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ecletica-81	1	1	caracterização físico-química e bacteriológica dos resíduos de eta	PERSON
ecletica-81	1	2	seu estudo	ORG
ecletica-81	1	3	eclética química	PERSON
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ecletica-81	2	2	caracterização físico-química e bacteriológica dos resíduos de eta	PERSON
ecletica-81	2	3	seu estudo	ORG
ecletica-81	3	1	rubia p. l. camargoi	PERSON
ecletica-81	3	2	s. costai	PERSON
ecletica-81	3	3	ítalo l. fernandesi	PERSON
ecletica-81	3	4	patrícia f. góisieii	PERSON
ecletica-81	3	5	renato c. silvaiii & gustavo a. santosiii	PERSON
ecletica-81	4	1	de goiás ii empresa de saneamento de goiás iii instituto de química	ORG
ecletica-81	4	2	de água de anápolis	ORG
ecletica-81	4	3	gera como principais resíduos	PERSON
ecletica-81	4	4	lodo nos	PERSON
ecletica-81	4	5	água de	PERSON
ecletica-81	4	6	filtros depois da retrolavagem	PERSON
ecletica-81	4	7	dos mesmos	PERSON
ecletica-81	4	8	neste trabalho realizou-se	PERSON
ecletica-81	4	9	físico-química e bacteriológica desses	ORG
ecletica-81	4	10	por meio das metodologias prescritas	ORG
ecletica-81	5	1	resultados apontaram	ORG
ecletica-81	5	2	necessidade de tratamento e disposição adequada para o lodo	ORG
ecletica-81	5	3	pois seus parâmetros não	ORG
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ecletica-81	6	2	características da água de lavagem de filtros estão	ORG
ecletica-81	6	3	aos padrões de qualidade de água classe 2	PERSON
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ecletica-81	6	5	conama no 357	PERSON
ecletica-81	7	1	estes resultados demonstram	PERSON
ecletica-81	7	2	importância de caracterização destes resíduos	ORG
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ecletica-81	16	2	introdução	ORG
ecletica-81	16	3	crescimento populacional e o desenvolvimento	ORG
ecletica-81	16	4	tecnológico elevaram o	ORG
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ecletica-81	16	6	que na maioria das vezes não	PERSON
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ecletica-81	19	6	quantidade de resíduos nas estações de tratamento de água	PERSON
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ecletica-81	19	8	na forma de lodo nos	PERSON
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ecletica-81	24	2	inciso iii	PERSON
ecletica-81	24	3	que	ORG
ecletica-81	24	4	serviços públicos de saneamento	PERSON
ecletica-81	24	5	básico sejam realizados de forma adequada à saúde pública e à proteção	PERSON
ecletica-81	24	6	meio ambiente	PERSON
ecletica-81	25	1	entendese	ORG
ecletica-81	25	2	por	ORG
ecletica-81	25	3	saneamento básico	PERSON
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ecletica-81	25	5	serviços e infraestruturas de:	PERSON
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ecletica-81	27	1	maioria das eta implantadas	PERSON
ecletica-81	27	2	da água por meio de uma sequência de operações e processos	ORG
ecletica-81	27	3	esquecendo-se de que	ORG
ecletica-81	27	4	durante este tratamento também devem ter	ORG
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ecletica-81	29	2	maior quantidade numa estação de tratamento de água são basicamente dois	ORG
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ecletica-81	29	8	dos filtros	PERSON
ecletica-81	30	1	o lodo dos	PERSON
ecletica-81	30	2	pela nbr 10.004/2004 como resíduo sólido	ORG
ecletica-81	30	3	devendo ser reduzido	ORG
ecletica-81	30	4	filtros é enquadrada como	ORG
ecletica-81	30	5	pela	GPE
ecletica-81	30	6	aos padrões de lançamento	PERSON
ecletica-81	32	1	da classificação dos	PERSON
ecletica-81	32	2	quanto aos seus riscos	ORG
ecletica-81	32	3	potenciais	NORP
ecletica-81	33	1	meio ambiente e	PERSON
ecletica-81	33	2	saúde pública	GPE
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ecletica-81	33	4	entre serviços públicos e	PERSON
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ecletica-81	33	6	funcionamento das eta se	PERSON
ecletica-81	33	7	unidades de tratamento	ORG
ecletica-81	33	8	na eta alcançarem	PERSON
ecletica-81	33	9	metas estabelecidas pelos órgãos	ORG
ecletica-81	33	10	sistema nacional de recursos hídricos	ORG
ecletica-81	33	11	lei 9.433/1997	PERSON
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ecletica-81	34	1	3,4,7	CARDINAL
ecletica-81	35	1	contexto	ORG
ecletica-81	35	2	justifica-se caracterizar	PERSON
ecletica-81	35	3	na eta de anápolis	PERSON
ecletica-81	35	4	uma vez que	ORG
ecletica-81	35	5	ainda não	ORG
ecletica-81	35	6	e nenhum tipo de tratamento	ORG
ecletica-81	36	1	objetivo principal deste	ORG
ecletica-81	36	2	foi caracterizar físico-química e bacteriologicamente	PERSON
ecletica-81	36	3	na eta de anápolis	PERSON
ecletica-81	36	4	para formação de um banco de dados inicial possibilitando futuros estudos para o tratamento	ORG
ecletica-81	36	5	que servirá de base	ORG
ecletica-81	36	6	desses	PERSON
ecletica-81	37	1	visou-se também	ORG
ecletica-81	37	2	características dos resíduos	ORG
ecletica-81	37	3	padrões de lançamento para	PERSON
ecletica-81	37	4	pela	PERSON
ecletica-81	37	5	da turbidez da água bruta	PERSON
ecletica-81	37	6	submetida ao tratamento	PERSON
ecletica-81	37	7	para valores menores e maiores	PERSON
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ecletica-81	37	10	tratamento	GPE
ecletica-81	37	11	para estes resíduos	PERSON
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ecletica-81	38	2	resíduos da eta de anápolis	PERSON
ecletica-81	38	3	são gerados	PERSON
ecletica-81	38	4	na zona	ORG
ecletica-81	38	5	de anápolis e foram	PERSON
ecletica-81	38	6	à caracterização	GPE
ecletica-81	38	7	físico-química e bacteriológica	ORG
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ecletica-81	39	3	81-90, 2014	DATE
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ecletica-81	40	2	considerando que	PERSON
ecletica-81	40	3	eta possui quatro decantadores e oito filtros e que	ORG
ecletica-81	40	4	desses resíduos	PERSON
ecletica-81	40	5	lodo e	PERSON
ecletica-81	40	6	este mesmo	PERSON
ecletica-81	40	7	procedimento foi adotado	PERSON
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ecletica-81	40	9	souza e cordeiro	PERSON
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ecletica-81	41	7	pelo mesmo	PERSON
ecletica-81	41	8	tratamento	GPE
ecletica-81	41	9	mesmas condições de operação e processo	PERSON
ecletica-81	42	1	mesma	ORG
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ecletica-81	43	1	durante seis meses	PERSON
ecletica-81	43	2	de agosto de 2010	PERSON
ecletica-81	43	3	foram	ORG
ecletica-81	43	4	dos resíduos e da água bruta	PERSON
ecletica-81	43	5	teste branco	ORG
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ecletica-81	43	7	distintas da água bruta	PERSON
ecletica-81	44	1	primeira condição	PERSON
ecletica-81	44	2	para água bruta com	ORG
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ecletica-81	44	4	de agosto e setembro de 2010	PERSON
ecletica-81	45	1	segunda condição	ORG
ecletica-81	45	2	para valores acima de 20	PERSON
ecletica-81	45	3	de outubro	PERSON
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ecletica-81	47	5	seis meses de estudo são:	ORG
ecletica-81	47	6	setembro	DATE
ecletica-81	47	7	e outubro e chuvas	ORG
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ecletica-81	48	3	lodo	PERSON
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ecletica-81	48	5	água bruta	WORK_OF_ART
ecletica-81	48	6	foram coletadas	ORG
ecletica-81	48	7	nos dias	PERSON
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ecletica-81	48	14	pela parte da manhã	PERSON
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ecletica-81	49	1	na seguinte sequência	PERSON
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ecletica-81	49	3	foi retirada da câmara de recepção	PERSON
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ecletica-81	49	6	o lodo foi	PERSON
ecletica-81	49	7	na canaleta de descarga	ORG
ecletica-81	49	8	3	CARDINAL
ecletica-81	49	9	colhida na parte central e	ORG
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ecletica-81	50	1	caracterização dos resíduos da eta de anápolis	PERSON
ecletica-81	50	2	das amostras de água bruta	ORG
ecletica-81	50	3	lodo e água de	PERSON
ecletica-81	50	4	foi realizada por meio de análises	ORG
ecletica-81	50	5	físico-químicas e bacteriológicas	ORG
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ecletica-81	51	1	tanto	GPE
ecletica-81	51	2	dados de caracterização	ORG
ecletica-81	51	3	lodo	PERSON
ecletica-81	51	4	de caracterização da água de	PERSON
ecletica-81	51	5	foram	ORG
ecletica-81	51	6	avaliadas em função	ORG
ecletica-81	51	7	seguintes parâmetros	ORG
ecletica-81	51	8	cor aparente	ORG
ecletica-81	51	9	oxigênio dissolvido	PERSON
ecletica-81	51	10	demanda química de oxigênio	PERSON
ecletica-81	51	11	dqo	ORG
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ecletica-81	51	14	st	GPE
ecletica-81	51	15	sedimentáveis	PERSON
ecletica-81	51	16	índice de eclética química	ORG
ecletica-81	51	17	39	DATE
ecletica-81	51	18	81-90, 2014	DATE
ecletica-81	52	1	85	CARDINAL
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ecletica-81	52	5	lodo	PERSON
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ecletica-81	52	8	termo	GPE
ecletica-81	53	1	resultados da caracterização da água bruta	PERSON
ecletica-81	53	2	lodo e da água de lavagem	PERSON
ecletica-81	53	3	foram	ORG
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ecletica-81	54	1	34	CARDINAL
ecletica-81	54	2	bem como	PERSON
ecletica-81	54	3	por outros autores	ORG
ecletica-81	55	1	3	CARDINAL
ecletica-81	55	2	resultados e discussão 3.1	PERSON
ecletica-81	56	1	caracterização da água	PERSON
ecletica-81	56	2	resultados de caracterização da água bruta	PERSON
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ecletica-81	56	5	padrões de qualidade de água classe 2	ORG
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ecletica-81	57	3	alumínio apresentaram	PERSON
ecletica-81	57	4	concentrações acima	PERSON
ecletica-81	57	5	padrões	GPE
ecletica-81	58	1	portanto	GPE
ecletica-81	58	2	das causas da elevação desses	PERSON
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ecletica-81	58	4	fim de não	ORG
ecletica-81	58	5	1	CARDINAL
ecletica-81	59	1	1	CARDINAL
ecletica-81	59	2	comparativo entre os	ORG
ecletica-81	59	3	resultados de alguns	ORG
ecletica-81	59	4	da água bruta com	ORG
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ecletica-81	60	6	cor	ORG
ecletica-81	60	7	até 75,0 turbidez	PRODUCT
ecletica-81	60	8	4,3	CARDINAL
ecletica-81	60	9	43,8	CARDINAL
ecletica-81	60	10	5,75	CARDINAL
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ecletica-81	60	12	5	CARDINAL
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ecletica-81	60	15	alumínio	PERSON
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ecletica-81	60	18	1,6	CARDINAL
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ecletica-81	60	22	0,0	CARDINAL
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ecletica-81	60	25	alguns	ORG
ecletica-81	60	26	como turbidez e série de sólidos demonstram como	PERSON
ecletica-81	60	27	são	ORG
ecletica-81	60	28	seu	ORG
ecletica-81	61	1	por exemplo	ORG
ecletica-81	61	2	no mês de agosto	ORG
ecletica-81	61	3	foi de 4,29 ut	PERSON
ecletica-81	61	4	43,8	CARDINAL
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ecletica-81	62	1	das médias mensais de turbidez	PERSON
ecletica-81	62	2	ano de 2010	ORG
ecletica-81	63	1	mesmo	PERSON
ecletica-81	63	2	pode ser observado pelos sólidos	PERSON
ecletica-81	63	3	que variaram de 25	ORG
ecletica-81	63	4	260	CARDINAL
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ecletica-81	64	2	da eta anápolis	PERSON
ecletica-81	64	3	de materiais	ORG
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ecletica-81	64	6	aos padrões da resolução	PERSON
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ecletica-81	64	8	eclética química	PERSON
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ecletica-81	65	1	86	CARDINAL
ecletica-81	65	2	demonstrado na tabela 2	PERSON
ecletica-81	65	3	portanto	PERSON
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ecletica-81	70	15	1974	DATE
ecletica-81	70	16	100 2.300	CARDINAL
ecletica-81	70	17	cordeiro	PERSON
ecletica-81	70	18	1981	DATE
ecletica-81	70	19	320	CARDINAL
ecletica-81	70	20	5.150	MONEY
ecletica-81	70	21	81.575	CARDINAL
ecletica-81	70	22	1990	DATE
ecletica-81	70	23	449	CARDINAL
ecletica-81	70	24	7,4	CARDINAL
ecletica-81	70	25	1990	DATE
ecletica-81	70	26	173 1.176 6,7	CARDINAL
ecletica-81	70	27	7,1 6.300	CARDINAL
ecletica-81	70	28	cordeiro	PERSON
ecletica-81	70	29	1993	DATE
ecletica-81	70	30	5.600	CARDINAL
ecletica-81	70	31	30.275	CARDINAL
ecletica-81	70	32	1998	DATE
ecletica-81	71	1	6.112	CARDINAL
ecletica-81	71	2	2011	DATE
ecletica-81	71	3	2.671	CARDINAL
ecletica-81	71	4	2.975 6,6	CARDINAL
ecletica-81	71	5	8,1	CARDINAL
ecletica-81	71	6	1.807	MONEY
ecletica-81	71	7	17.875 96,8	DATE
ecletica-81	71	8	o	DATE
ecletica-81	71	9	índice de sedimentabilidade	ORG
ecletica-81	71	10	lodo	PERSON
ecletica-81	71	11	sendo iguais	ORG
ecletica-81	71	12	9,70	CARDINAL
ecletica-81	72	1	enquanto que	PERSON
ecletica-81	72	2	lodo nos demais dias de coleta situou	PERSON
ecletica-81	72	3	4,33 ml.min-1	QUANTITY
ecletica-81	72	4	1	CARDINAL
ecletica-81	73	1	1	CARDINAL
ecletica-81	73	2	índice de sedimentabilidade	ORG
ecletica-81	73	3	lodo	PERSON
ecletica-81	74	1	eclética química	PERSON
ecletica-81	74	2	39	DATE
ecletica-81	74	3	81-90, 2014	DATE
ecletica-81	75	1	87	CARDINAL
ecletica-81	75	2	vista	ORG
ecletica-81	75	3	de se esperar que o	ORG
ecletica-81	75	4	sdt e st	PERSON
ecletica-81	75	5	da água bruta	ORG
ecletica-81	75	6	uma vez que	ORG
ecletica-81	75	7	4,3	CARDINAL
ecletica-81	75	8	43,8	CARDINAL
ecletica-81	75	9	entretanto	ORG
ecletica-81	75	10	nos meses de chuvas mais intensas	PERSON
ecletica-81	75	11	onde é	ORG
ecletica-81	75	12	na coloração	PERSON
ecletica-81	77	1	na quantidade de partículas dispersas	ORG
ecletica-81	77	2	reduzem	GPE
ecletica-81	77	3	para o acúmulo	PERSON
ecletica-81	77	4	lodo	PERSON
ecletica-81	77	5	relação ao período de seca	ORG
ecletica-81	77	6	quando	GPE
ecletica-81	78	1	por tanto	ORG
ecletica-81	78	2	é aumentada	PERSON
ecletica-81	78	3	sendo realizadas duas	ORG
ecletica-81	78	4	ao dia	PERSON
ecletica-81	78	5	ao invés de uma	ORG
ecletica-81	79	1	talvez	GPE
ecletica-81	79	2	isto justifique	PERSON
ecletica-81	79	3	ausência de correlação	ORG
ecletica-81	79	4	entre	GPE
ecletica-81	79	5	da água bruta.	ORG
ecletica-81	80	1	maiores índices de densidade	ORG
ecletica-81	80	2	lodo	PERSON
ecletica-81	80	3	idl	ORG
ecletica-81	80	4	início das primeiras chuvas após período de estiagem	PERSON
ecletica-81	81	1	cujos valores foram de 2,5 e 2,0	ORG
ecletica-81	82	1	isto classifica	PERSON
ecletica-81	82	2	lodo como de boa qualidade	PERSON
ecletica-81	82	3	pois quanto	PERSON
ecletica-81	82	4	de idl	PERSON
ecletica-81	82	5	acima da unidade	ORG
ecletica-81	83	1	sendo assim	PERSON
ecletica-81	83	2	admite-se que	ORG
ecletica-81	83	3	média de sólidos	ORG
ecletica-81	83	4	depois de	ORG
ecletica-81	83	5	30 min	TIME
ecletica-81	83	6	é cerca de 89 %	ORG
ecletica-81	83	7	33 %	PERCENT
ecletica-81	83	8	na época de seca	ORG
ecletica-81	84	1	3.3	CARDINAL
ecletica-81	85	1	caracterização da água de	PERSON
ecletica-81	85	2	da eta anápolis	PERSON
ecletica-81	85	3	demonstra que	ORG
ecletica-81	85	4	de crescimento de agosto	ORG
ecletica-81	85	5	2010	DATE
ecletica-81	85	6	da seca para chuva	ORG
ecletica-81	85	7	comportamento da turbidez da água bruta	PERSON
ecletica-81	86	1	para o mês de novembro de 2010	PERSON
ecletica-81	86	2	foi quebrada	PERSON
ecletica-81	87	1	parece existir uma correlação direta de 0,61 entre	ORG
ecletica-81	87	2	da água bruta e	ORG
ecletica-81	88	1	de rios de classe 2 é até 100	ORG
ecletica-81	89	1	apesar da turbidez da água bruta	PERSON
ecletica-81	90	1	2010	DATE
ecletica-81	90	2	abaixo	ORG
ecletica-81	90	3	pela	PERSON
ecletica-81	90	4	nesta época	PERSON
ecletica-81	90	5	ano	ORG
ecletica-81	90	6	158,9	CARDINAL
ecletica-81	91	1	portanto	PERSON
ecletica-81	91	2	filtros ao início	ORG
ecletica-81	91	3	tratamento	GPE
ecletica-81	91	4	na caixa de recepção de água bruta	ORG
ecletica-81	91	5	pré-tratamento ou pré-diluição	ORG
ecletica-81	91	6	deve ser avaliada para	PERSON
ecletica-81	91	7	bem como seu lançamento	PERSON
ecletica-81	91	8	nos corpos de água	PERSON
ecletica-81	92	1	eclética química	PERSON
ecletica-81	92	2	39	DATE
ecletica-81	92	3	81-90, 2014	DATE
ecletica-81	93	1	88	CARDINAL
ecletica-81	93	2	sdt	ORG
ecletica-81	93	3	ss	ORG
ecletica-81	93	4	st	GPE
ecletica-81	93	5	340,0	CARDINAL
ecletica-81	93	6	de ausência de chuvas	PERSON
ecletica-81	93	7	setembro de 2010	DATE
ecletica-81	93	8	primeiras chuvas	PERSON
ecletica-81	94	1	2010	DATE
ecletica-81	95	1	ocorrem sempre	PERSON
ecletica-81	95	2	maior quantidade que	ORG
ecletica-81	95	3	sdt	ORG
ecletica-81	95	4	2	CARDINAL
ecletica-81	95	5	2	CARDINAL
ecletica-81	95	6	da série de sólidos da água de	ORG
ecletica-81	95	7	filtros	CARDINAL
ecletica-81	96	1	sdt	ORG
ecletica-81	96	2	da água de	PERSON
ecletica-81	96	3	filtros parecem estar diretamente	PERSON
ecletica-81	96	4	relacionados ao índice de sedimentabilidade	EVENT
ecletica-81	96	5	lodo	PERSON
ecletica-81	96	6	é uma etapa consecutiva	ORG
ecletica-81	97	1	portanto	PERSON
ecletica-81	97	2	uma sedimentabilidade rápida	ORG
ecletica-81	97	3	para etapa de filtração	PERSON
ecletica-81	98	1	contra partida	ORG
ecletica-81	98	2	lenta	GPE
ecletica-81	98	3	teor de sdt na água de	PERSON
ecletica-81	99	1	este aspecto pode acelerar	PERSON
ecletica-81	99	2	leito filtrante	PERSON
ecletica-81	99	3	menor intervalo de	PERSON
ecletica-81	100	1	metais de ferro	ORG
ecletica-81	100	2	al	ORG
ecletica-81	100	3	na faixa de 11,0	ORG
ecletica-81	101	1	padrões de qualidade de água classe	ORG
ecletica-81	101	2	2	CARDINAL
ecletica-81	101	3	de 0,3 mg	PERSON
ecletica-81	103	1	já o manganês não	PERSON
ecletica-81	103	2	relação aos demais metais	ORG
ecletica-81	104	1	portanto	PERSON
ecletica-81	104	2	reuso da água de	PERSON
ecletica-81	104	3	dependo de seu uso	PERSON
ecletica-81	104	4	dever ser mais bem	PERSON
ecletica-81	105	1	relação à esses metais	ORG
ecletica-81	105	2	3	CARDINAL
ecletica-81	106	1	3	CARDINAL
ecletica-81	106	2	comparativo entre os	ORG
ecletica-81	106	3	resultados de alguns	ORG
ecletica-81	106	4	da água de	PERSON
ecletica-81	106	5	pela	PERSON
ecletica-81	106	6	357	CARDINAL
ecletica-81	107	1	parâmetro água de lavagem água de classe 2	ORG
ecletica-81	107	2	6,7	CARDINAL
ecletica-81	107	3	6,0	CARDINAL
ecletica-81	107	4	9,0 5,0	CARDINAL
ecletica-81	107	5	9,0	CARDINAL
ecletica-81	107	6	eclética química	PERSON
ecletica-81	107	7	39	DATE
ecletica-81	107	8	81-90, 2014	DATE
ecletica-81	107	9	89	CARDINAL
ecletica-81	107	10	57,4	CARDINAL
ecletica-81	107	11	158,9	CARDINAL
ecletica-81	107	12	6,5	CARDINAL
ecletica-81	107	13	13,0	CARDINAL
ecletica-81	107	14	5	CARDINAL
ecletica-81	107	15	25,0	CARDINAL
ecletica-81	107	16	101,0 500	CARDINAL
ecletica-81	107	17	11,0	CARDINAL
ecletica-81	107	18	17,1 0,1 nr ferro	QUANTITY
ecletica-81	107	19	11,0	CARDINAL
ecletica-81	107	20	0,3	CARDINAL
ecletica-81	107	21	até 15,0	ORG
ecletica-81	107	22	0,1	CARDINAL
ecletica-81	107	23	0,4	CARDINAL
ecletica-81	107	24	4,1	CARDINAL
ecletica-81	107	25	15,5 1000 nr 4	CARDINAL
ecletica-81	107	26	nr= não existe referência	ORG
ecletica-81	107	27	5	CARDINAL
ecletica-81	108	1	357 / 2005	DATE
ecletica-81	108	2	conama conclusões	PERSON
ecletica-81	108	3	primeira caracterização	PERSON
ecletica-81	108	4	físico-química e bacteriológica dos	ORG
ecletica-81	108	5	lodo dos	PERSON
ecletica-81	108	6	na eta de anápolis	PERSON
ecletica-81	108	7	desses resíduos	PERSON
ecletica-81	109	1	estudo verificou-se que	PERSON
ecletica-81	109	2	característicos da água de lavagem de filtros	PERSON
ecletica-81	109	3	6,7	CARDINAL
ecletica-81	109	4	7,7	CARDINAL
ecletica-81	109	5	sdt	ORG
ecletica-81	109	6	25,0	CARDINAL
ecletica-81	109	7	101,0	CARDINAL
ecletica-81	109	8	0,4 mg mn.l-1	QUANTITY
ecletica-81	109	9	4,1	CARDINAL
ecletica-81	109	10	15,5 nmp.(100	QUANTITY
ecletica-81	109	11	padrões de qualidade de água classe 2	ORG
ecletica-81	109	12	metais de alumínio	ORG
ecletica-81	109	13	11,0	CARDINAL
ecletica-81	109	14	11,0	CARDINAL
ecletica-81	109	15	148,5	CARDINAL
ecletica-81	109	16	340,0	CARDINAL
ecletica-81	109	17	85,0	CARDINAL
ecletica-81	109	18	57,4	CARDINAL
ecletica-81	109	19	158,9	CARDINAL
ecletica-81	109	20	requerer possivelmente uma	ORG
ecletica-81	109	21	pré-tratamento	ORG
ecletica-81	109	22	dependendo de sua	ORG
ecletica-81	110	1	em relação ao lodo dos decantadores	PERSON
ecletica-81	110	2	de sua destinação	ORG
ecletica-81	110	3	está completamente descartada	PERSON
ecletica-81	110	4	uma vez que	ORG
ecletica-81	110	5	sedimentáveis	PERSON
ecletica-81	110	6	410,0	CARDINAL
ecletica-81	110	7	175,0 –	CARDINAL
ecletica-81	110	8	1.167,0	CARDINAL
ecletica-81	110	9	0,1	CARDINAL
ecletica-81	110	10	43,0	CARDINAL
ecletica-81	110	11	descorda	PERSON
ecletica-81	110	12	padrões de lançamento de	PERSON
ecletica-81	110	13	pela	PERSON
ecletica-81	110	14	conama no 357	PERSON
ecletica-81	110	15	de tratamento antes da disposição	ORG
ecletica-81	111	1	6	CARDINAL
ecletica-81	112	1	referências bibliográficas	PERSON
ecletica-81	113	1	1	CARDINAL
ecletica-81	115	1	washington	GPE
ecletica-81	116	1	eua	PERSON
ecletica-81	116	2	1999	DATE
ecletica-81	117	1	2	CARDINAL
ecletica-81	117	2	brasileira de normas	ORG
ecletica-81	118	1	9.898	CARDINAL
ecletica-81	118	2	preservação e técnicas de amostragem de	PERSON
ecletica-81	119	1	rio de janeiro	PERSON
ecletica-81	119	2	1987	DATE
ecletica-81	120	1	3	CARDINAL
ecletica-81	120	2	brasileira de normas	ORG
ecletica-81	121	1	10.004	CARDINAL
ecletica-81	121	2	resíduos sólidos	PERSON
ecletica-81	122	1	rio de janeiro	PERSON
ecletica-81	122	2	2004	DATE
ecletica-81	123	1	eclética química	PERSON
ecletica-81	123	2	39	DATE
ecletica-81	123	3	81-90, 2014	DATE
ecletica-81	124	1	90	CARDINAL
ecletica-81	125	1	4	CARDINAL
ecletica-81	126	1	lei n. 9.433	PERSON
ecletica-81	127	1	institui	ORG
ecletica-81	127	2	política nacional de recursos hídricos	ORG
ecletica-81	127	3	cria	GPE
ecletica-81	127	4	o	DATE
ecletica-81	127	5	sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos	ORG
ecletica-81	129	1	5	CARDINAL
ecletica-81	130	1	lei n. 11.455	PERSON
ecletica-81	130	2	25	CARDINAL
ecletica-81	131	1	estabelece	TIME
ecletica-81	131	2	nacionais para	ORG
ecletica-81	131	3	saneamento básico	PERSON
ecletica-81	134	1	6	CARDINAL
ecletica-81	135	1	lei n. 12.305	PERSON
ecletica-81	135	2	de agosto de 2010	ORG
ecletica-81	136	1	institui	ORG
ecletica-81	136	2	política nacional de resíduos sólidos	ORG
ecletica-81	139	1	7	CARDINAL
ecletica-81	140	1	resolução n. 357	PERSON
ecletica-81	140	2	17	CARDINAL
ecletica-81	141	1	dispõe sobre	PERSON
ecletica-81	141	2	corpos de água e	PERSON
ecletica-81	141	3	para o seu enquadramento	PERSON
ecletica-81	141	4	bem como estabelece	PERSON
ecletica-81	141	5	condições e padrões de lançamento de efluentes	PERSON
ecletica-81	141	6	e dá outras	PERSON
ecletica-81	144	1	8	CARDINAL
ecletica-81	144	2	k. f.	PERSON
ecletica-81	144	3	andreoli	GPE
ecletica-81	144	4	c. v.	PERSON
ecletica-81	144	5	a.	PERSON
ecletica-81	144	6	o. caracterização	PERSON
ecletica-81	144	7	físico-química	ORG
ecletica-81	144	8	lodo centrifugador da estação de tratamento de água	PERSON
ecletica-81	144	9	curitiba	ORG
ecletica-81	145	1	congresso brasileiro de engenharia sanitária	PERSON
ecletica-81	145	2	22	CARDINAL
ecletica-81	145	3	joinville	GPE
ecletica-81	145	4	resumos	PERSON
ecletica-81	145	5	joinville	PERSON
ecletica-81	145	6	abes	PERSON
ecletica-81	145	7	2003	DATE
ecletica-81	146	1	9	CARDINAL
ecletica-81	146	2	m. a. p. noções	PERSON
ecletica-81	147	1	gerais de tratamento	ORG
ecletica-81	147	2	disposição finais de lodos de estações de tratamento de água	ORG
ecletica-81	148	1	rio de janeiro	PERSON
ecletica-81	148	2	abes/prosab, 1999	ORG
ecletica-81	149	1	10	CARDINAL
ecletica-81	149	2	ribeiro	PERSON
ecletica-81	149	3	f. l. m. quantificação e caracterização	PERSON
ecletica-81	149	4	química	GPE
ecletica-81	149	5	da eta de	PERSON
ecletica-81	149	6	ouro	PERSON
ecletica-81	149	7	2007	DATE
ecletica-81	150	1	133f	ORDINAL
ecletica-81	151	1	dissertação de mestrado	PERSON
ecletica-81	151	2	mestrado em engenharia ambiental	ORG
ecletica-81	151	3	de ouro	ORG
ecletica-81	151	4	ufop	ORG
ecletica-81	152	1	11	CARDINAL
ecletica-81	152	2	i. j.	PERSON
ecletica-81	152	3	souza	GPE
ecletica-81	152	4	m. a. a. reúso de água	PERSON
ecletica-81	152	5	da adequabilidade da utilização das águas	PERSON
ecletica-81	153	1	xxvii congresso interamericano de engenharia sanitária e ambiental	PERSON
ecletica-81	153	2	abes, 2001	ORG
ecletica-81	154	1	12	CARDINAL
ecletica-81	155	1	densidade pluviométrica de anápolis	PERSON
ecletica-81	157	1	24 de fevereiro de 2011	QUANTITY
ecletica-81	158	1	13	CARDINAL
ecletica-81	158	2	f. g. c.	PERSON
ecletica-81	158	3	j. s. resíduos gerados	PERSON
ecletica-81	158	4	em estação de tratamento de água	ORG
ecletica-81	158	5	descargas diárias	PERSON
ecletica-81	159	1	29°	CARDINAL
ecletica-81	159	2	interamericano de ingenieria	PERSON
ecletica-81	159	3	san juan	GPE
ecletica-81	159	4	27, 2004	DATE
