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ecletica-89	1	4	2014	DATE
ecletica-89	2	1	164	CARDINAL
ecletica-89	2	2	avaliação de microcápsulas de alginato contendo	ORG
ecletica-89	2	3	de casca de laranja	ORG
ecletica-89	2	4	iara janaína fernandes	PERSON
ecletica-89	2	5	amanda gonçalves kieling*	PERSON
ecletica-89	2	6	tatiana louise avila de campos rocha	PERSON
ecletica-89	2	7	feliciane andrade brehm	PERSON
ecletica-89	2	8	carlos alberto mendes moraes	PERSON
ecletica-89	2	9	área de ciências exatas e tecnológicas	ORG
ecletica-89	2	10	pósgraduação e pesquisa	ORG
ecletica-89	3	1	avenida unisinos	PERSON
ecletica-89	3	2	950	CARDINAL
ecletica-89	3	3	são leopoldo	PERSON
ecletica-89	3	4	brasil	PERSON
ecletica-89	4	1	óleos essenciais pertencem	ORG
ecletica-89	4	2	para diversas indústrias	PERSON
ecletica-89	4	3	são	ORG
ecletica-89	4	4	instáveis e sua aplicação pode ser limitada devido à elevada	ORG
ecletica-89	5	1	sendo assim	ORG
ecletica-89	5	2	aplicação de técnicas de microencapsulamento	ORG
ecletica-89	5	3	pode contribuir para aumentar sua estabilidade	ORG
ecletica-89	6	1	este trabalho teve como objetivo	PERSON
ecletica-89	6	2	de alginato de sódio contendo	ORG
ecletica-89	6	3	de laranja e avaliar	ORG
ecletica-89	7	1	o processo de microencapsulamento	PERSON
ecletica-89	7	2	foi	ORG
ecletica-89	7	3	pela técnica de grãos de alginato	PERSON
ecletica-89	8	1	foram avaliadas através de mev	ORG
ecletica-89	8	2	teor de óleo essencial microencapsulado	ORG
ecletica-89	9	1	resultados encontrados	ORG
ecletica-89	9	2	demostram que	PERSON
ecletica-89	9	3	foram	ORG
ecletica-89	9	4	êxito	PERSON
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ecletica-89	9	6	aumento da estabilidade	PERSON
ecletica-89	9	7	termo	GPE
ecletica-89	9	8	óleo pelo microencapsulamento	PERSON
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ecletica-89	11	1	casca de laranja	ORG
ecletica-89	13	1	eclética química	PERSON
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ecletica-89	23	2	introdução	ORG
ecletica-89	23	3	comercialização de óleos	ORG
ecletica-89	23	4	tem	ORG
ecletica-89	23	5	importante para	PERSON
ecletica-89	23	6	uma vez que	ORG
ecletica-89	23	7	têm grande aplicabilidade para diversos fins	ORG
ecletica-89	24	1	relacionadas	GPE
ecletica-89	24	2	cosméticos	NORP
ecletica-89	24	3	farmacêuticas	NORP
ecletica-89	24	4	medicinais e de alimentos	ORG
ecletica-89	25	1	de cítricos é uma	ORG
ecletica-89	25	2	mistura de hidrocarbonetos	ORG
ecletica-89	25	3	grupo de terpenos	ORG
ecletica-89	25	4	como aldeídos	ORG
ecletica-89	25	5	cetonas	GPE
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ecletica-89	25	7	fenóis	PERSON
ecletica-89	25	8	lactonas e	PERSON
ecletica-89	25	9	pequenas quantidades de parafinas e ceras	ORG
ecletica-89	26	1	frutas	GPE
ecletica-89	26	2	laranja	GPE
ecletica-89	26	3	possuem alta concentração de óleo essencial	ORG
ecletica-89	27	1	são encontrados	ORG
ecletica-89	27	2	localizadas na superfície da casca da	PERSON
ecletica-89	28	1	por diferentes	ORG
ecletica-89	28	2	de extração	PERSON
ecletica-89	28	3	sendo os mais comuns	ORG
ecletica-89	28	4	por arraste de vapor ou hidrodestilação e prensagem	ORG
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ecletica-89	29	1	brasil se	PERSON
ecletica-89	29	2	posiciona como	PERSON
ecletica-89	29	3	3°	CARDINAL
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ecletica-89	29	5	sendo o	ORG
ecletica-89	29	6	de laranja	ORG
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ecletica-89	31	1	disso	ORG
ecletica-89	31	2	é possível obter	ORG
ecletica-89	31	3	da casca da laranja que é	PERSON
ecletica-89	31	4	suco	ORG
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ecletica-89	34	1	impacto ambiental	ORG
ecletica-89	34	2	bem como	PERSON
ecletica-89	34	3	alto valor agregado	PERSON
ecletica-89	34	4	econômicos	GPE
ecletica-89	35	1	são	ORG
ecletica-89	35	2	instáveis e sua aplicação pode ser limitada devido à elevada	ORG
ecletica-89	35	3	de oxidação	ORG
ecletica-89	36	1	dessa forma	PERSON
ecletica-89	36	2	é uma alternativa viável para aumentar	ORG
ecletica-89	36	3	eclética química	PERSON
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ecletica-89	38	1	é uma técnica utilizada para proteção e modulação da liberação de substâncias	ORG
ecletica-89	39	1	são	ORG
ecletica-89	39	2	utilizadas pelas	ORG
ecletica-89	39	3	farmacêutica	PERSON
ecletica-89	39	4	de cosméticos	ORG
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ecletica-89	39	6	o	DATE
ecletica-89	39	7	como sabor	PERSON
ecletica-89	39	8	o	DATE
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ecletica-89	40	1	existem diversas	PERSON
ecletica-89	40	2	para obtenção das	PERSON
ecletica-89	40	3	podendo ser físicas	PERSON
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ecletica-89	41	3	ativo que se deseja encapsular	ORG
ecletica-89	41	4	agente encapsulante e	ORG
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ecletica-89	41	6	de microencapsulamento	PERSON
ecletica-89	41	7	de alginato é	ORG
ecletica-89	41	8	utilizada em função da facilidade de preparo	PERSON
ecletica-89	42	1	7	CARDINAL
ecletica-89	43	1	são	ORG
ecletica-89	43	2	na presença de cátions	ORG
ecletica-89	44	1	alginato como agente encapsulante apresenta vantagens como ser um	ORG
ecletica-89	45	1	9	CARDINAL
ecletica-89	46	1	técnica de microencapsulamento	FAC
ecletica-89	46	2	por	ORG
ecletica-89	46	3	de alginato baseia-se na geleificação	ORG
ecletica-89	46	4	alginato e consiste em incorporar	ORG
ecletica-89	46	5	uma solução de alginato de sódio	ORG
ecletica-89	46	6	para depois	PERSON
ecletica-89	46	7	mistura	ORG
ecletica-89	46	8	sofrer extrusão	PERSON
ecletica-89	47	1	10	CARDINAL
ecletica-89	47	2	11	CARDINAL
ecletica-89	48	1	de utilização deste método é	ORG
ecletica-89	48	2	falta de controle sobre o tamanho	ORG
ecletica-89	48	3	de partícula e distribuição de tamanho	PERSON
ecletica-89	48	4	12	CARDINAL
ecletica-89	49	1	este trabalho teve como objetivo realizar	PERSON
ecletica-89	49	2	de alginato de sódio	ORG
ecletica-89	49	3	como agente encapsulante	ORG
ecletica-89	49	4	contendo óleo essencial de laranja e avaliar	ORG
ecletica-89	50	1	2	CARDINAL
ecletica-89	50	2	2.1	CARDINAL
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ecletica-89	50	4	aparelho clevenger	PERSON
ecletica-89	51	1	foram utilizadas cascas de laranja	ORG
ecletica-89	51	2	suco	ORG
ecletica-89	52	1	eclética química	PERSON
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ecletica-89	53	2	óleo essencial de laranja	ORG
ecletica-89	53	3	por cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas	ORG
ecletica-89	54	1	foi	PERSON
ecletica-89	54	2	o equipamento gc	PERSON
ecletica-89	54	3	clarus 680	ORG
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ecletica-89	56	1	coluna	ORG
ecletica-89	56	2	utilizada foi	PERSON
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ecletica-89	57	1	avaliação qualitativa dos	ORG
ecletica-89	57	2	resultados	ORG
ecletica-89	57	3	foi realizada	PERSON
ecletica-89	57	4	confirmação por	PERSON
ecletica-89	58	1	2.3	CARDINAL
ecletica-89	58	2	foi	PERSON
ecletica-89	58	3	o	DATE
ecletica-89	58	4	método de formação de grãos de alginato	ORG
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ecletica-89	60	1	13	CARDINAL
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ecletica-89	61	1	foi preparada emulsão de alginato de sódio	ORG
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ecletica-89	62	5	mecânica lenta e banho de gelo	PERSON
ecletica-89	63	1	após repouso	PERSON
ecletica-89	63	2	para reticulação	PERSON
ecletica-89	63	3	para retirada	PERSON
ecletica-89	63	4	80	CARDINAL
ecletica-89	63	5	cacl2	PERSON
ecletica-89	63	6	estufa	GPE
ecletica-89	63	7	30ºc	CARDINAL
ecletica-89	63	8	por 72h	ORG
ecletica-89	64	1	foram produzidos dois lotes de	ORG
ecletica-89	64	2	15%	PERCENT
ecletica-89	64	3	mesmas condições	ORG
ecletica-89	64	4	descrito anteriormente	PERSON
ecletica-89	65	1	disto	NORP
ecletica-89	65	2	foi produzido um lote de	PERSON
ecletica-89	65	3	amostra controle	ORG
ecletica-89	66	1	2.4 avaliação das	QUANTITY
ecletica-89	66	2	microscopia eletrônica de varredura	ORG
ecletica-89	66	3	foi utilizado microscópio eletrônico de varredura hitachi	ORG
ecletica-89	66	4	aceleração de voltagem variável de 15kv	PERSON
ecletica-89	67	1	amostras foram	ORG
ecletica-89	67	2	2500	CARDINAL
ecletica-89	68	1	térmica foi realizada por análise termogravimétrica	PERSON
ecletica-89	69	1	foi	PERSON
ecletica-89	69	2	equipamento bd engenharia	PERSON
ecletica-89	69	3	atmosfera de ar	PERSON
ecletica-89	69	4	aquecimento de 10	ORG
ecletica-89	69	5	25	CARDINAL
ecletica-89	69	6	600 °	QUANTITY
ecletica-89	69	7	foi executada para	PERSON
ecletica-89	69	8	dois lotes de	ORG
ecletica-89	69	9	15%	PERCENT
ecletica-89	69	10	amostra controle	ORG
ecletica-89	69	11	e para uma	ORG
ecletica-89	69	12	amostra de óleo essencial puro	ORG
ecletica-89	70	1	determinação	GPE
ecletica-89	70	2	teor de óleo essencial microencapsulado foi efetuada	ORG
ecletica-89	71	1	após foi realizada análise cromatográfica quantitativa acoplada	PERSON
ecletica-89	71	2	eclética química	PERSON
ecletica-89	71	3	39	DATE
ecletica-89	71	4	164	CARDINAL
ecletica-89	71	5	2014	DATE
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ecletica-89	72	2	clarus 680 (	ORG
ecletica-89	72	3	perkin elmer	PERSON
ecletica-89	72	4	35	CARDINAL
ecletica-89	72	5	350	CARDINAL
ecletica-89	72	6	5	CARDINAL
ecletica-89	72	7	30	CARDINAL
ecletica-89	72	8	0,25 mm	QUANTITY
ecletica-89	72	9	0,25	CARDINAL
ecletica-89	73	1	por comparação de área	ORG
ecletica-89	73	2	composto d-limoneno da amostra	PERSON
ecletica-89	73	3	óleo de laranja extraído das	ORG
ecletica-89	73	4	composto d-limoneno da amostra	PERSON
ecletica-89	73	5	óleo de laranja bruto	ORG
ecletica-89	74	1	teor de óleo essencial microencapsulado foi realizada cinco dias após	ORG
ecletica-89	75	1	30	CARDINAL
ecletica-89	75	2	dias	ORG
ecletica-89	76	1	3	CARDINAL
ecletica-89	76	2	resultados e discussão 3.1	PERSON
ecletica-89	76	3	óleo essencial de laranja	ORG
ecletica-89	77	1	atingindo concentrações que podem variar de 90	PERSON
ecletica-89	77	2	96%	PERCENT
ecletica-89	78	1	15	CARDINAL
ecletica-89	79	1	1	CARDINAL
ecletica-89	79	2	mostra que este foi o componente majoritário da amostra analisada	ORG
ecletica-89	80	1	qiao et al	PERSON
ecletica-89	81	1	16	CARDINAL
ecletica-89	81	2	representando	GPE
ecletica-89	81	3	90,85%	PERCENT
ecletica-89	81	4	picos encontrados neste trabalho	ORG
ecletica-89	81	5	como pode ser visto na	ORG
ecletica-89	81	6	1	CARDINAL
ecletica-89	81	7	1	CARDINAL
ecletica-89	82	1	química	GPE
ecletica-89	82	2	pode variar devido	PERSON
ecletica-89	82	3	como genética	PERSON
ecletica-89	82	4	época de colheita	ORG
ecletica-89	82	5	estresse hídrico	ORG
ecletica-89	82	6	clima	GPE
ecletica-89	82	7	armazenamento	GPE
ecletica-89	82	8	método de extração	ORG
ecletica-89	82	9	17	CARDINAL
ecletica-89	83	1	1	CARDINAL
ecletica-89	83	2	cromatograma	PERSON
ecletica-89	84	1	1	CARDINAL
ecletica-89	84	2	compostos identificados	PERSON
ecletica-89	85	1	pico composto 1 α-pineno	PERSON
ecletica-89	85	2	química	GPE
ecletica-89	85	3	39	DATE
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ecletica-89	86	5	6 1-octanol 7	QUANTITY
ecletica-89	86	6	8	CARDINAL
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ecletica-89	86	9	11	CARDINAL
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ecletica-89	86	15	17	CARDINAL
ecletica-89	86	16	18 dodecanal 19	CARDINAL
ecletica-89	86	17	dimetil-7-(1 metiletenil	PERSON
ecletica-89	87	1	3.2 avaliação das	QUANTITY
ecletica-89	87	2	microscopia eletrônica de varredura	ORG
ecletica-89	87	3	de mev das	PERSON
ecletica-89	87	4	2	CARDINAL
ecletica-89	87	5	revelam considerável esfericidade	PERSON
ecletica-89	87	6	foram	ORG
ecletica-89	87	7	por técnica	ORG
ecletica-89	87	8	utilizando bureta	ORG
ecletica-89	88	1	é possível visualizar	ORG
ecletica-89	88	2	na parede externa	ORG
ecletica-89	88	3	porém	ORG
ecletica-89	88	4	pode-se	ORG
ecletica-89	88	5	presença de cavidades e	ORG
ecletica-89	88	6	poros na superfície	GPE
ecletica-89	88	7	o que pode ser um	PERSON
ecletica-89	88	8	indicativo de presença de óleo essencial na superfície	ORG
ecletica-89	89	1	dessa forma	PERSON
ecletica-89	89	2	para obtenção de	PERSON
ecletica-89	89	3	e livre de cavidades	ORG
ecletica-89	89	4	é necessário melhor emulsificação	ORG
ecletica-89	89	5	o que pode ser obtido	PERSON
ecletica-89	89	6	para agitação	PERSON
ecletica-89	90	1	micropartículas podem ser denominadas microcápsulas ou microesferas	PERSON
ecletica-89	91	1	são formadas	PERSON
ecletica-89	91	2	são formadas	PERSON
ecletica-89	91	3	por vários núcleos	ORG
ecletica-89	91	4	já	PERSON
ecletica-89	91	5	são sistemas nos quais o ingrediente ativo se encontra	ORG
ecletica-89	92	1	disperso numa	ORG
ecletica-89	92	2	rede polimérica	ORG
ecletica-89	93	1	13	CARDINAL
ecletica-89	94	1	de acordo	PERSON
ecletica-89	94	2	da análise morfológica externa	ORG
ecletica-89	94	3	micropartículas obtidas são	PERSON
ecletica-89	94	4	já que	PERSON
ecletica-89	94	5	que podem ser indicativos da presença de vários núcleos	ORG
ecletica-89	95	1	eclética química	PERSON
ecletica-89	95	2	39	DATE
ecletica-89	95	3	164	CARDINAL
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ecletica-89	96	1	170	CARDINAL
ecletica-89	96	2	2	CARDINAL
ecletica-89	96	3	aspectos morfológicos	ORG
ecletica-89	96	4	mev das	PERSON
ecletica-89	96	5	contendo	GPE
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ecletica-89	96	7	aumento de	PERSON
ecletica-89	96	8	40x	DATE
ecletica-89	96	9	500x	CARDINAL
ecletica-89	96	10	1000x	DATE
ecletica-89	97	1	3	CARDINAL
ecletica-89	97	2	imagens obtidas por mev das	PERSON
ecletica-89	97	3	controle	ORG
ecletica-89	98	1	de filme contínuo	ORG
ecletica-89	98	2	poucas cavidades	PERSON
ecletica-89	99	1	da comparação entre	PERSON
ecletica-89	99	2	figuras 2 e 3	ORG
ecletica-89	99	3	fica claro que houve o microencapsulamento	ORG
ecletica-89	99	4	essencial das	PERSON
ecletica-89	99	5	mostradas na figura 3	FAC
ecletica-89	99	6	posto que apresentaram tamanho	ORG
ecletica-89	99	7	forma distintas	ORG
ecletica-89	100	1	3	CARDINAL
ecletica-89	100	2	aspectos morfológicos	ORG
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ecletica-89	102	2	curvas termogravimétricas	PRODUCT
ecletica-89	102	3	tg	ORG
ecletica-89	102	4	figura 4	ORG
ecletica-89	102	5	mostram	ORG
ecletica-89	102	6	perda de massa de cada	ORG
ecletica-89	102	7	função da temperatura	ORG
ecletica-89	102	8	4	CARDINAL
ecletica-89	102	9	curvas tg para	PERSON
ecletica-89	102	10	15%	PERCENT
ecletica-89	102	11	amostra controle e óleo essencial puro	ORG
ecletica-89	103	1	na tabela 2 são apresentados	ORG
ecletica-89	103	2	de temperaturas considerados relevantes para cada amostra	ORG
ecletica-89	103	3	tabela 2	PERSON
ecletica-89	103	4	pontos críticos considerados	PERSON
ecletica-89	103	5	na tg	PERSON
ecletica-89	104	1	amostra temperatura	PERSON
ecletica-89	104	2	de massa	PERSON
ecletica-89	104	3	de massa	PERSON
ecletica-89	104	4	56	CARDINAL
ecletica-89	104	5	101	CARDINAL
ecletica-89	104	6	174	CARDINAL
ecletica-89	104	7	272	CARDINAL
ecletica-89	104	8	101	CARDINAL
ecletica-89	104	9	48 147 10,71 68,32	QUANTITY
ecletica-89	104	10	232	CARDINAL
ecletica-89	104	11	331	CARDINAL
ecletica-89	104	12	15%	PERCENT
ecletica-89	104	13	221	CARDINAL
ecletica-89	104	14	15%	PERCENT
ecletica-89	104	15	2 97 55 135	PERCENT
ecletica-89	104	16	135	CARDINAL
ecletica-89	104	17	306	CARDINAL
ecletica-89	104	18	química	GPE
ecletica-89	104	19	39	DATE
ecletica-89	104	20	164	CARDINAL
ecletica-89	104	21	2014	DATE
ecletica-89	105	1	172	CARDINAL
ecletica-89	105	2	de laranja puro apresenta	ORG
ecletica-89	105	3	duas etapas de decomposição térmica	ORG
ecletica-89	105	4	31	CARDINAL
ecletica-89	105	5	101°	QUANTITY
ecletica-89	105	6	1,25%	PERCENT
ecletica-89	105	7	de umidade	PERSON
ecletica-89	105	8	e uma etapa de decomposição térmica que pode ser	ORG
ecletica-89	105	9	ao processo de volatilização e/ou decomposição completa	FAC
ecletica-89	106	1	101	CARDINAL
ecletica-89	106	2	272°	QUANTITY
ecletica-89	107	1	de massa	PERSON
ecletica-89	107	2	foi de aproximadamente 97%	ORG
ecletica-89	107	3	3%	PERCENT
ecletica-89	107	4	pode ser devido	PERSON
ecletica-89	107	5	entre outros	ORG
ecletica-89	108	1	amostra controle	ORG
ecletica-89	108	2	contendo apenas o alginato de sódio	ORG
ecletica-89	108	3	três eventos de decomposição térmica	ORG
ecletica-89	109	1	48	CARDINAL
ecletica-89	109	2	10,71%	PERCENT
ecletica-89	109	3	característico da eliminação de umidade	PERSON
ecletica-89	109	4	entre 147	EVENT
ecletica-89	109	5	331°	QUANTITY
ecletica-89	109	6	atribuído	ORG
ecletica-89	109	7	terceiro evento	FAC
ecletica-89	109	8	na faixa de temperatura	ORG
ecletica-89	109	9	331	CARDINAL
ecletica-89	109	10	600°	QUANTITY
ecletica-89	109	11	26,77%	PERCENT
ecletica-89	110	1	soares et al	PERSON
ecletica-89	111	1	18	CARDINAL
ecletica-89	111	2	mostram que	ORG
ecletica-89	111	3	alginato de sódio apresenta	ORG
ecletica-89	111	4	basicamente quatro eventos de decomposição térmica: desidratação	PERSON
ecletica-89	111	5	após decomposição de material carbonáceo	PERSON
ecletica-89	111	6	seguida por formação e degradação de na2co3	ORG
ecletica-89	111	7	últimas duas	PERSON
ecletica-89	111	8	temperaturas acima de 600	ORG
ecletica-89	112	1	dessa forma	PERSON
ecletica-89	112	2	dois últimos eventos não foram	ORG
ecletica-89	112	3	neste trabalho	PERSON
ecletica-89	112	4	função da temperatura máxima usada de 600	ORG
ecletica-89	113	1	de massa foi cerca de 70%	PERSON
ecletica-89	114	1	15%	PERCENT
ecletica-89	114	2	da metodologia	PERSON
ecletica-89	115	1	amostras apresentaram perda de massa de aproximadamente	ORG
ecletica-89	115	2	7%	PERCENT
ecletica-89	115	3	54	CARDINAL
ecletica-89	115	4	140°	QUANTITY
ecletica-89	115	5	característica da eliminação de umidade	PERSON
ecletica-89	115	6	entre 135 e 314	EVENT
ecletica-89	115	7	de massa de aproximadamente 77%	PERSON
ecletica-89	115	8	relativa à decomposição	ORG
ecletica-89	115	9	alginato de sódio juntamente	ORG
ecletica-89	116	1	de massa	PERSON
ecletica-89	116	2	80%	PERCENT
ecletica-89	117	1	o aumento da faixa de temperatura de decomposição das	PERSON
ecletica-89	117	2	contendo	GPE
ecletica-89	117	3	visto na figura 4	ORG
ecletica-89	117	4	aponta que o alginato aumentou	ORG
ecletica-89	118	1	determinação	GPE
ecletica-89	118	2	teor de óleo essencial microencapsulado	ORG
ecletica-89	118	3	a presença de 11,09%	ORG
ecletica-89	118	4	na análise realizada cinco dias após	ORG
ecletica-89	119	1	1,30%	PERCENT
ecletica-89	120	1	sendo assim	PERSON
ecletica-89	120	2	óleo essencial presente	PRODUCT
ecletica-89	120	3	30	CARDINAL
ecletica-89	120	4	dias	ORG
ecletica-89	121	1	eclética química	PERSON
ecletica-89	121	2	39	DATE
ecletica-89	121	3	164	CARDINAL
ecletica-89	121	4	2014	DATE
ecletica-89	122	1	173	CARDINAL
ecletica-89	122	2	por müller	PERSON
ecletica-89	122	3	13	CARDINAL
ecletica-89	122	4	de alginato de sódio	ORG
ecletica-89	122	5	coacervadas e reticuladas	PERSON
ecletica-89	122	6	cacl2	PERSON
ecletica-89	122	7	secas	NORP
ecletica-89	122	8	estufa mantiveram	ORG
ecletica-89	122	9	teor de óleo essencial retido	ORG
ecletica-89	122	10	após cinco meses	PERSON
ecletica-89	123	1	já	PERSON
ecletica-89	123	2	de alginato de sódio	ORG
ecletica-89	123	3	coacervadas e reticuladas	PERSON
ecletica-89	123	4	após 40 dias de armazenamento tiveram uma	ORG
ecletica-89	123	5	teor	PERSON
ecletica-89	123	6	70%	PERCENT
ecletica-89	124	1	este resultado sugere que	PERSON
ecletica-89	124	2	o processo de secagem é uma	PERSON
ecletica-89	125	1	dessa forma	PERSON
ecletica-89	126	1	outra questão importante	ORG
ecletica-89	126	2	ser considerada é que na condição das	ORG
ecletica-89	126	3	desenvolvidas neste trabalho não	ORG
ecletica-89	126	4	houve como definir com certeza se	PERSON
ecletica-89	126	5	óleo encapsulado	ORG
ecletica-89	126	6	11,09%	PERCENT
ecletica-89	127	1	4	CARDINAL
ecletica-89	127	2	conclusões	PERSON
ecletica-89	127	3	de fácil reprodução e de baixo custo	PERSON
ecletica-89	128	1	entretanto	PERSON
ecletica-89	128	2	obtidas apresentaram	PRODUCT
ecletica-89	129	1	pela	PERSON
ecletica-89	129	2	termogravimétrica verificou-se	PERSON
ecletica-89	129	3	aumento da estabilidade	PERSON
ecletica-89	129	4	termo	GPE
ecletica-89	129	5	pela presença da microcápsula	PERSON
ecletica-89	130	1	sendo assim	PERSON
ecletica-89	130	2	da técnica de encapsulamento	PERSON
ecletica-89	130	3	contribuiu para aumentar sua estabilidade térmica	ORG
ecletica-89	130	4	demonstrando viabilidade de uso das	ORG
ecletica-89	130	5	diversas aplicações	PERSON
ecletica-89	131	1	teor de óleo	ORG
ecletica-89	131	2	5	CARDINAL
ecletica-89	131	3	35	CARDINAL
ecletica-89	131	4	dias após sua obtenção mostrou que	PERSON
ecletica-89	131	5	88,3%	PERCENT
ecletica-89	131	6	30	CARDINAL
ecletica-89	133	1	1	CARDINAL
ecletica-89	133	2	j. m. a. araújo	PERSON
ecletica-89	133	3	química de alimentos	ORG
ecletica-89	133	4	teoria e prática	PERSON
ecletica-89	133	5	viçosa	ORG
ecletica-89	133	6	2ª ed,	PERSON
ecletica-89	133	7	1999	DATE
ecletica-89	134	1	2	CARDINAL
ecletica-89	134	2	a. c.	PERSON
ecletica-89	134	3	l. a. serafini	PERSON
ecletica-89	134	4	e. cassel	PERSON
ecletica-89	134	5	estudos de processos de extração de óleos	ORG
ecletica-89	134	6	e bioflavonóides de frutas	ORG
ecletica-89	134	7	cítricas	ORDINAL
ecletica-89	134	8	caxias	GPE
ecletica-89	134	9	2003	DATE
ecletica-89	135	1	3	CARDINAL
ecletica-89	135	2	h. r. bizzo	PERSON
ecletica-89	135	3	a. m. c. hovell	PERSON
ecletica-89	135	4	c. m. rezende	PERSON
ecletica-89	136	1	nova	ORG
ecletica-89	136	2	32	DATE
ecletica-89	136	3	2009	DATE
ecletica-89	136	4	588	CARDINAL
ecletica-89	137	1	4	CARDINAL
ecletica-89	137	2	s. benedetti	PERSON
ecletica-89	137	3	e. r. amante	PERSON
ecletica-89	137	4	90	CARDINAL
ecletica-89	137	5	2012	DATE
ecletica-89	137	6	606	CARDINAL
ecletica-89	138	1	5	CARDINAL
ecletica-89	138	2	y-x. lv	PERSON
ecletica-89	138	3	j-y. zhang	PERSON
ecletica-89	138	4	h. zhang	PERSON
ecletica-89	138	5	h. xie	PERSON
ecletica-89	138	6	g-m. cai	PERSON
ecletica-89	138	7	w-h. jiang	ORG
ecletica-89	138	8	50	CARDINAL
ecletica-89	138	9	2012	DATE
ecletica-89	138	10	1144-1150	CARDINAL
ecletica-89	139	1	6	CARDINAL
ecletica-89	141	1	marcel dekker	PERSON
ecletica-89	141	2	new york	GPE
ecletica-89	141	3	1984	DATE
ecletica-89	142	1	7	CARDINAL
ecletica-89	142	2	s. gouin	PERSON
ecletica-89	142	3	sci tech	ORG
ecletica-89	142	4	15	CARDINAL
ecletica-89	142	5	330	CARDINAL
ecletica-89	142	6	eclética química	PERSON
ecletica-89	142	7	39	DATE
ecletica-89	142	8	164	CARDINAL
ecletica-89	142	9	2014	DATE
ecletica-89	143	1	174	CARDINAL
ecletica-89	144	1	8	CARDINAL
ecletica-89	144	2	j. suave	PERSON
ecletica-89	144	3	e. c. dall’agnol, a. p. t. pezzin	PERSON
ecletica-89	144	4	d. a. k. silva	PERSON
ecletica-89	144	5	m. m. meier	PERSON
ecletica-89	144	6	soldi	ORG
ecletica-89	144	7	revista saúde e amb	PERSON
ecletica-89	144	8	7 (2006	DATE
ecletica-89	144	9	2	CARDINAL
ecletica-89	145	1	9	CARDINAL
ecletica-89	145	2	m. s. silva	PERSON
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ecletica-89	145	4	n. f. s. melo	PERSON
ecletica-89	145	5	r. grillo	PERSON
ecletica-89	145	6	a. h. rosa	PERSON
ecletica-89	145	7	l. f. fraceto	PERSON
ecletica-89	146	1	nova	ORG
ecletica-89	146	2	33	DATE
ecletica-89	146	3	2010	DATE
ecletica-89	146	4	1868	DATE
ecletica-89	147	1	10	CARDINAL
ecletica-89	147	2	h. c. b. de paula	PERSON
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ecletica-89	147	4	f. o. m. s. abreu	PERSON
ecletica-89	147	5	r. c. m. de paula	PERSON
ecletica-89	147	6	s. m. morais	PERSON
ecletica-89	147	7	m. m. c. forte	PERSON
ecletica-89	147	8	polímeros,	EVENT
ecletica-89	147	9	20	DATE
ecletica-89	147	10	2010	DATE
ecletica-89	147	11	112	CARDINAL
ecletica-89	148	1	11	CARDINAL
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ecletica-89	148	6	anais	GPE
ecletica-89	148	7	5°	CARDINAL
ecletica-89	148	8	lorena	GPE
ecletica-89	148	9	brasil	GPE
ecletica-89	148	10	2010	DATE
ecletica-89	149	1	12	CARDINAL
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ecletica-89	149	3	t. kuroiwa	PERSON
ecletica-89	149	4	i. kobayashi	PERSON
ecletica-89	149	5	x. zhang	PERSON
ecletica-89	149	6	m. nakajima	PERSON
ecletica-89	149	7	351	CARDINAL
ecletica-89	149	8	2009	DATE
ecletica-89	149	9	9	CARDINAL
ecletica-89	150	1	13	CARDINAL
ecletica-89	150	2	p. s. müller	PERSON
ecletica-89	150	3	dissertação de mestrado	PERSON
ecletica-89	150	4	paraná	GPE
ecletica-89	150	5	curitiba, 2011.	ORG
ecletica-89	151	1	14	CARDINAL
ecletica-89	151	2	t. a. culpi	PERSON
ecletica-89	151	3	g. a. t kaminski	PERSON
ecletica-89	151	4	m. t. fin	PERSON
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ecletica-89	151	7	m. d. miguel	PERSON
ecletica-89	151	8	g. m. fujiwara	PERSON
ecletica-89	151	9	rodrigues	GPE
ecletica-89	151	10	s. m. w. zanin	PERSON
ecletica-89	151	11	visão acadêmica	PERSON
ecletica-89	151	12	11	DATE
ecletica-89	151	13	2010	DATE
ecletica-89	151	14	1	CARDINAL
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ecletica-89	153	1	nova	LOC
ecletica-89	153	2	30	DATE
ecletica-89	153	3	2007	DATE
ecletica-89	153	4	382	CARDINAL
ecletica-89	154	1	16	CARDINAL
ecletica-89	154	2	y. qiao	PERSON
ecletica-89	154	3	b. j. xie	PERSON
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ecletica-89	154	8	13 (2008	DATE
ecletica-89	154	9	1333	DATE
ecletica-89	155	1	17	CARDINAL
ecletica-89	155	2	a. e. d. sousa	PERSON
ecletica-89	155	3	dissertação de mestrado	ORG
ecletica-89	156	1	mossoró	ORG
ecletica-89	156	2	2011	DATE
ecletica-89	157	1	18	CARDINAL
ecletica-89	157	2	j. p. soares	PERSON
ecletica-89	157	3	j. e. santos	PERSON
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ecletica-89	157	5	e. t. g. cavalheiro	PERSON
ecletica-89	158	1	eclet	PERSON
ecletica-89	160	1	29	CARDINAL
ecletica-89	160	2	2	CARDINAL
