORG
ecletica-69	196	1	aparelho mostrará	PERSON
ecletica-69	196	2	gay-lussac°gl	PERSON
ecletica-69	197	1	dos processos bioquímicos da fermentação glicólise para	PERSON
ecletica-69	197	2	de etanol	PERSON
ecletica-69	197	3	é utilizado	ORG
ecletica-69	197	4	fungo s. cerevisiae	PERSON
ecletica-69	198	1	irá consumir	PERSON
ecletica-69	198	2	produzirá etanol	PERSON
ecletica-69	198	3	para que essa reação ocorra	PERSON
ecletica-69	198	4	será adicionado ao extrato bruto da cana-de-açúcar	ORG
ecletica-69	198	5	glicose deste extrato	ORG
ecletica-69	198	6	para seu metabolismo	PERSON
ecletica-69	199	1	inicia pela	PERSON
ecletica-69	199	2	da molécula através da	PERSON
ecletica-69	199	3	utilizando como fonte de fosfato o atp	ORG
ecletica-69	199	4	6 da molécula	QUANTITY
ecletica-69	199	5	tornando	GPE
ecletica-69	199	6	assim	ORG
ecletica-69	200	1	nesse caso	ORG
ecletica-69	200	2	o atp perde um fosfato para	PERSON
ecletica-69	200	3	vira adp	PERSON
ecletica-69	201	1	após isso	PERSON
ecletica-69	201	2	que irá adicionar	ORG
ecletica-69	201	3	1	CARDINAL
ecletica-69	201	4	tornando	GPE
ecletica-69	201	5	frutose-1,6-bifosfato	GPE
ecletica-69	201	6	7,8	CARDINAL
ecletica-69	202	1	frutose-1,6-bifosfato	GPE
ecletica-69	202	2	é quebrada para gerar duas moléculas com três carbonos	PERSON
ecletica-69	202	3	eclética química	PERSON
ecletica-69	202	4	40	CARDINAL
ecletica-69	202	5	166	CARDINAL
ecletica-69	202	6	2015	DATE
ecletica-69	203	1	169 169	CARDINAL
ecletica-69	203	2	sendo este último composto convertido	ORG
ecletica-69	203	3	terminando assim	ORG
ecletica-69	204	1	2	CARDINAL
ecletica-69	204	2	duas	GPE
ecletica-69	205	1	na primeira fase	ORG
ecletica-69	205	2	duas moléculas de gliceraldeido-3-fosfato	PERSON
ecletica-69	206	1	segunda fase	ORG
ecletica-69	206	2	moléculas de gliceraldeido-3-fosfato	PERSON
ecletica-69	206	3	são	ORG
ecletica-69	206	4	da produção de atp e piruvato	ORG
ecletica-69	206	5	condições de anaerobiose ou aerobiose	PERSON
ecletica-69	207	1	irão ser cruciais para os	ORG
ecletica-69	207	2	produtos finais destas	ORG
ecletica-69	208	1	9	CARDINAL
ecletica-69	209	1	é chamada de fase de pagamento ou	ORG
ecletica-69	210	1	nessa fase	PERSON
ecletica-69	210	2	cada molécula de gliceraldeído-3-fosfato é oxidado e fosforilado por	ORG
ecletica-69	211	1	formando assim	NORP
ecletica-69	212	1	composto 1,3-bifosfoglicerato	PERSON
ecletica-69	213	1	energia	ORG
ecletica-69	213	2	na forma de duas	ORG
ecletica-69	213	3	1,3bifosfoglicerato	CARDINAL
ecletica-69	213	4	moléculas de piruvato	PERSON
ecletica-69	213	5	8	CARDINAL
ecletica-69	214	1	das moléculas de piruvato	PERSON
ecletica-69	214	2	rotas metabólicas diferentes	ORG
ecletica-69	214	3	de acordo	PERSON
ecletica-69	214	4	sua necessidade	ORG
ecletica-69	216	1	sequência à produção	ORG
ecletica-69	216	2	condições aeróbicas	PERSON
ecletica-69	216	3	tem	ORG
ecletica-69	216	4	de acetil	PERSON
ecletica-69	216	5	o ciclo de krebs que é essencial para	PERSON
ecletica-69	218	1	eclética química	PERSON
ecletica-69	218	2	40	CARDINAL
ecletica-69	218	3	166	CARDINAL
ecletica-69	218	4	2015	DATE
ecletica-69	219	1	170	CARDINAL
ecletica-69	219	2	3	CARDINAL
ecletica-69	219	3	piruvato após ser produzido pela	PERSON
ecletica-69	219	4	10	CARDINAL
ecletica-69	220	1	leveduras	GPE
ecletica-69	220	2	pela	PERSON
ecletica-69	220	3	de etanol	PERSON
ecletica-69	220	4	da conversão de piruvato	PERSON
ecletica-69	222	1	etanol	ORG
ecletica-69	222	2	há também	ORG
ecletica-69	222	3	condições de anaerobiose	PERSON
ecletica-69	222	4	que não possuem quantidade de oxigênio	ORG
ecletica-69	223	1	de etanol	PERSON
ecletica-69	223	2	de glicose contida	ORG
ecletica-69	223	3	bruto da cana-de-açúcar	PERSON
ecletica-69	223	4	s. cerevisiae	PERSON
ecletica-69	223	5	expressão	ORG
ecletica-69	223	6	de krebs	PERSON
ecletica-69	223	7	faz	ORG
ecletica-69	224	1	dessa forma	PERSON
ecletica-69	224	2	que fazem parte	ORG
ecletica-69	224	3	krebs inativados	PERSON
ecletica-69	224	4	o piruvato segue pela	PERSON
ecletica-69	224	5	anaeróbica que tem como produto	PERSON
ecletica-69	224	6	de etanol	PERSON
ecletica-69	225	1	o piruvato é convertido	PERSON
ecletica-69	225	2	etanol e co2 em duas	ORG
ecletica-69	226	1	na primeira	PERSON
ecletica-69	226	2	o piruvato sofre descarboxilização através da	PERSON
ecletica-69	226	3	piruvato descarboxilase	PERSON
ecletica-69	226	4	liberando uma molécula de co2	ORG
ecletica-69	227	1	na segunda etapa	PERSON
ecletica-69	228	1	o	DATE
ecletica-69	229	1	formando assim	ORG
ecletica-69	229	2	o etanol	PERSON
ecletica-69	232	1	4	CARDINAL
ecletica-69	232	2	esquema da conversão de piruvato	PERSON
ecletica-69	232	3	pela	PERSON
ecletica-69	232	4	etanol	ORG
ecletica-69	232	5	9	CARDINAL
ecletica-69	233	1	eclética química	PERSON
ecletica-69	233	2	40	CARDINAL
ecletica-69	233	3	166	CARDINAL
ecletica-69	233	4	2015	DATE
ecletica-69	234	1	171 171	CARDINAL
ecletica-69	234	2	segundo nelson	PERSON
ecletica-69	235	1	pela	GPE
ecletica-69	235	2	fornecer cerca de 92	ORG
ecletica-69	235	3	moléculas de atp	PERSON
ecletica-69	235	4	em condições de aerobiose e 7	ORG
ecletica-69	235	5	anaerobiose mas	PERSON
ecletica-69	235	6	na prática	PERSON
ecletica-69	235	7	38	CARDINAL
ecletica-69	235	8	moléculas de atp pela	PERSON
ecletica-69	235	9	2	CARDINAL
ecletica-69	235	10	pela	PERSON
ecletica-69	236	1	obtenção	PERSON
ecletica-69	236	2	da técnica de destilação fracionada como descrito nos itens anteriores	PERSON
ecletica-69	236	3	o fungo s. cerevisiae possui	PERSON
ecletica-69	236	4	capacidade de produção de etanol	ORG
ecletica-69	236	5	consumo da glicose presente	PERSON
ecletica-69	237	1	bruto da cana-de-açúcar	PERSON
ecletica-69	237	2	essa glicose	PERSON
ecletica-69	237	3	etanol como produto	ORG
ecletica-69	238	1	etanol produzido nesse processo	PERSON
ecletica-69	238	2	bioquímico fica diluído junto	PERSON
ecletica-69	238	3	o	DATE
ecletica-69	238	4	bruto da cana	PERSON
ecletica-69	239	1	para separar	PERSON
ecletica-69	239	2	o etanol	PERSON
ecletica-69	239	3	baseada	ORG
ecletica-69	240	1	uma vez que	ORG
ecletica-69	240	2	no aquecimento de uma mistura	ORG
ecletica-69	240	3	pontos de ebulição	PERSON
ecletica-69	240	4	são condensados e recolhidos	ORG
ecletica-69	241	1	11,12	CARDINAL
ecletica-69	241	2	bruto é aquecido	PERSON
ecletica-69	241	3	100°	QUANTITY
ecletica-69	241	4	fornecida	TIME
ecletica-69	241	5	térmica para	ORG
ecletica-69	241	6	grau de agitação entre	ORG
ecletica-69	241	7	moléculas	GPE
ecletica-69	241	8	12	CARDINAL
ecletica-69	242	1	etanol possui ponto de ebulição de 78	ORG
ecletica-69	242	2	assim	NORP
ecletica-69	242	3	quando	GPE
ecletica-69	242	4	temperatura	ORG
ecletica-69	242	5	78°	QUANTITY
ecletica-69	242	6	então	ORG
ecletica-69	242	7	está sendo destilado	PERSON
ecletica-69	243	1	sala de aula é um ambiente	ORG
ecletica-69	243	2	tendem	NORP
ecletica-69	243	3	química	GPE
ecletica-69	245	1	sendo assim	PERSON
ecletica-69	245	2	é muito importante promover o processo de construção	PERSON
ecletica-69	245	3	conhecimento adquirido em sala possa ser utilizado	ORG
ecletica-69	246	1	ensino das disciplinas de química e biologia	PERSON
ecletica-69	246	2	tipo de abordagem	PERSON
ecletica-69	246	3	programada	ORG
ecletica-69	246	4	contextualizada e discursiva é promotora	ORG
ecletica-69	246	5	conhecimento podendo ser	ORG
ecletica-69	246	6	pela	PERSON
ecletica-69	246	7	aliada à teoria	ORG
ecletica-69	247	1	12,13	CARDINAL
ecletica-69	248	1	conclusões	PERSON
ecletica-69	248	2	para trabalhar conteúdos	PERSON
ecletica-69	249	1	discutida	ORG
ecletica-69	250	1	elucidação de processos	ORG
ecletica-69	250	2	bioquímicos	GPE
ecletica-69	250	3	conteúdo uma vez que	ORG
ecletica-69	250	4	da teoria	PERSON
ecletica-69	251	1	neste trabalho propôs-se uma	PERSON
ecletica-69	251	2	diferente para o ensino de vias metabólicas	ORG
ecletica-69	251	3	o etanol	PERSON
ecletica-69	252	1	aplicação de técnicas experimentais apresenta	ORG
ecletica-69	252	2	resultados bastante	ORG
ecletica-69	252	3	quando se trata de aprendizagem	ORG
ecletica-69	252	4	por isso acredita-se que	PERSON
ecletica-69	252	5	da metodologia proposta neste trabalho ofereça	ORG
ecletica-69	252	6	de possibilidades para discussão de conteúdos	ORG
ecletica-69	252	7	entre	GPE
ecletica-69	252	8	e alunos	PERSON
ecletica-69	253	1	referências	PERSON
ecletica-69	253	2	1	CARDINAL
ecletica-69	253	3	giordan m. o papel da experimentação	PERSON
ecletica-69	254	1	química	GPE
ecletica-69	255	1	1999;10[novembro]:43–9	CARDINAL
ecletica-69	256	1	2	CARDINAL
ecletica-69	256	2	caminhos e descaminhos rumo à aprendizagem	ORG
ecletica-69	256	3	significativa	ORG
ecletica-69	257	1	química	GPE
ecletica-69	258	1	2009;31[3]:198–202	CARDINAL
ecletica-69	259	1	3	CARDINAL
ecletica-69	259	2	oliveira rv	PERSON
ecletica-69	259	3	takatsuka jp	PERSON
ecletica-69	259	4	vl	ORG
ecletica-69	259	5	rogério a	PERSON
ecletica-69	260	1	construção de fonte	ORG
ecletica-69	260	2	cuba	GPE
ecletica-69	260	3	aulas práticas de bioquímica	ORG
ecletica-69	261	1	ensino bioquímica e biol mol	PERSON
ecletica-69	263	1	2012;01[01	CARDINAL
ecletica-69	264	1	química	GPE
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